A Baba

Por: ipsilon-ogdonda-1 24/07/2026 174 leituras
Capa do conto

Uma baba passa a cuidar de um garoto que não é muito normal da cabeça e descobre que a convivência com ele vai ser no mínimo complicado.

Nota do autor fodão, bonito, deus do olimpo e outras caralhas a mais:

Esse conto é em homenagem a minha antiga baba e a todas as babas que um dia todo mundo já quis comer. Esse é o primeiro contos longo com 16000 palavras que eu escrevo, dividido em capítulos. Se vcs gostarem dessa nova versão, passarei a escrever novos contos desse modo. Boa leitura, principalmente para as mulheres que eu sei que vcs gostam dessa putaria.

CAPÍTULO 1

Meu nome é Aline, tenho 25 anos recém completos. Estou feliz em dizer que entrei na faculdade de odontologia a pouco tempo, junto com Vini, meu namorado. Começamos a morar juntos no começo do ano e fizemos a nossa inscrição na faculdade. Mas não era fácil, sem ajuda dos nossos pais a gente teve que se virar para trabalhar e pagar as contas. Vini arrumou um trampo bom rapidinho, mas eu só arrumei um trabalho meia boca de meio período.

Eu estava em casa no final de semana junto do Vini, moramos em um bairro pobre, era o que dava pra pagar e sofrido ainda. Estávamos no sofá assistindo tv, quando alguém bate à porta. Me levantei pra ver quem era, era minha vizinha, dona Neide. Dona Neide era uma mulher negra, mais pra parda mesmo, ela estava devolvendo o meu secador que emprestei, porque o dela queimou. Então, puxando papo, ela vendo minha dificuldade com o trabalho, disse que estava difícil arrumar uma babá de confiança e me perguntou se eu não aceitaria trabalhar pra ela pra cuidar do seu único filho, o Zezinho. Eu só tinha visto o filho dela algumas vezes, brincando na rua, era um mini terrorista. Era mais dinheiro entrando, pensei, uma oportunidade, não deve ser difícil ser babá de um garoto pequeno, apesar que o garoto tinha cara de bagunceiro. Bom, no final, eu acabei aceitando. Contei ao meu namorado que achou bacana, ele tava feliz que íamos ter mais dinheiro né.

Na segunda-feira eu ia começar meu trabalho de babá. Chego do meu primeiro trabalho à tarde, no momento que o menino chega da escola, trazido pela van escolar. Eu fui no meu quarto me arrumar e tomar banho. Eu não quero ser humilde aqui, preciso falar como eu sou, apesar de não ser nenhuma modelo, sou muito gostosa e bonita, de pele bem branquinha, tenho um corpinho de pilão feito na ginástica, minhas pernas são torneadas e coxudas, e a minha bunda de 107 cm é o meu maior orgulho, grande e redonda, meu namorado ama usar de travesseiro rs. Minha cintura não é muito definida, mas é fina e bonita. Tenho seios medianos, com um ótimo volume, um par de seios que ficam redondos em um sutiã e bicudos e em pé quando nua, com mamilos bem rosinhas, quase na cor da minha pele. E por fim, tenho cabelos castanhos escuros lisos, quem olha acha que eu sou paty, mas juro que não sou rsrs.

Me troquei, colocando calcinha e sutiã, uma camisetinha baby look e como ia ficar cuidando de uma criança, não achei ruim colocar uma calça legging, bem confortável e coladinha. Fui pra casa do menino e ele já tinha voltado da escola. Sua mãe me deu a chave da sua casa e ela disse que deixou o filho dela avisado. Assim que entrei, o encontrei sentado no sofá, ele estava na sala assistindo tv. Só que assim que ele me viu arregalou os olhos, não sei se era uma simples surpresa por ver que eu era uma babá novinha e bonita rs se ele realmente me achou atraente, eu conheço aquela cara de homem que gostou do que viu, pela cara que ele fez, talvez até algo mais, não sabia se na idade dele, já podia sentir desejo por uma mulher, bom a puberdade começa nessa idade, certo? E eu sou muito bonita, sem falar no meu corpo gostosinho rs, mas enfim, fiquei surpresa com aquele olhar dele sento tão novo ainda.

Minhas tarefas eram fazer comida pra ele, cuidar da sua higiene e cuidar dele o restante do dia até sua mãe chegar a noite. Não podia ser difícil, mas logo descobri como ele era mimado. Já estava cuidando dele a duas semanas, era um garoto difícil, queria sair na rua o tempo inteiro, ficar bagunçando e aprontando comigo, como me dar susto e agarrar a minha perna querendo me provocar e me impedir de andar, era brincalhão mesmo, mas percebi que ele gostava muito de agarrar a minha perna, apesar dele bater abaixo do meu peito, ele se abaixava e agarrava minha coxa e ficava com a cara enfiada nela, ainda mais que eu só usava minhas calças leggings para trabalhar de babá.

Na terceira semana, eu estava fazendo o almoço dele e aí pedi pra ele tomar banho primeiro antes de comer, mas o menino não queria de jeito nenhum ir pro chuveiro, ele já estava malcriado comigo. Tive que ser firme com ele, assim como a mãe dele me disse. Mandei ele ir tomar banho, várias vezes. No fim, consegui arrastar ele pro banheiro, mas aí, ele me aprontou uma. Quando eu peguei ele pela mão e o arrastei pro banheiro, assim que entramos
ele foi e colocou a mão na minha bunda e simplesmente apertou como uma buzina, levei um susto, surpresa pela ousadia dele, por isso eu acho, não reclamei e nem falei nada, só pedi a ele pra entrar no chuveiro e sai fechando a porta, meio curiosa com ele, será que ele tem tesao em mim? Na sua babá? Fui terminar o almoço, pensando como a puberdade nos meninos era difícil.

Assim que ele acabou o banho, gritou que não tinha toalha, falei pra ele esperar que eu ia pegar. Mas aí, quando eu estava indo levar a toalha pra ele, o fedelho saiu do banheiro pelado e todo molhado e foi correndo pelo corredor até a sala, só vi a bunda nua dele sumindo na esquina do corredor. Falei pra ele parar de correr e voltar, estava molhando a casa inteira, foi então que ele veio correndo na minha direção e aí vi o menino peladão pela primeira vez, naturalmente que eu no automático, olhei direto pro pinto dele, mas agora foi a minha vez de arregalar os olhos, nossa, o menino tinha um pinto muito comprido e grosso pra idade dele, estava mole e balançando enquanto corria, batendo nas coxas, parecia uma salsicha escura, foi aí que pela primeira vez eu senti algo ao ver aquela imagem. Ele parou na minha frente e eu acordei e enrolei ele na toalha.

