A Clara sempre foi o exemplo perfeito de mulher recatada. Aos 42 anos, casada com meu irmão mais velho há quase vinte anos, ela era aquela que ia à igreja todo domingo, usava saias abaixo do joelho, falava baixo e corava com qualquer piada mais ousada.
Eu nunca imaginei que um dia estaria sozinho com ela na casa da praia da família.
Era um feriado prolongado. Meu irmão tinha viajado a trabalho de última hora e eu fiquei para ajudar com alguns consertos na casa. Clara estava na cozinha, usando um vestido simples de algodão azul claro, daqueles que ela usava para “ficar em casa”. O tecido era fino e, quando ela se inclinava para pegar algo no armário baixo, o vestido subia levemente, revelando a parte de trás de suas coxas grossas e bem cuidadas.
— Quer um café, Rogério? — perguntou ela, sem olhar nos meus olhos, como sempre.
Quando entregou a xícara, sua mão tremeu de leve. Notei que ela estava corada. O silêncio ficou pesado.
— Você está bem? — perguntei.
Clara mordeu o lábio inferior e, pela primeira vez, sustentou meu olhar. Seus olhos castanhos tinham um brilho diferente.
— Eu... eu não sei o que está acontecendo comigo — murmurou, quase inaudível. — Faz tempo que... que eu penso em coisas que não deveria.
Ela deu um passo para trás até encostar na pia. Eu me aproximei devagar.
— Que tipo de coisas, Clara?
Ela baixou a cabeça, envergonhada, mas sua respiração estava acelerada.
— Coisas sujas... — confessou, quase sussurrando. — Eu finjo ser boa, finjo ser santa... mas por dentro eu sou uma vadia, Rogério. Uma vadia reprimida.
A confissão me deixou duro no mesmo instante.
Sem dizer mais nada, segurei seu queixo e levantei seu rosto. Seus olhos estavam molhados de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Beijei ela. No começo Clara ficou rígida, como se lutasse contra si mesma, mas logo gemeu baixinho contra minha boca e correspondeu com fome.
Minhas mãos desceram pelas costas dela e apertaram sua bunda por cima do vestido. Clara soltou um gemidinho envergonhado, mas empinou o quadril contra mim.
— Não podemos... eu sou casada... — murmurou, mesmo enquanto abria as pernas levemente para mim.
— Mas você quer — respondi, enfiando a mão por baixo do vestido.
Encontrei a calcinha dela já encharcada. Clara escondeu o rosto no meu pescoço, morta de vergonha, enquanto eu acariciava sua buceta por cima do tecido.
— Por favor... — pediu baixinho.
— Por favor o quê?
Ela hesitou, tremendo. Então, com a voz quase sumindo de vergonha, sussurrou:
— Por favor me trata como a puta que eu sou por dentro...
Tirei sua calcinha devagar, ajoelhei e levantei o vestido. Clara cobriu o rosto com as mãos quando comecei a chupar ela ali mesmo na cozinha, gemendo como uma mulher faminta depois de anos de seca. Quanto mais eu chupava, mais ela rebolava contra minha boca, perdendo a vergonha aos poucos.
— Eu sou uma safada... uma vadia reprimida... — gemia ela entre soluços de prazer.
Quando a virei de costas, apoiei na pia e meti nela com força, Clara mordeu o próprio braço para não gritar alto. O vestido subido na cintura, a bunda grande empinada, levando tudo sem reclamar.
— Mais forte... — pediu, finalmente sem vergonha. — Me fode como você sempre quis foder a cunhada recatada...
Clara estava completamente entregue. Com o vestido embolado na cintura, a calcinha branca jogada no chão da cozinha e as mãos apoiadas na pia, ela empinava a bunda grande e macia para mim como uma cadela no cio.
— Mais forte, Rogério... por favor... — implorava ela, a voz rouca de tesão e vergonha.
Segurei firme nos seus quadris largos e meti com tudo. O barulho molhado do meu pau entrando e saindo daquela buceta encharcada ecoava na cozinha. Clara mordia o lábio inferior com força, tentando segurar os gemidos, mas falhava miseravelmente.
— Ai meu Deus... que delícia... eu sou tão safada... — murmurava entre gemidos.
Puxei seus cabelos com uma mão, arqueando suas costas, e meti ainda mais fundo. Cada estocada fazia seus seios pesados balançarem pra frente e pra trás dentro do vestido.
