O Vendedor de DVD e a esposa que Virou Putinha dos Negões (Dezembro de 2008)
Era dezembro de 2008. O calor ainda apertava em São Paulo, mas o clima natalino já enfeitava as ruas. Gisele, loira de 27 anos, corpo gostoso, seios firmes e bunda redonda, estava casada com Gustavo há 4 anos. Naquela tarde quente de segunda-feira, Gustavo estava em casa de folga. Gisele vestia um shortinho jeans bem curto e uma blusinha fina branca sem sutiã. Não estava de calcinha — Gustavo sabia e adorava isso.
De repente, ouviu-se a voz grave na rua:
— DVD, jogos, relógios, correntes... tem de tudo, patroa!
Era Agnaldo, um negão alto, forte, pele bem escura, uns 40 anos, carregando uma mochila grande. Gisele nunca tinha visto ele antes. Curiosa, chamou:
— Pode entrar, quero ver os DVDs.
Agnaldo entrou. Gustavo estava na sala. Os três sentaram no sofá. Agnaldo começou a mostrar os filmes de Natal e lançamentos de 2008. Eles passaram quase uma hora conversando. Gisele cruzava e descruzava as pernas, sabendo que o marido via que ela estava sem calcinha.
No final, quando Agnaldo ia embora, Gustavo olhou para a esposa com um sorriso safado e falou baixinho:
— Amor, fecha os olhos... vou te mostrar uma coisa que você nunca viu na vida.
Gisele fechou os olhos, coração acelerado. Agnaldo abriu o zíper devagar. Quando Gustavo mandou ela abrir os olhos, Gisele viu um pau enorme, preto, veioso, cabeça grossa brilhando — 26 cm de rola dura balançando na frente do rosto dela.
— Meu Deus... — sussurrou Gisele, chocada.
Gustavo segurou a mão da esposa e colocou no pau do negão.
— Pega, amor. Sente como é grande.
Gisele segurou com as duas mãos. O pau pulsava quente. Agnaldo sorriu. Gustavo falou:
— Chupa ele, Gisele. Quero ver.
Ela olhou para o marido uma última vez, depois abriu a boca e colocou a cabeça grossa lá dentro. Começou a mamar devagar, depois com fome, babando, engasgando. Agnaldo segurou o cabelo dela e enfiou mais fundo.
Gustavo assistia tudo, pau duro na calça.
Depois de alguns minutos, Agnaldo mandou ela ficar de quatro no sofá. Gisele obedeceu. O negão encostou a rola na buceta dela e meteu devagar. Gisele gemeu alto quando sentiu ser aberta como nunca. Agnaldo socou fundo. Gisele gozou pela primeira vez tremendo inteira, olhando para o marido.
Agnaldo fodeu ela com força por quase duas horas na frente de Gustavo. Gozou três vezes dentro dela. Quando terminou, Gisele estava arrombada, escorrendo porra grossa.
A partir daquela semana, a rotina mudou.
Segunda a Sexta – Agnaldo
Todo dia útil, exatamente às 13:10, Agnaldo batia na porta. Gisele já esperava de shortinho ou vestidinho curto, sem calcinha. Ele entrava, jogava ela no sofá ou na cama do casal e comia ela até as 16:30.
Ele metia na buceta, no cu, fazia ela mamar, cavalgava, dava tapas fortes na cara e na bunda. Gozava sempre dentro. Gisele ficava arrombada o dia inteiro.
Quarta-feira – Ewerton Moreno
Ewerton era colega de trabalho de Gustavo, negão moreno, alto e forte, pau de 24 cm bem grosso.
Toda quarta-feira, Ewerton chegava às 13:10. Gisele abria a porta já molhada. Ele fodia ela na mesa da cozinha, de quatro, socando forte. Gisele gritava:
— Me fode, Ewerton! Seu pau é tão grosso!
Ele gozava sempre na boca dela.
Quinta-feira – Emerson
Emerson chegava às 13:10 e ficava até as 16:30. Comia Gisele na cama do casal. Fazia ela cavalgar e depois metia no cu com força. Gisele gozava tremendo, pedindo mais.
Sexta-feira – Valdir
Valdir, 50 anos, baixinho (1,60m), mas com um pau de 25 cm grosso como uma lata de Coca.
Toda sexta ele chegava às 13:10, mandava Gisele ficar de quatro e arrombava o cu dela sem dó. Gisele gritava:
— Valdir, tá rasgando meu cu... mas não para!
Ele gozava fundo no rabinho.
Sábado – Vagner na cama do corno
No sábado à tarde de dezembro de 2008, Vagner apareceu na casa. Gisele estava sozinha. Ele jogou ela na cama do casal e fodeu por quase duas horas.
No final, Gisele foi tomar banho e esqueceu de trancar a porta. Vagner entrou atrás dela, encostou ela na parede do box, levantou uma perna e meteu no cu novamente. Foderam de pé por 18 minutos seguidos, água caindo. Gisele gozou duas vezes. Vagner gozou no rabinho dela e saiu.
Quando Gustavo chegou à noite, Gisele estava sorridente, mas caminhando com dificuldade. A buceta e o cu ainda latejavam, cheios das porras da semana.
Gustavo a abraçou por trás e perguntou:
— Como foi seu dia, amor?
Gisele sorriu e respondeu:
— Foi ótimo, Gustavo... muito bom mesmo.
Fim do conto.