Na minha casa a noite, fiquei pensando o tempo inteiro na rola do moleque e o porquê isso mexeu comigo, que moleque pintudo. Outro dia eu estava lá cuidando do pestinha. Estava fazendo o almoço, quando ele pulou em mim e quis brincar de mão comigo, no começo falava pra ele me deixar fazer o almoço em paz, mas ele era terrível e eu acabei entrando na brincadeira com ele. Daí ele novamente pulou na minha perna e quis ficar me mordendo na coxa, eu na verdade até achava engraçado e brincava com ele, tentando tirar ele da minha perna enquanto ele mordia minha coxa através da calça legging. Eu ria enquanto ficava nessa lutinha, até que ele subiu mais e me abraçou pela cintura e nisso acabei sentindo o pirocão dele duro na minha perna, até que ele de repente começou simplesmente a “meter”, sério, ele ficou forçando e esfregando a virilha na minha perna, seria engraçado se não fosse algo tão safado, ele parecia um cachorro no cio trepando na minha perna. Logo senti seu cacete ficando muito duro e fiquei ansiosa e depois, excitada, porque lembrei da piroca dele balançando outro dia, esse menino é muito tarado.

Então, eu estava lá, rindo e tentando tirar ele da minha perna, mas aí me deu um tesão inexplicável, sério, não sei o que deu em mim. Eu olhei pros lados, principalmente em direção às janelas e então parei de tentar tirar ele, fiquei ali parada, com ele “transando” com a minha perna e os dentes na minha coxa, fiquei ali olhando o que ele varia. Ele continuou me mordendo na coxa em vários lugares e como estava abraçado comigo, senti sua mão também na minha bunda e o danadinho apertava com gosto, moleque safado. Não contente em pegar em mim, o neguinho foi até a trás de mim e mordeu minha nádega, senti um tesão maior ainda com isso, então eu só passei a mão na cabeça dele como pra fazer um carinho enquanto ele copulava com a minha perna. Foi aí que senti ele se tremer todo com o pinto bem duro pressionado na minha coxa. Senti a cabeça do pinto dele umedecer completamente e uma mancha escura se formou na ponta da barraca da sua bermuda e saiu um troço branco. Então ele se acalmou depois de ejacular, saiu da minha perna segurando o pinto como se tivesse algo errado e saiu pro quarto dele. Já na minha perna, tinha uma mancha esbranquiçada escorrendo, ele deve ter gozado muito forte pra porra dele der atravessado o tecido da bermuda e me veio aquele cheiro de gala depois. Fui até o banheiro e limpei com o papel higiênico, não acreditava que o menino tinha gozado em mim, o que foi isso? Fui embora a noite e não contei nada pro meu namorado, não sei porque, mas guardei o segredo do menino comigo.

CAPÍTULO 2

Apesar dele ser uma peste, eu estava cada dia mais me afeiçoando ao garoto e ele claro que gostou muito de mim, muito mesmo rs, ao ponto de eu chegar na casa dele e ele me abraçar e enfiar a cabeça no meio dos meus seios. Eu o abraçava de volta e fazia uma graça com ele, chegava bem pertinho do seu rosto, nariz com nariz e depois dava um beijo no seu rosto. Mas um dia, nós estávamos fazendo isso, eu abraçada com ele, cara a cara e ele simplesmente avançou e meu deu um selinho na boca, afastei o rosto no susto, sorri pra ele e falei que ele era abusado.

Ele às vezes ia brincar na rua e voltava todo sujo, então eu mandava ele direto pro chuveiro. Depois dele comer, normalmente ficávamos assistindo algo na tv se ele não tivesse lição de casa. Em um dia cuidando dele, algo novo aconteceu. É importante dizer que eu estava quase sempre de camisetinha branca e calça legging, era mais confortável pra trabalhar. Eu estava de boa fazendo almoço e o Zézinho me chamou no quintal, eu achando que ele estava precisando de ajuda corri pra lá, mas aí, aquela peste me aprontou. Eu ao passar pela porta, não vi o Zézinho escondido, segurando a mangueira de lavar o quintal e aí ele correu na minha frente e apontou a mangueira em mim, jorrando água e me molhando toda, que demoninho esse moleque. Levei um susto e não teve jeito, minha roupa ficou toda molhada. Eu dei uma bronca nele, mas ele apenas ficou lá rindo de mim, mas logo parou de rir, quando ele viu minha camiseta branca molhada e transparente colada ao corpo ele ficou quieto, olhando hipnotizado. Eu entendi porque, tava pra ver meu corpo inteiro, a camiseta ficou toda transparente, minhas tetas com o sutiã ficaram visíveis para ele e um pouco da minha calcinha.

Eu falava brava com ele, mas ele parecia nem ouvir, estava vidrado no meu sutiã. Então fui até o banheiro, puta da vida, tirei a roupa, ficando apenas de calcinha e sutiã, não era fio dental, era daqueles grandes mesmo, uso pra trabalhar, o sutiã nem era tão sexy e a calcinha parecia um shortinho. Não sabia agora o que eu ia fazer, roupa toda molhada, então estendi minha roupa no banheiro. Foi quando eu olhei pra trás e como eu deixei a porta aberta, porque estava fula da vida, não vi que o Zezinho estava atrás de mim. Ele estava parado na porta, me olhando, não sei a quanto tempo ele estava ali. Mas aí, eu surpresa com ele e semi nua como estava, olhei pra baixo e vi no shorts dele uma ereção, ele estava com a mão na cabeça da pica, que estava muito dura. Não podia recriminar o menino, eu devia ter fechado a porta e agora ele olhava minha bunda branca deliciosa e nua, aquilo devia ser muito pra ele.

Naquela hora, eu não sabia o que dizer, fiquei muda, olhando pra ele e para sua ereção na bermuda e ele hipnotizou totalmente, claro, eu estava pendurando minha roupa e minha bundona só de calcinha estava ali pra ele ver, logo o extinto de machinho dele ativou, logo eu, uma fêmea saudável e com um corpo delicioso, claro que até uma criança ia ficar de pau duro olhando. Mas e agora, o que eu faço? Eu devia ter ido pra minha casa me trocar, mas aí ia deixar ele sozinho, mas agora não tenho roupa pra vestir. Mas e daí, o que qui tem ele me olhar? Ele é um menino e estamos sozinhos aqui. Então decidi ficar só de calcinha e sutiã mesmo, até minha roupa secar pelo menos. Eu já estava mais calma e passei por ele, fiz um carinho na sua cabeça e sai pra terminar o almoço.

Será que isso ia dar coisa boa? Percebi que o menino ficou na minha cola e pela primeira vez, ficou quietinho rs. Não parava de me olhar e sempre que eu olhava pra ele de volta, ele estava com a mão na virilha, a piroca ainda dura, então do nada ele entrou no banheiro e lá ficou por muito tempo rsrs. Depois que ele saiu do banheiro, tive que esquentar o prato dele, porque tinha esfriado e percebi que a barraca armada na sua bermuda sumiu rs. Sério, que coisa louca saber que um menino bateu punheta pensando em você. Eu estava na mesa, comendo de frente pra ele, sim eu esperava ele pra comer também, nunca gostei de comer sozinha.

