Lucas olhou para o teto, recordando com nitidez absurda aquele momento em que sua vida
mudou para sempre. O ar no quarto estava pesado, carregado de um silêncio que só era
quebrado pela respiração ofegante de Bianca. A mesma garota que o ignorava no corredor
agora estava ajoelhada no chão do quarto dele, com os olhos fixos na protuberância óbvia
no jeans dele. A timidez que ele carregava por anos evaporou quando ela puxou o zíper
para baixo, liberando a ereção que ele escondia com tanto cuidado.
"Meu Deus, Lucas," ela suspirou, a voz baixa e reverente, como se estivesse diante de uma
relíquia rara. Sem cerimônia, ela alcançou a régua de trinta centímetros que estava em cima
da mesa de estudos, cheia de anotações de cálculo. O metal frio tocou a pele quente da
virilha dele, e Lucas estremeceu, os músculos das coxas tensionando. Ela alinhou o zero na
base e deslizou a régua ao longo do eixo duro, pressionando levemente contra a glande
inchada. "Dezessete centímetros," ela declarou, olhando para o número como se fosse um
código de vitória na loteria. "E você ainda era virgem com essa arma?"
A mão dela envolveu a espessura dele, os dedos longos não conseguindo fechar
completamente ao redor da circunferência. Ela pegou o pacote quadrado que ela mesma
trouxe — "Extra Grande" estava escrito em negrito na caixa azul. Com dentes e dedos
ágeis, ela abriu a embalagem e desenrolou o preservativo sobre a cabeça do membro,
cobrindo o membro gigante em látex lubrificado. A visão dela manipulando o membro dele
com tanta competência, deslizando o plástico até a base onde os pelos pubianos eram
densos, fez Lucas gemer alto, o prazer subindo pela coluna e estourando na nuca.
Bianca deitou na cama estreita, abrindo as pernas num convite explícito, sem pudor. A
abertura dela brilhava, os lábios rosados já inchados e molhados, prontos para recebê-lo.
Lucas subiu, o peso do corpo dele apoiado nos braços trêmulos, sentindo o coração bater
contra as costelas como um pássaro preso em uma gaiola. Ele guiou a ponta do membro
até a entrada dela. O primeiro empurrão foi lento, deliberado. A cabeça do membro rompeu
a resistência, deslizando para dentro do calor apertado e úmido. Ele sentiu as paredes internas dela se contraindo ao redor dele, sugando avidamente os dezessete centímetros
até a base.
"Nossa, você é enorme," ela gritou, as unhas cravando nos ombros dele, deixando marcas
vermelhas na pele pálida. Lucas perdeu a compostura, o instinto tomando conta do corpo. O
ritmo tornou-se selvagem, um bater de pélvis contra pélvis que ecoava no quarto,
acompanhado pelo som molhado da penetração. Ele faz amor com ela com a fome de
alguém que esperou anos por isso, cada golpe mais fundo que o anterior. Quando o
orgasmo explodiu, foi como uma tempestade devastadora. Ele gozou duro, o corpo inteiro
retesando, sentindo a camisinha inchar enquanto ele enterrava o rosto no pescoço dela,
perdendo a virgindade em uma onda de prazer brutal e inesquecível.
mudou para sempre. O ar no quarto estava pesado, carregado de um silêncio que só era
quebrado pela respiração ofegante de Bianca. A mesma garota que o ignorava no corredor
agora estava ajoelhada no chão do quarto dele, com os olhos fixos na protuberância óbvia
no jeans dele. A timidez que ele carregava por anos evaporou quando ela puxou o zíper
para baixo, liberando a ereção que ele escondia com tanto cuidado.
"Meu Deus, Lucas," ela suspirou, a voz baixa e reverente, como se estivesse diante de uma
relíquia rara. Sem cerimônia, ela alcançou a régua de trinta centímetros que estava em cima
da mesa de estudos, cheia de anotações de cálculo. O metal frio tocou a pele quente da
virilha dele, e Lucas estremeceu, os músculos das coxas tensionando. Ela alinhou o zero na
base e deslizou a régua ao longo do eixo duro, pressionando levemente contra a glande
inchada. "Dezessete centímetros," ela declarou, olhando para o número como se fosse um
código de vitória na loteria. "E você ainda era virgem com essa arma?"
A mão dela envolveu a espessura dele, os dedos longos não conseguindo fechar
completamente ao redor da circunferência. Ela pegou o pacote quadrado que ela mesma
trouxe — "Extra Grande" estava escrito em negrito na caixa azul. Com dentes e dedos
ágeis, ela abriu a embalagem e desenrolou o preservativo sobre a cabeça do membro,
cobrindo o membro gigante em látex lubrificado. A visão dela manipulando o membro dele
com tanta competência, deslizando o plástico até a base onde os pelos pubianos eram
densos, fez Lucas gemer alto, o prazer subindo pela coluna e estourando na nuca.
Bianca deitou na cama estreita, abrindo as pernas num convite explícito, sem pudor. A
abertura dela brilhava, os lábios rosados já inchados e molhados, prontos para recebê-lo.
Lucas subiu, o peso do corpo dele apoiado nos braços trêmulos, sentindo o coração bater
contra as costelas como um pássaro preso em uma gaiola. Ele guiou a ponta do membro
até a entrada dela. O primeiro empurrão foi lento, deliberado. A cabeça do membro rompeu
a resistência, deslizando para dentro do calor apertado e úmido. Ele sentiu as paredes internas dela se contraindo ao redor dele, sugando avidamente os dezessete centímetros
até a base.
"Nossa, você é enorme," ela gritou, as unhas cravando nos ombros dele, deixando marcas
vermelhas na pele pálida. Lucas perdeu a compostura, o instinto tomando conta do corpo. O
ritmo tornou-se selvagem, um bater de pélvis contra pélvis que ecoava no quarto,
acompanhado pelo som molhado da penetração. Ele faz amor com ela com a fome de
alguém que esperou anos por isso, cada golpe mais fundo que o anterior. Quando o
orgasmo explodiu, foi como uma tempestade devastadora. Ele gozou duro, o corpo inteiro
retesando, sentindo a camisinha inchar enquanto ele enterrava o rosto no pescoço dela,
perdendo a virgindade em uma onda de prazer brutal e inesquecível.