Filha, enteada e padrasto comedor!

Por: Anônimo 04/07/2026 2 leituras
Capa do conto
Aos 19 anos, Sofia havia tido apenas dois namorados , mas nunca experimentara prazer nas relações. Ela confidenciava suas frustrações à sua irmã de criação, Letícia, 17 anos. Letícia era filha legítima de Carlos, o padrasto de Sofia, enquanto Sofia era filha da esposa de Carlos, de outro relacionamento. Embora não compartilhassem sangue, cresceram como irmãs sob o mesmo teto, desenvolvendo uma intimidade profunda.

Elas passavam longos períodos em casa enquanto os pais trabalhavam. Frequentemente tomavam banho juntas. Foi em um desses banhos que Letícia, por iniciativa própria, começou a ensaboar o corpo de Sofia. As mãos dela deslizaram pelos seios firmes, descendo para lavar sua buceta com movimentos deliberados. Sofia gemeu baixinho ao sentir o toque. Letícia aproximou a boca e chupou seus mamilos com voracidade crescente.

— Letíciaaaas! Gemeu Sofia diante do ato inesperado da irmã....

Enquanto chupava os peitos com fome, Letícia enfiou um dedo na buceta já molhada de Sofia, movendo-o ritmicamente. Os gemidos aumentaram. O beijo apaixonado na boca revelou o desejo profundo da irmã. Pela primeira vez, Sofia sentiu prazer verdadeiro, as pernas fraquejando.

— Para, Letícia... — murmurou, embora o corpo implorasse o contrário.

Letícia se afastou, preocupada, mas Sofia pediu mais. No quarto, enroladas em toalhas, o encontro evoluiu: Letícia chupou a buceta de Sofia com maestria, sugando o clitóris saliente até provocar um orgasmo intenso e inédito.

O relacionamento lésbico se intensificou. A mãe de Sofia aceitou após a descoberta, e Carlos, carinhoso e responsável, apoiou com discrição. Após a morte da mãe, Carlos se tornou o pilar da família. Na sala, diante de Carlos, os beijos na boca tornaram-se comuns.Certo dia Sofia deixou o computador aberto com imagens de consolos. Carlos viu e ofereceu ajuda, escolhendo um consolo grosso de 15 cm com cinta e um vibrador potente. No dia que chegou o novo brinquedo, as irmãs mesmo constrangidas vieram perguntar a Carlos como funcionava, após uma breve explicação ambas foram para o quarto. Letícia fodeu Sofia de quatro com a cinta, estocando fundo até ela gritar em orgasmo. Inverteram, e Sofia meteu com força na buceta da irmã, ambas gozando escandalosamente.

Após uma briga por ciúmes, Letícia se afastou temporariamente. Sofia usava o brinquedo sozinha. Carlos a flagrou com o vibrador na buceta dentro do quarto com a porta entreaberta imaginando estar só, a cena apesar de proibida era excitante demais, com cuidado inicial, Carlos entrou no quarto, Sofia levou um susto..Paiii! desculpa não sabia que o senhor estava aí, tentando se cobrir com as mãos, ele se aproximou sem falar uma palavra apenas colocou o dedo sobre os lábios da enteada, assumiu o controle, enfiando novamente o vibrador da buceta dela enquanto chupava seu clitóris, levando-a a um orgasmo avassalador. Sofia se entregou. Carlos a possuiu com intensidade: seu pau grosso invadiu a buceta dela, socando forte por longos minutos, fazendo-a gozar múltiplas vezes antes de gozar sobre sua barriga. As noites tornaram-se sessões depravadas de putaria sem limites.Letícia retornou da casa da avó onde se refugiou após a briga . Ao fazerem as pazes ,Sofia contou a Letícia sobre ela e Carlos , Letícia ficou incrédula diante da revelação, Sofia a beijou e acariciou matando a saudade de dias, quando ambas estavam peladas se chupando, Carlos entra ao quarto, previamente combinado com Sofia, Letícia congela mas entende o que viria a seguir, Sofia pede a Letícia que feche os olhos, Carlos se aproxima e chupa a buceta da filha legítima até ela delirar. Quando avançou para a penetração, o peso do incesto os atingiu.

— Pai... Isso é errado... Eu sou sua filha de sangue... Não podemos... — murmurou Letícia, voz trêmula, corpo tremendo de medo e excitação proibida.

Carlos hesitou, consciência pesada, mas o tesão pelo proibido era avassalador.

— Eu sei, filha... Isso é pecado... Mas eu te desejo tanto que não consigo parar.

Com luxúria explosiva misturada à culpa, ele posicionou o pau na entrada da buceta encharcada de Letícia. Entrou devagar, centímetro a centímetro, ambos gemendo de prazer e conflito. O incesto em primeiro grau tornava cada estocada carregada de culpa profunda e tesão insano. Logo a luxúria venceu: Carlos meteu com força bruta, socando a buceta da filha enquanto ela gritava, unhas cravadas em suas costas. Ele a virou de quatro, puxou os cabelos e fodeu ainda mais fundo, enquanto Sofia por baixo chupava o clitóris da irmã. Letícia gozou convulsivamente duas vezes, o corpo em espasmos, antes que ele gozasse sobre suas costas. O proibido os viciou.

O trio mergulhou em depravação intensa. Carlos possuía as duas diariamente: fodia Sofia e Letícia alternadamente, enfiando o pau grosso nas bucetas e cus apertados, fazendo-as lamberem uma à outra enquanto ele metia. Sessões incluíam dupla penetração com brinquedos, gozo na boca, anal sem piedade — Letícia, especialmente, entregava o cu ao pai com culpa e prazer avassalador, gemendo “Pai... isso é tão sujo... mas não para... me fode mais fundo!”. Beijos molhados, tapas, posições depravadas e uso constante dos brinquedos elevavam o prazer ao máximo.

Carlos engravidou ambas. Sofia e Letícia carregavam filhos dele, barrigas crescendo enquanto a putaria continuava — agora com mais cuidado, mas igual intensidade. Rumores na vizinhança começaram a circular sobre a convivência suspeita. Para proteger a família, mudaram-se para o interior de São Paulo, recomeçando a vida em uma casa isolada. Lá, longe de olhares, entregaram-se sem restrições à paixão proibida, criando os filhos enquanto mantinham noites de sexo selvagem e depravado.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade