Nas delícias do sexo não existe “nojinho”
Enquanto eu lambia todo o pau,
Da cabeça até o saco,
Ele metia a língua na buceta e lambia o cuzinho
Chupar e ser chupada
Era, realmente uma delícia, algo sem igual
Mesmo assim, desfizemos o 69
E partimos pra uma gostosa trepada
No gingado daquela foda, eu ia...
Gemendo, gemendo... Às vezes, dava até uns gritinhos...
Naquele momento de intimidade, tudo era permitido,
Enquanto ele me fodia
Hora eu estava por baixo
Hora estava por cima...
Trepar é uma arte!
E, nessa “arte”, de qualquer jeito eu me encaixo
Naquele frenesi todo, começamos a suar,
Nossa! Que “pega” danado de bom!
Com firmeza, ele me agarrou bem gostosinho e, juntos
Começamos a gozar...
Depois de uma boa descansada, blindamos com cerveja
Se você gostou, meu querido leitor,
Deixe seu voto e sinceros comentários,
Para esta simples poesia da Bruna Cereja