CREDO... QUE DELÍCIA!

Por: Anônimo 04/07/2026 2 leituras
Capa do conto
Pequena poesia erótica


Nas delícias do sexo não existe “nojinho”
Enquanto eu lambia todo o pau,
Da cabeça até o saco,
Ele metia a língua na buceta e lambia o cuzinho

Chupar e ser chupada
Era, realmente uma delícia, algo sem igual
Mesmo assim, desfizemos o 69
E partimos pra uma gostosa trepada

No gingado daquela foda, eu ia...
Gemendo, gemendo... Às vezes, dava até uns gritinhos...
Naquele momento de intimidade, tudo era permitido,
Enquanto ele me fodia

Hora eu estava por baixo
Hora estava por cima...
Trepar é uma arte!
E, nessa “arte”, de qualquer jeito eu me encaixo

Naquele frenesi todo, começamos a suar,
Nossa! Que “pega” danado de bom!
Com firmeza, ele me agarrou bem gostosinho e, juntos
Começamos a gozar...

Depois de uma boa descansada, blindamos com cerveja
Se você gostou, meu querido leitor,
Deixe seu voto e sinceros comentários,
Para esta simples poesia da Bruna Cereja


Sua imaginação também tem espaço aqui.

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