PARTE IV
Como relatei no primeiro conto Phelipe então com 18 aninhos quando nos conhecemos era um garoto gostosinho, safado, malandrinho, cheio de tesão mas também de medos e receios. Nossas primeiras experiências não passaram de gostosa broderagem, mas eu estava louco de desejo de foder seu CUzinho, pois ele ainda era virgem no cu. Phê era muito envolvente e seu jeito safadinho estimulava meu tesão a ponto de eu, um coroa machão, quase 100% ativo, propor um troca troca com ele, só pra poder tirar o cabaço dele.
Ele logo entrou no jogo, inclusive aceitou o uso de um consolo pra preparar o seu cu para entregar o cabaço e perder as pregas; Phê usou seu jeito sedutor e acabou me convencendo a também usar o seu pênis de silicone para preparar meu cu e receber seu cacete; ele não era super dotado, 18cm meio grossinho mas o que me assustara era sua cabeçorra em forma de cogumelo ?? de circunferência maior que a grossura do corpo do cacete; (rindo ele me falou que seu pau nao passou no teste do papel higiênico)no final tudo se ajustou, não sem muito incomodo, mas passageiro, e gozamos gostoso como relatei no conto anterior.
Phê saiu do banheiro de pau duro e deitou-se ao meu lado; trocamos beijos e carícias com nossos cacetes babando e se atritando numa gostosa guerra de espadas; ele sussurrava juras eróticas no meu ouvido, lambia meu pescoço, mordiscava minha orelha, mamou com vontade e deu mordidas nos meu mamilos a me fazer arrepiar e soltar gemidos de prazer; desceu com a língua até meus pelos pubianos, sentiu o perfume do sexo, abocanhou meu cacete com volúpia... como mamava gostoso esse putinho!!! lambia minha virilhas, chupava minhas bolas, meteu a língua no meu cu me causando arrepios.
-Phê, quero te possuir, falei.
-Eu tô louco de tesão de dar meu CUzinho virgem pra você, mas promete que vai fazer com cuidado?!? Eu quero sentir prazer com você dentro de mim; sei que você sabe foder gostoso, mas não esquece: é minha primeira vez.
Eu o acalmei com um suave beijo, o coloquei deitado de costas na,posicao de frango assado e com um travesseiro debaixo da bunda, abri bem suas pernas e olhei com volúpia sua gruta do amor, pronta para ser visitada; mergulhei meu rosto no seu reguinho suado e com perfume de tesão; beijei e chupei seu anel rosado que nao parava de piscar; passeei minha língua áspera pelas suas pregas o que fazia Phê estremecer e soltar seguidos gemidos a denunciar seu tesão e intenso prazer.
Com os dedos lubrifiquei com gel seu cu, lambuzei bastante meu cacete e encaixei a cabecinha rosada na portinha; debrucei-me sobre ele e dei um beijo arrebatador metendo minha língua quase até sua garganta; bocas coladas fiz pressão com meu pau e a cabecinha entrou... Phê deu um grito, abafado pelo meu beijo; fiquei parado um tempo pra ele ir se acostumando e vi lágrimas escorrerem pela sua face.
-Porraaa, Tony, tá doendo pra caralhoooo!!! Era disso que eu tinha medo, tira por favor, para, desabafou quase suplicante.
Procurei acalmá-lo dizendo que o pior já passara que é entrar a cabecinha, mas ele insistiu e tirei meu pau pra fora. Dei um tempo pra ele se acalmar, passei mais gel no seu cu e no meu pau e posicionei meu cacete pra nova tentativa; ele piscou o CUzinho, era o sinal verde para passagem do meu cacete; pressionei forte e dessa vez passou a cabecinha e meu pau entrou até a metade; Phê deu um novo grito mas aí já não tinha volta; segurando firme nas sua coxas fui metendo até minha bolas baterem na sua bunda.
-Já era, falei. Acabei de fazer seu cabaço. Agora você já é um Homem de verdade.