— Fala alto o que você é — ordenei, dando um tapa forte na bunda dela.
Clara soltou um gemido alto, quase um grito, e respondeu tremendo:
— Eu sou uma puta... uma vadia casada... ai que vergonha... mas eu adoro ser fodida assim!
Virei ela de frente, sentei ela na beira da pia e abri suas pernas bem abertas. Seu rosto estava vermelho, os olhos molhados, mas a buceta brilhando de tesão. Ajoelhei e enfiei a língua bem fundo, chupando seu clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos nela.
Clara agarrou minha cabeça com as duas mãos, rebolando desesperada contra minha boca.
— Isso... chupa a buceta da sua cunhada... ai porra, eu vou gozar... eu vou gozar na sua boca!
O corpo dela tremeu violentamente. Ela gozou forte, soltando um gemido longo e abafado, molhando meu queixo inteiro enquanto apertava as coxas na minha cabeça.
Mas eu não parei. Levantei, segurei suas pernas abertas e enfiei meu pau inteiro de uma vez. Clara arregalou os olhos e abriu a boca sem soltar som, em choque de prazer.
Comecei a foder ela com força, a pia batendo contra a parede a cada estocada. Seus seios pulavam pra fora do decote. Peguei um deles com a boca, chupando o bico duro enquanto metia sem parar.
— Olha pra mim — ordenei.
Clara me olhou com os olhos cheios de lágrimas de prazer, completamente quebrada de tesão.
— Eu sou sua puta agora... me usa... me fode sempre que quiser... eu aguento tudo...
Segurei ela pela garganta com uma mão e meti ainda mais fundo, sentindo ela apertar meu pau com força. Clara gozou pela segunda vez, tremendo inteira, apertando as unhas nas minhas costas.
Eu não aguentei mais. Puxei o pau pra fora e gozei forte em cima dos seios dela, jatos grossos cobrindo sua pele clara e o sutiã que ainda estava meio preso.
Clara olhou para o esperma escorrendo nos seus peitos, respirando pesado, e com um sorriso envergonhado e safado ao mesmo tempo, passou o dedo no meio da porra e colocou na boca, chupando devagar.
— Eu nunca fiz isso na vida... — sussurrou, ainda corada. — Mas com você... eu quero fazer todas as safadezas que guardei por anos.
Eu nunca imaginei que um dia estaria sozinho com ela na casa da praia da família.
Era um feriado prolongado. Meu irmão tinha viajado a trabalho de última hora e eu fiquei para ajudar com alguns consertos na casa. Clara estava na cozinha, usando um vestido simples de algodão azul claro, daqueles que ela usava para “ficar em casa”. O tecido era fino e, quando ela se inclinava para pegar algo no armário baixo, o vestido subia levemente, revelando a parte de trás de suas coxas grossas e bem cuidadas.
— Quer um café, Rogério? — perguntou ela, sem olhar nos meus olhos, como sempre.
Quando entregou a xícara, sua mão tremeu de leve. Notei que ela estava corada. O silêncio ficou pesado.
— Você está bem? — perguntei.
Clara mordeu o lábio inferior e, pela primeira vez, sustentou meu olhar. Seus olhos castanhos tinham um brilho diferente.
— Eu... eu não sei o que está acontecendo comigo — murmurou, quase inaudível. — Faz tempo que... que eu penso em coisas que não deveria.
Ela deu um passo para trás até encostar na pia. Eu me aproximei devagar.
— Que tipo de coisas, Clara?
Ela baixou a cabeça, envergonhada, mas sua respiração estava acelerada.
— Coisas sujas... — confessou, quase sussurrando. — Eu finjo ser boa, finjo ser santa... mas por dentro eu sou uma vadia, Rogério. Uma vadia reprimida.
A confissão me deixou duro no mesmo instante.
Sem dizer mais nada, segurei seu queixo e levantei seu rosto. Seus olhos estavam molhados de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Beijei ela. No começo Clara ficou rígida, como se lutasse contra si mesma, mas logo gemeu baixinho contra minha boca e correspondeu com fome.
Minhas mãos desceram pelas costas dela e apertaram sua bunda por cima do vestido. Clara soltou um gemidinho envergonhado, mas empinou o quadril contra mim.
— Não podemos... eu sou casada... — murmurou, mesmo enquanto abria as pernas levemente para mim.