Meus seios redondos estavam destacados no meu sutiã, com o decote bem empinado e o fedelho não parava de olhar, criança é foda, nem disfarça. E se eu provocasse ele? Tenho que falar que essas olhadas de tarado mexiam comigo, ele olhava guloso mesmo, que tarado, e pensar que ele já tem tamanho pra manjar peito de mulher rs. Só pra ver a reação dele, de brincadeira claro, ficava ajeitando o sutiã, mexendo aqui e ali, puxava no meio, deixando meus seios quase saírem, puxava as alcinhas nas laterais, tudo disfarçando, como se estivesse me incomodando. Mas aí eu me ferrei nessa, eu tava prestando atenção no menino, enquanto eu comia e ao mesmo tempo provocava ele e nessa, meu sutiã escapou, não sei como, mas o biquinho rosinha do meu mamilo do peito esquerdo escapuliu pra fora, senti o vento da cozinha arrepiar na hora o meu mamilo, que estava duro como ferro com essa brincadeira. Então pensei naquele garoto, olhando meu mamilo de fora, todo rosinha e com o bico grande porque estava durinho, ele se arregalou e até parou de comer, mas rapidamente eu guardei o mamilo, rubra de vergonha, mas excitada pra caramba rsrs.

Ele se levantou e saiu da mesa e escutei a porta do banheiro se fechando. Eu ri sozinha na cozinha, pensando que eu fiz o menino bater duas no mesmo dia. Assim que ele saiu do banheiro eu entrei, dessa vez fechando a porta, claro. Fui fazer um xixizinho. Abaixei a calcinha e aí pisei em algo gosmento, olhei e vi umas gotas brancas no chão e umas pocinhas, tipo muito. O menino esqueceu de limpar o chão depois que gozou, aquele cheiro de porra subiu no meu nariz. Então, tava mijando mesmo, peguei o papal higiênico e passei pra limpar, pensando que o garoto além de pirocudo era sacudo também, vocês não acreditam em mim, mas parecia que alguém derramou o shampoo no chão e abriu a tampa, poxa ele é um menino ainda, acho que nem meu namorado goza tudo isso, tanto homem mais velho querendo engravidar a namorada e esse molequinho todo viril com o saco carregado rsrs. Assim que passei o papel, eu levei no nariz para cheirar, até o cheiro era diferente do meu namorado, que coisa. E o gosto? Será que era diferente? Não, para com isso Aline, você não vai provar a porra do moleque. Limpei o chão todo e me levantei.

Só me restava esperar agora. Fiquei na sala mexendo no celular e assistindo tv. Sabendo que o menino estava no quarto dele, eu me deitei de bruços no sofá e continuei a mexer no celular, daí o menino apareceu, nem tinha visto ele, menino parecia um ninja chegando de fininho assim. Olhei pra trás e ele estava secando minha bunda, não podia culpar ele, minha bunda era bem grande e gostosa. Perguntei o que ele tanto olhava e ele só rio e não disse nada. Mas então ele veio todo manhoso e me pediu desculpas por ter me molhado, eu falei que tava tudo bem, só que aí ele chegou e se deitou em cima de mim, me abraçando, achei fofo. Não teria malícia nenhuma, se não fosse o fato dos últimos acontecimentos e ainda eu estar de calcinha e sutiã. Ele estava com a virilha na minha bunda e comecei a sentir a rolinha dele começando a crescer, logo ficou pulsando na minha bunda e ainda o menino ficava se mexendo, só pra se esfregar em mim. Achei muito abusado da parte dele e logo falei pra ele sair de cima que eu não era cavalo, ele estava muito safado pro meu gosto. Ele saiu e eu fiquei pensando em como nossa relação estava diferente agora, será que toda essa intimidade era perigosa?

Porra, isso não saia da minha cabeça. Assim que minha roupa deu uma secada eu me vesti, ainda bem que foi antes da mãe do menino chegar e fui embora pensando em tudo isso. Uma coisa curiosa aconteceu, já em casa, eu em vez de paquerar meu namorado pra transar, estava ansiosa pra esperar ele dormir, porque simplesmente meu deu uma vontade louca de me masturbar pensando em tudo que aconteceu hoje.

CAPÍTULO 3

Era uma sexta-feira. Estava entrando na casa do Zézinho para começar meu trabalho de babá, quando a mãe dele, que ainda estava lá por hoje, veio falar comigo. Dona Neide disse que tinha que viajar esse final de semana pra trabalhar e não queria levar o filho, então me pediu se eu não podia olhar ele, mas peraí, eu ia ter que dormir na casa dela? Daí ela me disse que ia pagar mais, era tentador, então aceitei. Conversei com o Vini e ele me entendeu e até gostou do dinheiro que ia entrar rs. Mas aí ele me disse uma coisa, de brincadeira claro, antes de eu sair, mas com tudo que aconteceu naquela casa com o menino eu não pude deixar de sentir minha xana piscar, ele me disse que era uma pena eu sair e quem ia me aproveitar, era o Zézinho. Coloquei só umas duas trocas de roupa mesmo e fui ver o pestinha.

Assim que me encontrei com o menino ele veio me abraçar, só que o danadinho colocou as duas mãos na minha bunda enquanto eu abraçava ele, antes eu teria achando ruim, mas eu só ri pra ele dessa vez e não falei nada, mas percebi como ele era tarado. Eu estava no seu quarto, arrumando a cama dele, porque ele nunca fazia, apesar de eu pedir em inúmeras vezes. Eu me troquei pra ficar mais confortável, vestia hoje um shortinho de cotton, daqueles bem justo e uma camisetinha regata sem sutiã ou calcinha. Ele saiu do banho só de cueca e ficou mexendo comigo, como sempre. Falava pra ele se trocar e parar de graça, mas sabe como criança é foda, ele não parava quieto. Chegou por trás de mim e me atacou, me abraçou e grudou em mim, me atrapalhando arrumar a cama e praticamente me empurrando e aí ele com as duas mãos pegou e segurou nos meus peitos, nossa, moleque tarado! Eu segurei nas mãos dele pra tirar enquanto ele apertava minhas mamas, ele estava se aproveitando de mim na cara dura, sem medo de ser feliz. Tudo isso enquanto ele me dava uma encoxada, fixou sarrando minha bunda igual um tarado. Comecei a sentir o pau duro dele na minha bunda e nisso eu caí de quatro na cama, com ele ainda segurando meus seios com força. Daí ele começou a “meter” na minha bunda, igual ele faz na minha perna outro dia. Eu não acreditava, esse menino tem algum problema, eu estava de quatro na cama sendo sarrada por esse tarado mirim e com ele sentindo minhas tetas macias nas mãos. Eu tentei tirar ele de mim, até que me virei e cai na cama, falei pra ele parar com isso e me levantei, deixando ele ali rindo da minha cara. Eu saí dali com uma sensação de tesão, que coisa louca, esse menino me deixou excitada com essa brincadeira besta.

Cuidei dele a tarde toda e ele saiu na rua e eu fiquei de olho nele, vendo ele brincar. Fui tomar um banho e depois fiz janta pra ele e mandei ele tomar banho. Vesti um pijaminha, era um shortinho de algodão, torando na minha bunda daquele jeito e uma blusinha básica de alcinha fina do conjunto, eu sempre fico gostosa nesse pijamas, meu namorado fica doidinho e sempre quer transar, então eu só uso em casa mesmo, mas era só eu e o Zézinho aqui, não vi problema. Porém, um detalhe: por causa do calor e por eu estar me sentindo em casa já, fiquei sem calcinha e sutiã, no espelho eu via a sombra dos meus mamilos através da blusa branca e minha xota ficou com os grandes lábios divididos. Cansada, eu fui pra sala assistir tv. Me deitei de bruços no sofá, com uma perna meio dobrada e a delícia da minha bunda virada pra cima. Logo o Zézinho veio aqui pedir se podia pegar bolacha, mas assim que me viu paralisou e ficou olhando pra minha bunda. Eu falei pra ele que podia e ainda de canto de olho, eu reparava o moleque ainda olhando pra minha bunda e já começava a mexer no piru dele. Chamei a atenção dele, perguntei se ele ia ficar ali parado rs. Então ele foi pegar a bolacha e voltou correndo e se sentou na outra ponta do sofá. Ele comia e olhava pra mim e eu só me esticava para pegar uma bolacha. O sofá era daqueles que tinha espaço nas pernas, sabe. Então o menino, não sei se era só uma desculpa pra ficar perto de mim, mas ele disse que ia deitar em cima de mim, pra eu também pegar a bolacha. Então ele se sentou no meio, mais ou menos onde estava a minha cintura, deitou encostando a cabeça no meu tronco.

