Fui o presente de aniversário do corno

Por: Anônimo 02/07/2026 285 leituras
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Eu cuidava do bar de um hotel chique de Santa Catarina; era uma espécie de faz-tudo. Mas o bar era pequeno, assim como o hotel tinha poucos quartos, mas diferenciados, somente para casais de renda alta.

Era um final de semana qualquer de abril, um mês de menor movimento; o tempo estava bom e o hotel estava com uns cinco apartamentos ocupados.

Um dos casais era a Pri e o João, que estava de aniversário. Chegaram sexta à tarde e foram curtir um final de tarde na piscina. Tomaram caipiras, experimentaram meu camarão.

Eles pareciam muito unidos e a Pri era um mulherão, bem mais nova que ele, seios fartos, piercing, tatuagens discretas, um corpão, muito simpática também.

Foram para o quarto e, umas duas horas depois, pediram uma espumante. Levei ao quarto, ele abriu; deviam ter saído do banho de jacuzzi. Ela estava com um baby doll estonteante e nem fez questão de esconder aquele corpão dos meus olhos.

Ela puxou conversa sobre o que fazer no sábado; ele também queria saber sobre a praia, mas eu tinha que voltar, tinha dois clientes ainda no bar. “Que pena”, disse ela.

Segui meu trabalho e tinha que me preparar para sábado, um dia cheio. Mas não conseguia tirar aquela morena da cabeça e tive que bater uma pensando nela.

Abro o bar do hotel ao meio-dia; até lá, eles têm um serviço de café que dá conta. Não vi o casal; apenas perto das 16h eles chegam de um passeio. Ela senta e pede uma caipira; ele diz que precisa ir até o quarto. O bar estava vazio.

Ela, de vestidinho e biquíni, só com a parte de cima, puxou conversa. Disse que estava dando esta estadia no hotel de presente de aniversário para o marido e estavam adorando a experiência. E que minhas caipiras eram muito boas.

Conversamos sobre comida; ela perguntou que prato eu poderia preparar para a noite, na janta, e se ele poderia levar para o quarto. “Quero fazer outra surpresa para meu maridinho”, sorriu.

Confesso que aquilo me deu um tesão, mas evitei pensar muito; pensei na janta que ela queria preparar para o marido.

Nisso chegou o João, nova caipirinha e mais conversa boa, como sempre acontece com a maioria dos hóspedes. Lá pelas tantas começaram a se agarrar ali e percebi que a Pri olhava para mim com uma cara de safada; que tesão senti.

Foram para o quarto, mas um minuto depois ela volta e me pergunta se está tudo certo para o cardápio que ele sugeriu. Gaguejei, mas disse que sim. Nisso ela me agarrou delicada e me deu um beijo, meio no rosto, meio na boca. Marcamos a comida para 21h30.

Meu pau levantou na hora.

21 horas, bar vazio – sábado os hóspedes normalmente saem para jantar –, aparece o João, pede uma cerveja. Disse que a Pri estava no banho e perguntou da comida; a esposa tinha lhe falado. Contei que estava tudo encaminhado.

Espera mais um pouco para servir, pode ser? E nisso pediu um drink especial e perguntou se eu poderia levar até o quarto na sequência.

Apesar dos meus pensamentos, esta era uma rotina normal, mas mexeu comigo; não sabia se era real ou se estava fantasiando coisa.

Separei alguns amendoins especiais e cajus, um balde de cerveja e o drink solicitado e fui. Toquei a porta, João abriu e apontou o lugar para colocar a bebida. Novamente ela estava lá, de baby doll, desta vez preto, esparramada na cama.

“Muito movimento?”, questionou João. Respondi que não, que inclusive baixei a porta; ninguém devia aparecer mais, só eu para finalizar o prato para eles.

“Então fica aqui com a gente”, falou a Pri, e ele logo abriu uma cerveja para mim. Levei o copo de drink até ela e brindamos. Não era fantasia.

Ficamos conversando sobre bobagens, rolou um cigarrinho da alegria e as bebidas, até que ela falou:

“Meu maridinho quer um outro presente de aniversário. Quer ver um gostoso comendo a mulher dele, que sou eu... “Você faz isso?”, perguntou de joelhos na cama, quando eu estava pensando em dar uma olhada no bar.

Fiquei sem saber o que fazer; o marido me falou que era isso mesmo, e ela me chamou. Ficou em pé e começou a me beijar, grudando o corpo em mim. Meu pau está durão e ela logo sentiu. Desceu para chupar.

Mas antes, ao baixar minha bermuda, segurando meu pau, olhou para o corninho e perguntou: “Posso?”

Nem esperou a resposta e começou a chupar meu pau. Que boquete gostoso, de quem sabia. Eu olhava para o João e ele estava sentado mexendo no pau dele. Resolvi me soltar.

Fiz a gostosa deitar na cama e a deixei pelada total. Comecei a chupar aquela buceta carnuda, de mulher casada e puta. Ela subiu as paredes e gozou muito.

Depois a coloquei de quatro, ela virada para o corno, e eu estocando a safada forte. Ela queria sentar no meu pau e assim o fez, virada para ele.

Voltei com meu pau na boca dela. Chupou e tirei para gozar nos peitos e na barriga maravilhosa dela. O corno olhando.

Respiramos um pouco, mas logo me ajeitei, pois tinha o bar e o prato deles. E parecia que eles queriam ficar sozinhos.

Ela me puxou, deu-me um beijo gostoso e disse no ouvido: “Agora sou eu e ele, que vai limpar a tua porra e me fazer gozar novamente. Obrigada”.

Me despedi, falei que daqui a pouco traria a comida e os dois pediram para esquecer, mas que eu ficasse tranquilo, que iam pagar.

Comi dobrado.

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