O Retorno de Alicia, minha única filha!

Por: Anônimo 04/07/2026 2 leituras
Capa do conto
Arthur recebeu a visita da sua filha, um tanto quanto desconcertado, pois não a vira mais desde o dia em que ela saíra de casa após a morte da mãe, para viver com a tia em Mato Grosso. Ela não lhe dera notícias, nada. As constantes ausências de Arthur em viagens de negócios fizeram dele um estranho para a filha. Agora ela voltava. Saíra aos dezesseis anos e regressava aos vinte e sete anos. “O que aconteceu com a sua vida Alicia? O porquê do regresso agora?”. Essas eram as perguntas…Já as respostas eram… “A história é comprida pai, mas pode ser resumida da seguinte forma: Casamento desfeito, ainda bem que sem filhos; atritos com os tios; intenção de retomar os estudos e de refazer a vida”. “Não é uma atitude egoísta de sua parte, invadir a vida do pai só depois que as coisas não deram certo? Você não mandou nenhuma notícia, nem mesmo quando se casou. Não quis saber se eu estava vivo ou morto. Não fiz nada para merecer esta indiferença”. “Não fez pai, mas as suas constantes ausências em viagens de negócios fizeram do senhor um estranho para mim. A morte da minha mãe foi um grande vazio na minha vida, sendo eu filha única. Hoje tenho a certeza de que precisamos um do outro, me perdoe pai, não tenho para onde ir”.
Arthur podia ver agora aquela menininha magricela e frágil que lhe fora mais próxima. Deu-lhe razão, pois, de fato ele era o único que podia ajudar a filha. “Está certo Alicia, o seu quarto nunca foi ocupado, exceto pelo meu computador que vou retirar de lá”. “Obrigada pai” Alicia se tornara uma bela mulher. Os cabelos castanhos claros com o tom de cobre que puxara da mãe emolduravam um rosto muito bonito e desciam até um pouco acima dos ombros. Uma saia pregueada cinza fazia conjunto com uma blusa branca de manga três quartos. Apesar do talhe discreto, o conjunto mostrava as suas belas formas: belos seios rijos e redondos; anca bem feita; barriga arredondada sem ser gorda. As pernas cruzadas faziam a saia subir um pouco, deixando os joelhos e o início das coxas à mostra. Tinha um lindo sorriso, ressaltando os dentes perfeitos.

Arthur não viajava tanto mais, pois havia sido promovido a Supervisor Regional, mas ficava empenhado mesmo era com rotinas administrativas, pois a aposentadoria já estava perto. Assim ficou com mais tempo para reaproximar-se de Alicia. A filha tinha uma inteligência viva, conversas interessantes e passou a ajudá-lo nas tarefas domésticas. Por vezes assistiam à televisão, recostados no sofá da sala e ela não demorou por sentir-se à vontade para aninhar-se nos braços do pai. Ele ficava extasiado, pois fazia tempo que não havia ninguém por perto; gostava de sentir o aroma de seus cabelos e a maciez do seu corpo. Uma noite passou pelo quarto da filha e entrou, ao ouvir o seu ressonar. Alicia estava com uma perna esticada e outra encolhida para fora da colcha, deixando aparecer os fundilhos da calcinha. Dormia sono profundo.
Arthur se debruçou sobre a borda da cama e levou o nariz até a calcinha. Sentiu um aroma ligeiramente ácido, misto de xixi e sabonete. O seu pau se enrijeceu e ele pensou preocupado: “Que espécie de pervertido você é?” Não resistiu a vontade de deitar-se abraçando a filha por trás. Ela esticou as pernas e murmurando palavras desconexas, encostou-se com vontade no corpo do pai. Ele sentiu o aroma do seu corpo e a bunda macia encostando-se ao seu pau. “Não está certo” Pensou. “É a minha própria filha”. Levantou-se e foi para o seu quarto. Pela manhã encontrou a filha na cozinha, preparando o desjejum. Ela estava vestida com uma sainha jeans curta e uma blusa verde estampada com florzinhas vermelhas. Arthur sorriu para a filha, um caloroso e amistoso sorriso. Ela retribuiu o sorriso, com mais sentimento do que o pai. “Você acordou mais cedo hoje. Dormiu bem?”. Alicia perguntou para o pai.
Dormi muito bem”. Arthur gostou daquele inusitado você. “Eu tive uns sonhos estranhos na noite passada”. “Como estranhos?” “Bem, sonhei com a sua mãe, mas ela estava bem mais jovem” “Quanto mais nova?” “Como vou saber Alicia? Era apenas um sonho, sem lógica”. “Uns vinte e sete?” “É… poderia ser” “É a minha idade. Achou que ela fosse muito jovem para você?”. “Não sei. Hoje em dia tudo é possível”. “A mãe do sonho era mais gostosa do que a minha mãe de verdade. E você gostou disto, não gostou?”. Arthur ficou embaraçado. “Tudo bem. Não precisa falar sobre isto, caso não queira”, observou Alicia. Arthur olhou inconscientemente para as coxas da filha e ela percebeu o seu olhar de homem andando pelas suas coxas, bunda e seios, enquanto ela permanecia em movimento para por a mesa do café. “Tenho quase certeza que ele me quer como mulher”. Pensou.