Ele acha que eu não via, periférico de mulher é poderoso rs, mas eu via ele girando a cabeça pra olhar minha bunda, provavelmente ficando excitado, minha bunda estava afetando o coitado, que a todo momento apertava o pinto na bermuda, eu via que começava a se formar um voluminho ali, o pau só não tava em pé ainda, esse menino não tinha vergonha na cara não? Desse jeito, eu via o volume na virilha dele mexendo sozinho, pulsando, o menino tava terrível, de pau duro na minha frente desse jeito, que tarado rsrs.

Como minha perna estava dobrada, ele descansava o braço em cima da minha coxa. Depois de terminar de comer, ele quis mexer comigo e pegou e me beliscou na coxa, dei um tapinha nele e falei pra ele parar de graça, mas o danado só ria. Agora mais ousado, ele beliscou a minha nádega e deu uma pegada na minha bunda, safado, aí eu fui e fiz cócegas na barriga dele, pra que né, ele ficou mais abusado e começou a mexer comigo e fazer cócegas no meu pé e depois na minha cintura. Já entendi que ele estava querendo me atazanar a vida. Então, rindo com as cócegas, eu tentava tirar as mãos dele de mim e entramos em uma lutinha e foi aí que ele começou aquele negócio de agarrar minha perna e me morder. Como hoje eu estava de shortinho, ele mordeu minha coxa na pele mesmo, senti a boca dele me mordendo de leve, mas diferente da outra vez, ele também dava umas chupadas na minha coxa, babando na minha pele, acho que esse neguinho tá achando gostoso minha coxa branquinha. Não vou mentir, eu estava gostando de sentir ele com a boca na minha coxa, eu estava sentindo um tesãozinho gostoso, mas coloquei na cabeça que era só uma brincadeira inocente.

Ele estava virado com as pernas na direção do meu rosto agora, como se fosse um 69 e com a boca na minha coxa, e de cara vi o seu pintão duro no shorts, que situação. Eu agora atacava ele também, fazendo cócegas na cinturinha dele, até levantei a camiseta dele pra pegar na pele mesmo, fazendo ele rir, mas ele ia e me mordia de novo pra se “defender”. Brincando desse jeito, acabamos nos divertindo e foi uma coisa muito excitante.

Então a coisa desandou de vez, ele cada vez mais encostava em mim, comigo rindo. Eu abria e fechava as pernas e me mexia muito, então nessa, comecei a sentir o pau duro dele tocando nos meus seios. Só que eu não previ o quão tarado ele podia ser. Comigo fazendo cócegas, ele foi subindo em mim, suas pernas praticamente na minha cara. Até que sua cabeça ficou no meio das minhas coxas, nem me toquei na hora, mas os picos dos meus seios estavam duros, eu estava com um baita farol aceso. Eu sentia sua rola dura nos meus peitos, mexendo pra lá e pra cá. Não queria, mas estava sentindo um tesãozinho com esse menino em cima de mim.

Nessa brincadeira, eu peguei e mordi a coxa dele também, pra me vingar, e continuamos fazendo cócegas um no outro, eu continuava a sentir aquele pintão que parecia uma salsicha na minha teta, estava tão duro e tesudo que eu conseguia até sentir que estava apontando para cima.

Ele tentava fazer cócegas em mim como retaliação, mas essa brincadeira estava fazendo minha xoxota piscar muito. E aí ele fez uma coisa que mudou o rumo da brincadeira. Como ele estava com a boca na minha coxa, me babando inteira, ele foi descendo e deu de cara com a minha xoxota, que era bem gordinha, então se destacava muito bem no shortinho. Eu não conseguia olhar pra ele, mas imagino que ele ficou paralisado, olhando minha xana a 5cm do seu rosto. Então do nada, esse menino me deu uma mordidinha na lateral da buceta! Mas minha xota piscou forte nessa hora e senti uma umidade descendo, que cara de pau esse moleque, ele não fez isso. Fiquei quieta, até que ele mordeu de novo, mas agora ficou com a boca ali, dando mordidas de leve e babando no meu shortinho. Nossa como essa sensação é gostosa. Era pra mim reclamar e parar com isso, mas acabei fingindo que não vi nada e continuei a brincar com ele.

Foi assim que eu comecei, no meio das minhas risadas, a gemer. Falava pra ele parar e ria enquanto levava mordida na buceta. E, em vez de eu continuar fazendo cócegas nele, eu apertava sua cintura com o tesão crescendo e aí pra completar a taradisse dele, ficou mexendo o quadril de leve, bem nos meus seios. Seu pau esfregando no meio das minhas tetas, parecia uma espanhola invertida. Nessa hora eu estava deitada pra cima e ele deitado em cima de mim, esfregando a piroca nos meus peitos e a boca na minha xota, então acabei abraçando esse menino e já escutei sua respiração mudar. Cada vez que ele colocava a boca na minha buceta, eu fechava as coxas na cabeça dele e comecei a movimentar o quadril pra cima, puta que pariu!

Quero confessar que minha vontade era de pôr aquela piroca dura na minha boca, sério, eu salivei agora. Ele aumentou os movimentos com o quadril, fudendo meus peitos, bem gostoso. Comecei a gemer com a cara enfiada nas pernas dele. Era quase, 11h da noite, o mundo estava silencioso, com exceção da tv ligada e eu só pensando que queria gozar gostoso na boca desse moleque tarado, ninguém ia saber. Pensava no meu namorado aqui ao lado, e eu com essa brincadeira sacana com o menino que eu estou cuidando.

Então, senti cada vez mais minha buceta molhando e se contraindo, eu estava quase, não queria que ele tirasse a boca agora. Mordi a perna do menino para abafar meu gemido, daí, gozei. O moleque se assustou com aquele banho que ele levou na boca, mas eu não deixei ele afastar a boca dei uma trancada com as pernas e só soltei ele quando terminei. Nisso, ele também não aguentou, e logo senti o pau dele pulsando forte e um líquido quente inundando a região dos meus seios, só ouvia o seu gemido, meu decote ficou todo leitado de porra. Depois ele se levantou, olhando pra mim com aquela cara de tímido que fez merda, bom, ele eu fizemos. A melhor coisa a se fazer era não dizer nada e fingir que não aconteceu. Falei pra ele que estava tarde e mandei ele dormir, e aí ele foi sem reclamar. Eu arrumei o sofá pra não deixar nenhum vestígio dessa “brincadeira” e me arrumei para dormir no sofá cama, sim, nem me limpei, dormi ainda suja com a porra dele.

