O chefe dando o provento para a casada 2

Por: Anônimo 02/07/2026 5 leituras
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Escrevi sobre o Apolo, um médico coroa e rico, meu chefe num dos meus trabalhos, que me comia e pagava por isso. Literalmente me fazia de puta. Depois da primeira vez com o Apolo, não tive coragem de falar para o João, meu marido, apesar de nossas fantasias e dos nossos combinados.

Mas era a primeira vez que eu traía ele por dinheiro, era isso que tinha acontecido. Tinha medo da reação dele, afinal, era ele que estava mal financeiramente.

Depois da primeira, teve a segunda e a terceira, tudo num intervalo de um mês, à tarde, com ele me pagando R$ 1 mil por vez e me comendo deliciosamente.

Convidei o João para ir à praia, que ele tanto adorava. Falei que eu bancava – era aniversário dele – ele ficou meio assim, mas fomos. Hotel legal, praia, boa comida, descontração e sexo. Lá pelas tantas, ele me comendo, me perguntou de onde estava vindo a grana.

Não escondi. Estou dando para o Apolo, ele está ajudando. Não sei o que deu, mas o sexo esquentou e gozamos muito. Depois, contei tudo para ele, pedi desculpas, ele entendeu bem de boa.

“Não precisa me mentir”, João falou e me fez prometer que contaria tudo daqui para frente. E entendeu que seria bom que o Apolo não soubesse que o marido já sabia.

Curtimos muito a praia e, vira e mexe, ele falava, graças ao Apolo, rsrsrs.

Voltamos à rotina e, na semana de trabalho, e no meio dela, recebi uma mensagem do Apolo. “Tenho uma fantasia. Te comer na cama do teu corninho”, mandou-me o safado.

Mandei para o João, combinamos. “Boa, mas acho que tem que pagar mais”, respondeu o corno.

Respondi para o Apolo. “Deste jeito é mais caro e tem que organizar a agenda.”

“Diga o dia e a hora e o custo”, respondeu.

Me excitava pensar em dar para este safado na cama que divido com o João, mas também o fato da grana. Pedi R$ 2,5 mil.

Em casa, perguntei ao João como fazer. Ele lembrou que estaria em viagem de três dias nos próximos dias, e que ela poderia tentar marcar nestes dias.

“Olha lá o que vai fazer aqui em casa”, brincou meu corninho.

Marquei com o Apolo para um sábado no meio da tarde. Ele me deu um jeito de me mandar de manhã um vestido de casamento, daqueles bem safados. “Quero comer a casada no ninho do amor do corno”, escreveu o puto no bilhete.

Repliquei a mensagem para o João. “Agora não tem mais jeito, rsrsrs.”

“Aproveita”, disse o marido compreensivo.

Duas e meia da tarde, chegou o Apolo, tocou o interfone e subiu. Adorou o que viu quando eu abri a porta e começou a me comer no sofá da sala e depois no nosso quarto.

“Teu corninho ia gostar de você dando para mim”, perguntou Apolo.

Respondi que sim. Ele ficou louco e me comeu ainda mais, até gozar muito.

“Te excitou, né?”, brinquei com Apolo, que parecia meio intocável.

“Sim, gosto quando tem corno na parada. Posso dobrar o cachê.

Assunto para mais um conto.

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