Fiz pulsar meu pau todo atolado no seu cu e ele dava mordidas apertando meu cacete dentro dele; seu pau pulsava e babava com abundância a demonstrar o tesão e prazer que ele ali desfrutava. Comecei então levemente um vai-e-vem fazendo meu caralho deslizar no Cuzinho apertado e quente; puxava quase até sair, só deixando a cabecinha dentro e de novo deslizava até atolar; ficamos nesse vai-e-vem por mais de meia hora; eu me deliciava de prazer desfrutando da gruta quente e lisa, umida; Phê gemia de leve, sorria feliz e massageava com carinho seu pau; nenhum de nós dois tinha pressa, era o momento de desfrutar do prazer de um Cuzinho virgem se entregando sem mais receios e restrições. Era mais que uma foda, era uma entrega mútua.
Foi quando percebi sua respiração acelerar, seus apertos com o cu no meu pau mais fortes e seu pau inchar e babar com mais intensidade a anunciar o gozo.
-Caraaalhoooo voooouuuu gozzzaaaaaarrrr com seu pau atolado no meu cu, pooooorrraaaaa.... e soltou incontáveis jatos abundantes de porra quente, leitosa, cremosa que atingiram seu rosto, peito e barriga.
Diante disso não consegui segurar mais e também com gemidos quase urros gozei... gozei feito doido, como há muito tempo nao gozava; meus jatos abundantes inundaram seu cu e meu pau pulsava dentro dele a cada esporrada; foi uma sensação indescritível de prazer e euforia quase juvenil; a expressão no rosto de Phelipe era de puro êxtase; meu cacete permanecia inteiro atolado nele que fazia pressão com o cu para não deixar eu sair de dentro dele.
-Tony, essa foi a foda mais sensacional da minha vida; não queria que acabasse nunca; eu vou querer muito mais vezes você dentro de mim e me dando seu leitinho no cu.
-Tenha calma, esta foi sua primeira vez, eu disse; você acaba de me entregar seu cabaço anal, ainda não terminamos, nossa foda tem sequência. Aguarde.
Como relatei no primeiro conto Phelipe então com 18 aninhos quando nos conhecemos era um garoto gostosinho, safado, malandrinho, cheio de tesão mas também de medos e receios. Nossas primeiras experiências não passaram de gostosa broderagem, mas eu estava louco de desejo de foder seu CUzinho, pois ele ainda era virgem no cu. Phê era muito envolvente e seu jeito safadinho estimulava meu tesão a ponto de eu, um coroa machão, quase 100% ativo, propor um troca troca com ele, só pra poder tirar o cabaço dele.
Ele logo entrou no jogo, inclusive aceitou o uso de um consolo pra preparar o seu cu para entregar o cabaço e perder as pregas; Phê usou seu jeito sedutor e acabou me convencendo a também usar o seu pênis de silicone para preparar meu cu e receber seu cacete; ele não era super dotado, 18cm meio grossinho mas o que me assustara era sua cabeçorra em forma de cogumelo ?? de circunferência maior que a grossura do corpo do cacete; (rindo ele me falou que seu pau nao passou no teste do papel higiênico)no final tudo se ajustou, não sem muito incomodo, mas passageiro, e gozamos gostoso como relatei no conto anterior.
Phê saiu do banheiro de pau duro e deitou-se ao meu lado; trocamos beijos e carícias com nossos cacetes babando e se atritando numa gostosa guerra de espadas; ele sussurrava juras eróticas no meu ouvido, lambia meu pescoço, mordiscava minha orelha, mamou com vontade e deu mordidas nos meu mamilos a me fazer arrepiar e soltar gemidos de prazer; desceu com a língua até meus pelos pubianos, sentiu o perfume do sexo, abocanhou meu cacete com volúpia... como mamava gostoso esse putinho!!! lambia minha virilhas, chupava minhas bolas, meteu a língua no meu cu me causando arrepios.
-Phê, quero te possuir, falei.