CAPÍTULO 4

No dia seguinte eu acordei cedinho e tomei banho, coloquei outra camisinha e fiz o café pro menino. Fiz chocolate, pão na chapa etc. Então fui no quarto dele para acordá-lo. Falei pra ele levantar e tomar café. Ele comeu bem, tomou o leite inteiro e comeu muito, ele estava com muita fome, acho que eu tinha culpa nisso rsrs. Depois ele quis ir brincar na rua e eu aproveitei pra estudar. Já tinha se passado muito tempo que ele não voltava e eu comecei a ficar preocupada, mas daí ele apareceu, estava todo sujo de terra, que menino terrível, mandei ele ir pro chuveiro, ele estava muito sujo e ia sujar a casa inteira, aí eu corri pra levar ele para o banheiro.

Liguei o chuveiro e já fui tirando a roupa dele, naquela hora eu não estava com maldade nenhuma, sério, mas ao ver o seu pinto grande aquilo já me acendeu de novo, ele é muito pirocudo. Eu ainda usava o mesmo pijaminha de ontem, mas estava descalça. Coloquei ele embaixo do chuveiro, sem conseguir parar de olhar para aquela salsicha balançando no meio das pernas dele. Comecei a passar a esponja nele e tirei muita terra do seu corpo, porém, no processo claro que eu me molhei inteira, só reparei quando eu vi sua cara olhando fixamente pros meus peitos, daí eu olhei pra baixo e vi minha camisetinha toda molhada, ficando transparente, e agora eu não usava um sutiã, então já viu né, meus mamilos rosados ficaram visíveis e o garoto estava com os olhos gulosos pros meus peitos. Não tinha o que fazer agora, então acabei deixando pra lá, mas o menino não parava de olhar um minuto, que além da transparência da blusa ele podia ver o meu decote quando eu me abaixava. Mas o pior, era que ele estava tendo uma ereção, vi sua piroca pulsar e crescer cada vez mais.

Como ele era arteiro, ficou jogando água em mim, querendo me molhar mais ainda, ele já tinha entendido como funciona o lance da transparência, de bobo ele não tinha nada rs. Toda vez que ele me molhava, minha blusinha grudava mais na minha pele, revelando mais dos meus mamilos que ele gostava tanto de ver. Eu acabei rindo e não ligando pra isso, deixei que ele olhasse à vontade. A verdade era que o menino olhava tanto, que acabei ficando com um tesãozinho e os bicos dos seios endureceram, tudo na frente dele, não sei o que passava na cabeça dele, vendo meus mamilos crescerem assim do nada rs. A rola dele já estava dura e apontando pra cima, como é bom ser jovem, tudo sobe fácil rsrs. Era um pirocão de respeito, não tive como não ficar olhando.

Assim que terminei de esfregar ele e sem pensar em ter problemas eu fui lavar aquela piroca também né, serviço completo. Pra não machucar, eu larguei a esponja e passei sabão na minha mão, então comecei pelo seu saco. Lavei bem o saco dele, fazendo seu pau balançar muito por estar duro, ele ficou quietinho só olhando, o pilantrinha dava gostando rs. Daí passei a lavar seu pintão erguido. Enchi minha mão de sabão e passei na rola dele, era a primeira vez que eu pegava naquele pau, estava dura demais e quente. Com a pica dura desse jeito, não tinha outra maneira, eu fechei a mão em volta e passei em cima a baixo, como se estivesse punhetando mesmo, mas fazia devagar pra lavar bem. Zézinho só ficava olhando eu lavar o pinto dele quietinho, olhando para os meus peitos e logo ele estava estranho e seus olhos entortando. Lavei a cabecinha do pau também e dei um trato completo.

Continuei nessa pulheta mais um tempo e era difícil eu mentir agora, eu queria fazer isso desde que eu vi a piroca dele pela primeira vez. Tava muito gostosa essa pulheta, não só pra ele, mas também pra mim, seu pau estava quente e mega duro, sentia pulsar na minha mão. E logo veio, seu pau pulsou mais forte e seu pau espirrou um jato de gala pra cima, que me pegou de surpresa. O jato voa e cai espirrando na minha cara, pegando da minha testa até minha boca. Eu olhei assustada e ao mesmo tempo impressionada e logo veio o segundo jato voando, tentei desviar, mas acabou pegando um pouco inda no meu rosto e blusa. Mas também né, eu não largava o pau do menino, quanto eu soltei a rola dele já era tarde demais, levei outras jatadas de leite na minha blusa e bem nos meus peitos. Logo relaxei e deixei ele terminar de gozar, foram vários jatos no meu pijama e escorrendo no meu decote, barriga e até na minha coxa espirrou, minha mão estava toda suja de porra também, goza bem esse menino, soltou muita porra, dava carregado o danado. O pau do menino ficou mole depois de ter acabado de gozar e eu terminei o banho dele. Lavei minha mão na água do chuveiro e o rosto, mas não antes de sentir o gosto da gala dele na minha boca. Depois enxuguei ele, deixei ele sair do banheiro e fechei a porta pra tomar meu banho e aproveitei pra me masturbar, essa foi a coisa mais louca que eu já fiz.

Coloquei uma camisetinha pra ficar em casa e ao invés de colocar meu shortinho, resolvi pôr só uma calcinha pra ficar em casa, dessa vez era uma calcinha mais sexy e entrava na minha bunda, era assim que eu ficava em casa com o meu namorado, não achei nada demais, era só eu e o menino aqui, igual da outra vez. Fui até a sala onde o Zézinho assistia tv, já olhando pra mim daquele jeito, tadinho, não devia ter ficado só de calcinha, será que fiz certo?

Fiquei mexendo no celular enquanto ele assiste tv, me encostei no braço do sofá e coloquei as pernas dobradas em cima do assento, assim ficando com a minha bunda virada pra ele. De repente eu vejo um movimento sutil e olho pra ele, rapidamente ele para de olhar pra minha bunda e tira a mão de dentro do shorts, mas o que esse menino tava fazendo? E isso aconteceu outras vezes, ele ficava com a mão dentro do shorts, mexendo na virilha e tirava assim que eu pegava ele no pulo rs. Eu sei que não deveria ficar só de calcinha na frente dele, mas eu fiquei com um desejo muito grande de fazer isso. Depois eu peguei algo pra gente comer e fiquei assistir tv com ele. Nesse horário passava TV Cruj e a gente ria, se divertindo.

Eu e ele estávamos mais próximos um do outro e logo eu peguei na cabeça dele e fui puxando ele pra deitar a cabeça no meu colo, sei lá, me deu vontade de paparicar meu menino arteiro. Assim fiquei fazendo carinho nele enquanto assistia o desenho. Ele ficou com as pernas juntas de lado, acho que ele queria esconder a ereção rsrs. Dessa vez eu que quis brincar com ele. Estava fazendo carinho na barriga dele e logo fazia uma cosquinha, aí ele se arreganhou todo e abriu as pernas, foi aí que eu vi a barraca armada, sério gente, ele tava com uma baita ereção, pau durinho de novo rs, se fosse o meu namorado ia levar meio período pra ficar de pau duro depois de gozar, mas lá estava o Zézinho, pau erguido novamente.