— Mas você quer — respondi, enfiando a mão por baixo do vestido.
Encontrei a calcinha dela já encharcada. Clara escondeu o rosto no meu pescoço, morta de vergonha, enquanto eu acariciava sua buceta por cima do tecido.
— Por favor... — pediu baixinho.
— Por favor o quê?
Ela hesitou, tremendo. Então, com a voz quase sumindo de vergonha, sussurrou:
— Por favor me trata como a puta que eu sou por dentro...
Tirei sua calcinha devagar, ajoelhei e levantei o vestido. Clara cobriu o rosto com as mãos quando comecei a chupar ela ali mesmo na cozinha, gemendo como uma mulher faminta depois de anos de seca. Quanto mais eu chupava, mais ela rebolava contra minha boca, perdendo a vergonha aos poucos.
— Eu sou uma safada... uma vadia reprimida... — gemia ela entre soluços de prazer.
Quando a virei de costas, apoiei na pia e meti nela com força, Clara mordeu o próprio braço para não gritar alto. O vestido subido na cintura, a bunda grande empinada, levando tudo sem reclamar.
— Mais forte... — pediu, finalmente sem vergonha. — Me fode como você sempre quis foder a cunhada recatada...
Clara estava completamente entregue. Com o vestido embolado na cintura, a calcinha branca jogada no chão da cozinha e as mãos apoiadas na pia, ela empinava a bunda grande e macia para mim como uma cadela no cio.
— Mais forte, Rogério... por favor... — implorava ela, a voz rouca de tesão e vergonha.
Segurei firme nos seus quadris largos e meti com tudo. O barulho molhado do meu pau entrando e saindo daquela buceta encharcada ecoava na cozinha. Clara mordia o lábio inferior com força, tentando segurar os gemidos, mas falhava miseravelmente.
— Ai meu Deus... que delícia... eu sou tão safada... — murmurava entre gemidos.
Puxei seus cabelos com uma mão, arqueando suas costas, e meti ainda mais fundo. Cada estocada fazia seus seios pesados balançarem pra frente e pra trás dentro do vestido.
— Fala alto o que você é — ordenei, dando um tapa forte na bunda dela.
Clara soltou um gemido alto, quase um grito, e respondeu tremendo:
— Eu sou uma puta... uma vadia casada... ai que vergonha... mas eu adoro ser fodida assim!
Virei ela de frente, sentei ela na beira da pia e abri suas pernas bem abertas. Seu rosto estava vermelho, os olhos molhados, mas a buceta brilhando de tesão. Ajoelhei e enfiei a língua bem fundo, chupando seu clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos nela.
Clara agarrou minha cabeça com as duas mãos, rebolando desesperada contra minha boca.
— Isso... chupa a buceta da sua cunhada... ai porra, eu vou gozar... eu vou gozar na sua boca!
O corpo dela tremeu violentamente. Ela gozou forte, soltando um gemido longo e abafado, molhando meu queixo inteiro enquanto apertava as coxas na minha cabeça.
Mas eu não parei. Levantei, segurei suas pernas abertas e enfiei meu pau inteiro de uma vez. Clara arregalou os olhos e abriu a boca sem soltar som, em choque de prazer.
Comecei a foder ela com força, a pia batendo contra a parede a cada estocada. Seus seios pulavam pra fora do decote. Peguei um deles com a boca, chupando o bico duro enquanto metia sem parar.
— Olha pra mim — ordenei.
Clara me olhou com os olhos cheios de lágrimas de prazer, completamente quebrada de tesão.
— Eu sou sua puta agora... me usa... me fode sempre que quiser... eu aguento tudo...
Segurei ela pela garganta com uma mão e meti ainda mais fundo, sentindo ela apertar meu pau com força. Clara gozou pela segunda vez, tremendo inteira, apertando as unhas nas minhas costas.
Eu não aguentei mais. Puxei o pau pra fora e gozei forte em cima dos seios dela, jatos grossos cobrindo sua pele clara e o sutiã que ainda estava meio preso.
Clara olhou para o esperma escorrendo nos seus peitos, respirando pesado, e com um sorriso envergonhado e safado ao mesmo tempo, passou o dedo no meio da porra e colocou na boca, chupando devagar.
— Eu nunca fiz isso na vida... — sussurrou, ainda corada. — Mas com você... eu quero fazer todas as safadezas que guardei por anos.