Quando você me come

Por: Anônimo 04/07/2026 2 leituras
Capa do conto
Me espera
que eu chego com a brisa suave
com o despertar da aurora
nas asas de uma borboleta
Me sente
como uma velha conhecida
distante mas sempre tão perto
sempre presente.
Meus gemidos contidos perpassam em seus ouvidos
As fendas da minha carne derramam-se em seus sentidos
Invadida pelo seu falo grosso, pujante, latejante
cobra rasteira que plenifica meu poço úmido...
Meu corpo em movimentos sinuosos
Tua respiração em silvos sibilantes.
Lasciva numa dança de coxas abertas, obscenas,
Me cubro da lama do seu esperma que me lambuza.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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