Não sei se foi o fato que nossa intimidade estava maior agora, mas eu resolvi mexer com ele, perguntei pra ele “O que era isso aqui” e apontei pra rola dele. Zézinho só ria e eu fiquei fazendo cosquinha nele e daí eu fui e dei uma pegada na rola dele, perguntando o que era isso aqui de novo, fazendo ele rir mais ainda, mas vi que ele gostou que eu peguei na piroca dele. Daí eu fui e pegava de novo e soltava, ficava fazendo isso enquanto fazia cosquinha nele, dizendo: “Que coisa feia isso aqui desse jeito na minha frente rs”. Ele tentava tirar minha mão do pau dele, mas ele gostava que eu desse umas pegada na piroca, era fingido esse menino.

Até que eu peguei de jeito na cabeça da pica dele e fiquei segurando, estava muito dura aquela rola, no começo ele ficou com as mãos em cima da minha, rindo, mas logo ele parava de rir, ficando cada vez mais excitado. Fiquei fazendo uma masturbacão na cabeça dele e fiquei vendo sua reação. Eu estava com muito tesão também e comecei a colocar minha outra mão no meu seio e nisso vi que ele ficou olhando pros meu seios. Agora eu já apertava e mexia na rola dele, mas não tinha coragem de tirar o pau dele pra fora.

Estava tão gostoso apertar meus seios, sempre gostei que meu namorado apertava e chupava. Meus mamilos estavam enrijecidos, já que aquela rola do Zézinho estava dura demais na minha mão. Eu apertava os lábios um nos outros com aquela ansiedade gostosa subindo no peito. O menino não parava de olhar pros meus seios e via eu apertando eles. Eu olhei pra ele e dei um sorriso, não sei se foi isso que o motivou ou foi que ele estava com muito tesão, mas logo ele foi com a mão em direção ao meu outro seio e deu uma pegada com a mão espalmada, fiquei envergonhada e excitada, mas coloquei minha mão em cima da dele pra tirar, e daí ele disse pra mim deixar só um pouquinho ele pegar e eu fiquei pensativa, não queria tirar a mão dele. Eu ria pra ele e sentia ele apertando meu seio macio, então deixei ele ficar apertando. Os biquinhos dos mamilos a ponto de furar a blusinha e ele se divertindo pegando na minha teta.

Depois de uns minutos assim, ele quis invadir a minha camiseta, eu podia ter segurado ele, mas deixei ver até onde ele ia. Então, senti as mãos dele entrando por baixo da minha blusinha e alcançar meu seio e pegou, me deu um arrepio na hora, ele ficava pegando de leve, vendo a minha reação, mas ele ainda estava na parte de baixo, logo ele subiu mais e encontrou o meu mamilo durinho e assim ele começou a pegar e apertar com a mão cheia. A sensação de pegar nos seios a primeira vez devia ser muito gostosa pra ele. Eu sentia meu mamilo entre os dedos dele enquanto ele apertava, sentindo como meu peito era fofinho com a pele de seda.

Eu sentia seu pau pulsar na minha mão, e olha só o que o danado fez, ele começou a subir a minha camiseta e aí pôs minhas tetas pra fora, ali estava meus seios em todo seu esplendor, brancos como leite, com os mamilos bem rosinhas e bicudos, ele ficou gamado nas minhas tetas. Meu coração ia pular a qualquer momento, que loucura eu tô fazendo, minha xana não parava de piscar. Então ficamos assim, eu apertava um seio e ele o outro, enquanto eu batia uma punhetinha por cima do seu shorts, nem ligamos mais para o desenho passando.

Eu queria mesmo era me masturbar também, mas a cabeça dele estava em cima da minha xota. Então fiz uma loucura, estava com um apetite grande de fazer sacanagem com esse menino. Eu peguei na cabeça dele e trouxe pro meu seio, ele pareceu entender e sem se conter ele abocanhou meu mamilo, nossa, minha buceta contraiu na mesma hora. Assim, coloquei minha mão na xoxota e comecei a molhar os dedos na danada. Sentia a boca dele mamando, molhando meu seio com saliva, sentia sua língua pegando no meu mamilo duro e ele chupava bem gostoso, mamava mesmo.

Eu não estava mais aguentando, coloquei a mão por dentro do seu shorts e comecei a bater uma pra ele, seu pau estava quente como madeira no sol e o pré-gozo babava tudo na minha mão. Então ele se mexeu no meu colo, deu um tranco com a cintura e logo senti seu pau pulsando violentamente na minha mão, a porra dele saindo e melecando tudo, gozou muito forte, sentia aquele leite quente cobrindo toda a minha mão. Não sai dali até eu gozar também e quem disse que ele parou de mamar em mim rs, pelo jeito ele gostou de chupar minha teta.

Então eu gozei, gozei gostoso com um gostinho de quero mais. Daí eu levantei e falei pra ele tomar banho de novo e pra minha surpresa ele me obedeceu sem reclamar, será que eu acalmei a fera? Rsrs. Quando ele estava indo pro banheiro, ele se virou e disse pra mim tomar banho com ele, e agora? Fiquei íntima demais com esse menino, mas quer saber? Dane-se, que mal tem. Falei pra ele, tá bom, e fui com ele até o banheiro.

Tiramos a roupa toda agora e ele colou os olhos em mim, principalmente na minha xota, que era a primeira vez que ele via, bem gordinha e lisinha, com labios claros com tons de rosa e vermelho. Entramos no box e tomamos banho, até que percebi que ele não parava de olhar pra minha vagina, eu passava a mão pra limpar e olhava pra ele, até que eu perguntei se ele queria pegar, ele balançou a cabeça todo tímido. Então eu peguei na mão dele e trouxe pra minha xoxota, fiz ele passar os dedos nos lábios e depois coloquei por dentro mesmo, fazendo um sobe e desce com os dedos dele, ele pareceu gostar e entender como eu queria, homens teste novos já quererem agradar a mulher rs.

Ele ficava me perguntando se era assim que fazia e logo eu deixei ele fazer sozinho. Mas ele queria mais, esse pivete era ganancioso, pegou e abocanhou meu seio de novo, então eu coloquei a mão na cabeça dele pra afastar, onde isso ia parar? Mas ele mamava tão gostoso, então deixei ele ficar me chupando, e ele nem tirou os dedos na minha xana. Eu me segurei na parede do box e fechei os olhos, estava gostoso demais. Quando eu estava chegando ao clímax, eu abracei a cabeça dele, apertando contra meus seios e comecei a beijar sua testa, dava uns beijos de tesão mesmo, logo beijava a lateral do rosto dele até chegar bochecha. Eu gemia bem baixinho e apertava o menino, esmagando seu corpo contra o meu e daí gozei de novo, isso nunca aconteceu, eu nunca gozei duas vezes no mesmo dia, nossa.

O menino achou que eu fiz xixi nele rsrs, tirou a mão rapidinho assustado rs. Ele claro que ficou de pau duro de novo, mas não queria bater outra pulheta pra ele, meu tesão saiu tudo pela buceta, mas fiquei com dó dele, ia deixar ele de pau duro rs, mas logo, logo abaixa, porém ele ficou no box se masturbando enquanto eu me enxugava, tadinho, fui bem egoísta agora. Me enrolei na toalha e ajudei ele, terminei aquela pulheta pra ele, fazendo bem rápido até ele gozar de novo.