Um dia, na pressa de sair para uma entrevista de emprego, Alicia esqueceu uma calcinha usada em cima da cama. Ao voltar observou que ela mudara de posição. Teve assim a certeza de que o pai andara cheirando a sua calcinha e de que ele a queria como mulher. Longe de sentir raiva, ela sentiu dó do pai. Ele ficara solitário por um longo período. Naquela noite pai e filha assistiam à televisão. Alicia pediu ao pai que lhe aplicasse uma massagem nas costas, pois se sentia tensa pelo dia atribulado. Retirou a blusa, ficando só de soutien e deitou-se de bruços no sofá. Estava vestida com a curta saia jeans e, sob ela, uma calcinha preta que podia ser vista entre as coxas semi-abertas. Arthur iniciou uma massagem a seco, mas ela pediu que ele usasse um creme hidratante. Ele massageava suavemente as costas da filha e ela pediu que ele abrisse o fecho do soutien para facilitar a massagem. “Qual é Alicia. Isto não fica bem!”. “O que tem de mais pai? Sou a sua filhinha, você até já me trocou as fraldas. Por que isto agora?”.
Arthur continuou a massagem sentado ao lado de Alicia. Suas mãos subiam e desciam, chegando até às curvas dos seios da filha. Ela encostou-se mais nele. “Pai massageie, por favor, os músculos das minhas coxas, pois estão meio doloridos”. Arthur passou mais creme hidratante nas palmas das mãos e passou a massagear as coxas da filha. O seu pau estava ficando duro igual rocha. Suas mãos saiam da panturrilha e subiam suavemente pelas coxas da filha. O dedos indicadores avançavam cada vez mais entre as coxas, até tocarem os lábios da buceta, ainda coberta pela calcinha. Alicia gemia baixinho. Ela virou-se de frente. Os bicos dos seios estavam intumescidos a partir das auréolas, que se projetavam formando dois ressaltos antes dos bicos. Arthur não resistiu e sugou os seios da filha. Ela puxou mais a sua cabeça. As suas mãos procuraram a xota da filha até encontrar os clitóris duro, já toda molhada. Alicia gemia, emitindo suaves Oh! E Uh!. Sua boca procurou ávida a boca do pai e suas mãos retiraram o pau para fora da calça.

Olhou para o cacetão do pai e passou a chupá-lo com vontade. Passando a mão sob a barriga da filha, Arthur começou a fodê-la com os dedos. Alicia soltava golfos de saliva no cacete do pai, até que ele, não agüentando mais, arrancou a calcinha da filha e atolou o cacete até o saco. Em um vai e vem frenético a filha gritava: “Como você é gostoso pai! Me fode fundo!” Os dois gozaram juntos e quedaram-se exaustos sobre o sofá. Trocaram ternos e suaves beijos na boca. Para Arthur e Alícia não existia hora e nem lugar: Na cama; no banheiro; na pia da cozinha. Além desta tórrida paixão, cresceu neles um grande e verdadeiro amor de homem e mulher. Arthur vendeu a casa e foi morar junto com a filha em outro bairro, como marido e mulher.

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