-Eu tô louco de tesão de dar meu CUzinho virgem pra você, mas promete que vai fazer com cuidado?!? Eu quero sentir prazer com você dentro de mim; sei que você sabe foder gostoso, mas não esquece: é minha primeira vez.
Eu o acalmei com um suave beijo, o coloquei deitado de costas na,posicao de frango assado e com um travesseiro debaixo da bunda, abri bem suas pernas e olhei com volúpia sua gruta do amor, pronta para ser visitada; mergulhei meu rosto no seu reguinho suado e com perfume de tesão; beijei e chupei seu anel rosado que nao parava de piscar; passeei minha língua áspera pelas suas pregas o que fazia Phê estremecer e soltar seguidos gemidos a denunciar seu tesão e intenso prazer.
Com os dedos lubrifiquei com gel seu cu, lambuzei bastante meu cacete e encaixei a cabecinha rosada na portinha; debrucei-me sobre ele e dei um beijo arrebatador metendo minha língua quase até sua garganta; bocas coladas fiz pressão com meu pau e a cabecinha entrou... Phê deu um grito, abafado pelo meu beijo; fiquei parado um tempo pra ele ir se acostumando e vi lágrimas escorrerem pela sua face.
-Porraaa, Tony, tá doendo pra caralhoooo!!! Era disso que eu tinha medo, tira por favor, para, desabafou quase suplicante.
Procurei acalmá-lo dizendo que o pior já passara que é entrar a cabecinha, mas ele insistiu e tirei meu pau pra fora. Dei um tempo pra ele se acalmar, passei mais gel no seu cu e no meu pau e posicionei meu cacete pra nova tentativa; ele piscou o CUzinho, era o sinal verde para passagem do meu cacete; pressionei forte e dessa vez passou a cabecinha e meu pau entrou até a metade; Phê deu um novo grito mas aí já não tinha volta; segurando firme nas sua coxas fui metendo até minha bolas baterem na sua bunda.
-Já era, falei. Acabei de fazer seu cabaço. Agora você já é um Homem de verdade.
Fiz pulsar meu pau todo atolado no seu cu e ele dava mordidas apertando meu cacete dentro dele; seu pau pulsava e babava com abundância a demonstrar o tesão e prazer que ele ali desfrutava. Comecei então levemente um vai-e-vem fazendo meu caralho deslizar no Cuzinho apertado e quente; puxava quase até sair, só deixando a cabecinha dentro e de novo deslizava até atolar; ficamos nesse vai-e-vem por mais de meia hora; eu me deliciava de prazer desfrutando da gruta quente e lisa, umida; Phê gemia de leve, sorria feliz e massageava com carinho seu pau; nenhum de nós dois tinha pressa, era o momento de desfrutar do prazer de um Cuzinho virgem se entregando sem mais receios e restrições. Era mais que uma foda, era uma entrega mútua.
Foi quando percebi sua respiração acelerar, seus apertos com o cu no meu pau mais fortes e seu pau inchar e babar com mais intensidade a anunciar o gozo.
-Caraaalhoooo voooouuuu gozzzaaaaaarrrr com seu pau atolado no meu cu, pooooorrraaaaa.... e soltou incontáveis jatos abundantes de porra quente, leitosa, cremosa que atingiram seu rosto, peito e barriga.
Diante disso não consegui segurar mais e também com gemidos quase urros gozei... gozei feito doido, como há muito tempo nao gozava; meus jatos abundantes inundaram seu cu e meu pau pulsava dentro dele a cada esporrada; foi uma sensação indescritível de prazer e euforia quase juvenil; a expressão no rosto de Phelipe era de puro êxtase; meu cacete permanecia inteiro atolado nele que fazia pressão com o cu para não deixar eu sair de dentro dele.
-Tony, essa foi a foda mais sensacional da minha vida; não queria que acabasse nunca; eu vou querer muito mais vezes você dentro de mim e me dando seu leitinho no cu.
-Tenha calma, esta foi sua primeira vez, eu disse; você acaba de me entregar seu cabaço anal, ainda não terminamos, nossa foda tem sequência. Aguarde.