Colocamos a mesma roupa e jantamos. Zézinho repetiu o prato duas vezes, estava faminto, gozar dá uma fome rsrs. Depois nada aconteceu, eu fui dormir na sala e ele no seu quarto, os dois bem saciados com essa sacanagem toda.

CAPÍTULO 5

Acordei cedinho como de costume, me espreguicei antes de levantar, nunca dormi tão bem como hoje. Domingo, amanheceu bem nublado, ia vir chuva. Mandei bom dia pro meu namorado no whats e ele perguntou se eu queria que ele me fizesse companhia, eu falei que tudo bem, ia chover mesmo e eu estava presa com o Zézinho em casa. Coloquei um shortinho pro meu namorado não estranhar que eu estava só de calcinha na casa do moleque. Vini veio e fizemos café da manhã, comemos e ficamos conversando na cozinha. Percebi que o Zezinho estava demorando pra levantar, sei que nessa idade se deixar só levanta na hora do almoço. Falei pro Vini que ele podia ligar a tv e fui acordar o garoto pimentinha, versão neguinho rsrs.

Assim que abri a porta, me deparei com uma coisa louca. Zézinho estava dormindo ainda e com o corpo virado pra cima e sem nenhuma coberta, pelo calor abafado no quarto imagino. Porém a sua bermuda estava esticada, com uma baita barraca armada, o menino estava de pau duro com aquela ereção matinal. Que moleque pintudo meu deus. Cheguei perto dele com a intenção de acordá-lo e me sentei na beirada da cama, mas não conseguia parar de olhar aquele pinto duro. A curiosidade era muito forte, eu queria ver nem que seja só mais uma vez. Com cuidado eu peguei na sua bermuda e fui puxando, primeiro pra cima, porque o pau dele estava igual um foguete pronto pra decolar, depois para baixo, aos poucos revelando aquela piroca. Então puxei tudo e vi ali, um pauzão duro com a cabecinha toda úmida que ainda ficava pulsando sozinho. Estava mais grossa do que eu me lembrava, acho que como ele estava dormindo, eu podia olhar bem agora, ver com detalhes aquele salsichão, era um pau de respeito, mais um pouco e ele alcança meu namorado. Meu coração acelerou e meus mamilos endureceram como mágica. Eu preciso tocar nele, só mais uma vez, só um pouquinho. Olhei pra porta, tinha deixado encostado, Vini estava assistindo tv. Coloquei a mão de leve na cabecinha do pau dele, estava úmida, o pau dele se mexeu quando eu toquei, ele devia estar sonhando eu acho, comigo pelo jeito rs. Será que ele está sonhando que está me comendo? Tipo, em vez de a gente ter ido dormir ontem, ele afastou minha calcinha e meteu piroca na minha carnudinha e me comeu gostoso e eu estava pondo chifre no meu namorado com uma criança.

Agora quem estava sonhando era eu, acordei. Olhando aquela salsicha preta, fechei minha mão no pau dele, tudo devagar pra não acordá-lo. Comecei a movimentar a mão em uma punheta, sem pressa, só segurei firme com movimentos pra cima e pra baixo. Seu pau estava quente e muito duro, bem diferente do pau do meu namorado, que ficava mais ou menos. Então coloquei minha mão na minha própria vagina e me masturbei, enquanto batia aquela punhetinha pro menino. Não demorou muito e o pau dele começou a pulsar forte na minha mão, ele ia gozar e gozou. Aquele leite branco saia em abundância da cabeça dele, bem branco mesmo, os primeiros dois jatos saíram espirrando para fora, manchando a camiseta dele, mas depois, só escorria na minha mão, nossa, esse menino já pode engravidar uma mulher, aquele leite saia em abundância. Continuei a pulhetar até sair tudo e o pau dele começou a amolecer. Poxa, nem deu tempo de eu gozar.

Limpei ele e vesti a sua bermuda e fui ao banheiro. Dai, eu cheirei minha mão e percebi uma coisa, a porra dele estava cheirando melhor agora. Falam que quando a mulher se apaixona, ela sente o cheiro do macho muito melhor, porque a porra de homem tem um cheiro horrível na verdade, mas o do Vini começou a ficar cheirosso assim na terceira semana de namoro. Sem pensar muito e com a buceta ainda piscando, eu dei uma lambida na mão, nossa que delícia. Dei umas três lambidas e depois fui lavar a mão. Assim que o Zézinho acordou, eu levei ele pra tomar café e apresentei ele ao Vini, mas o curioso foi que o Zézinho não gostou dele, ficou de cara fechada quando eu disse que era o meu namorado. Então deixei ele tomar café na cozinha e fui pra sala assistir tv com meu namorado.

Passou um tempo e eu percebi o Zézinho muito quietinho. Falei pro Vini que ia olhar o menino. O garoto estava no seu quarto todo empurrado, deitado na cama. Sentei na beirada e perguntei o que foi, mas ele não queria falar direito comigo, será possível que ta com ciúmes do meu namorado? Passava a mão no cabelo dele, fazendo um chamego pra ver se ele se animava, tadinho, primeiro coração partido da vida. Então eu deitei ao lado dele e o abracei, tentava animar ele, sabia que ele estava com ciúmes do Vini e quis agradar ele. Fiquei com o coração doendo ver meu menino sofrendo.

Quando vi que ele estava falando comigo eu fazia um carinho na barriga dele e disse pra ele que sabia o que poderia animá-lo, mas falei pra ele me prometer que ia melhorar essa cara. Então com a certeza que o Vini estava na sala, eu levantei a minha blusa até expor meus seios, o danado já sorriu ao ver minhas tetas branquinhas. Puxei ele pra mim e pus meu seio na moca dele, deixei ele mamar a vontade, o que ele fez com gosto. Ele agora estava mais à vontade e mamava guloso, sugando meu peito bem gostoso. Eu passava a mão nas costas dele e foi quando ele buscou a minha mão querendo trazer ela pra sua virilha e eu acabei deixando, peguei no pau dele já duro de tesão e bati uma bem gostoso pra ele, ai o espertinho já colou a sua mão no meu outro peito e assim continuou a mamar. Eu estava fazendo sacanagem, era quase uma transa, com um garotinho e meu namorado na sala me esperando, eu ficava mal de por chufre no vini com um molequinho, mas o tesão era muito forte.

Eu estava quase gozando e assim eu joguei uma perna em cima do menino e intensifiquei a pulheta nele. Gozamos quase juntos, com ele espirrando tudo na minha barriga. Assim eu coloquei um sorriso nele, então me ajeitei e sai do quarto. Vini ainda me esperava na sala e me perguntou se estava tudo bem, disse que estava, ele só precisava de uma atenção rs, e o Vini ainda disse que homem não podia ver uma mulher cuidando deles que eles já queriam se aproveitar, pois é, Zézinho ta se aproveitando muito de mim ultimamente.

Com meu namorado por aqui, eu e Zézinho não “brincamos” mais. Passamos o dia nós três no domingo e a noite Vini foi pra casa. À noite, quase na hora de dormir, eu arrumei o sofá cama pra mim, tirei meu shortinho, ficando só de calcinha e camiseta. Fiquei assistindo TV até tarde e comendo pipoca. Já eram duas da manhã e estava sem sono. Vini só não dormiu comigo porque amanhã a mãe do Zé chega cedo, não queria arriscar, ela poderia achar ruim.

Estava encostada na cabeceira e sem coberta, minha camisetinha estava toda arregaçada, deixando minha barriga de fora e minhas pernas roliças toda no seu esplendor, só com uma calcinha clara de rendinha. Quando, do nada, aparece o Zézinho do meu lado, dizendo que não conseguia dormir. Ele nem conseguia me olhar nos olhos direito, desviava o olhar pro meu corpo, comigo só de calcinha toda gostosinha, era uma provocação, mas em minha defesa era pra ele estar dormindo! Chamei ele para deitar comigo. Mas ele não só deitou do meu lado, como também se aconchegou em mim, achei fofo, mas também safado da parte dele rs. Ele pôs a cabeça no meu peito e uma perna em cima da minha e me abraçou, então eu abracei ele também e assim ficamos.

Ficamos um tempo assistindo a tv, e o inevitável foi acontecendo. Eu sentia na virilha dele, que estava bem colada na minha coxa, seu pau ficando durinho da silva. Ele consequentemente, começou a mexer o quadril de leve, era natural para um garoto da idade dele ficar se mexendo quando fica excitado. Mas o problema era eu ficando excitada junto com ele, isso é o que não estava dando certo. Meus mamilos ficaram logo tesudos e cresceram ficando duros, como o Zezinho estava com a cabeça bem em cima deitado, ele sentiu. Então, Zezinho levantou a cabeça e olhou pro meu seio, com o biquinho furando a camisetinha, eu olhei pra cara dele e achei graça, ele fez uma cara de espanto rsrs, e seu pau começou a pulsar várias vezes, já imaginei que ele ia querer mamar em mim, mas não queria deixar isso virar costume, não era assim a hora que ele quer, daí puxei ele pra deitar de novo e não dar ideias.

Assim que acabou o filme do corujão, ele pegou o controle da tv e quis assistir algo, mesmo eu falando pra ele ir dormir pelo horário. Mas não sei como ele conseguiu achar um canal onde passava o cine prive, e logo já tinha uma cena de sexo, um casal trepava pra valer, fiquei vermelha de vergonha e tentei tirar o controle dele, mas quem disse que o safado deixou. Ficou rindo da minha cara e assistindo o pornozão. Ele pediu pra assistir rapidinho e depois trocava, daí eu falei dá bom, deixei ele assistir um pouco e continuamos deitados.

Vi que ele começou a apertar o pau na bermuda, isso não vai prestar. Só que ele estava muito interessado no que estava vendo, quase hipnotizado e pegava no pauzão dele, que já não tinha vergonha na cara, se é que um dia teve. Ai do nada, ele pôs a rola pra fora e eu falei “Que isso menino!”, mas ele não disse nada, ficou lá, se estimulando sozinho assistindo porno do meu lado, perdeu a vergonha total, e eu como não sou de ferro, também estava com tesão na buceta, a cena de sexo era até excitante e ver a rola do menino mexia comigo de uma forma louca. Eu ria de nervosa com esse fedelho pirocudo. Falei pra ele guardar “aquilo”, mas ele só ria da minha cara e continuou a se masturbar.

Começou uma cena com a mulher fazendo um boquete gulosos no cara, foi engraçado porque ele falou assim, “Eita, caraca, a mina da chupando o cara”, falei pra ele que era sexo oral. Então ele olhou pra mim com um sorrisinho e eu olhei pra ele e ficamos nos encarando, então imaginei que ele estava tendo muitas ideias na cabeça, aí eu falei pra ele “nem vem que não tem rs”. Então ele simplesmente parou de assistir e me abraçou novamente do jeito que estávamos, mas agora ele estava com o pintão duro no pelo na minha perna e senti o pré-gozo dele umedecer minha coxa.

Ele queria aprontar, isso era óbvio, tava pra ver na sua cara. Estava excitado de pau duro com uma mulher gostosa do lado. Então ele começou a me beliscar e fazer cócegas na lateral da minha barriga, ele queria me provocar como sempre fazia, sabia que sempre a gente terminava “brincando”. Aí ele foi e meteu a mão no meu seio e apertou, eu ri e tirei a mão dele, falei pra ele parar de graça e ir dormir que já estava tarde. Mas ele não queria saber, ficou pegando em mim, passando a mão na minha barriga e pegava de novo no meu peito e dava aquele aperto gostoso, pensei, isso não vai prestar.

Falei pra ele, se ele não parasse e fosse dormir eu ia apertar o pau dele, mas ele nada de se intimidar, estava muito abusado pro meu gosto. Então ele simplesmente levantou a minha camiseta e pôs uma teta pra fora e já caiu de boca, nossa, que safado guloso! Eu dei muita liberdade pra ele, agora ele acha que pode ser a hora que ele quiser, que eu sou o brinquedinho dele, pode uma coisa dessa?

Eu fala pra ele que não, era pra ele ir dormir, mas o danado nao queria nem saber, ficou mamando no meu seio, mamava bem gostoso o pilantrinha, e eu não tinha nem forças mais pra tirar ele, tava muito bom a boquinha dele me chupando, ele abria o bocão e colocava o mamilo inteiro na boca e mamava com vontade. No fim, acabei deixando ele se satisfazer, quem sabe assim ele não dorme mais rápido. Eu já estava com a xota babada, então, já nessa nossa intimidade e sem me importar com a situação, eu coloquei a mão por dentro da calcinha, já que eu to na chuva né. Ele ficou lá, aproveitando do meu seio branquinho, que a essa altura estava bem vermelho na área que ele mamava. Chupava e puxava meu seio com a boca, parecia um bezerro desmamado.

Mas então, depois de um tempinho, ele parou e simplesmente foi se levantando. Percebi tarde demais, quando ele simplesmente colocou aquela rola dura na minha cara, sério, se fosse um homem ou até o meu namorado, teria achado broxante, mas achei graça desse menino querendo um boquete meu. Só que eu percebi a intenção dele e virei o rosto na hora, não gente, isso é demais né, fazer um boquete em uma criança, pra mim já tínhamos passado todos os limites nas nossas brincadeiras. O Zézinho não desistiu, mesmo comigo falando que não, que era pra tirar esse pinto da minha cara, mas eu ria quando falava, acho que ele não me levava a sério. Então ele continuou com a rola dura esfregando na minha cara, tentava passar na minha boca e eu trancava os lábios, mas não deixei de sentir o pré-gozo da cabeça da pica umedecendo meus lábios e bochechas.

Eu virava o rosto de um lado para o outro, não deixando ele encostar na minha boca e nisso eu e ele riamos muito, era uma safadeza gostosa, confesso. Eu queria muito chupar ele, mas isso é demais da conta. Foi aí que eu disse pra ele que ia morder seu pau se ele colocasse na minha boca, ai o pestinha, abusado que só, disse que podia morder. Então ele forçou a cabecinha do pau nos meus lábios fechados e eu resolvi testar ele. Afrouxei os lábios e deixei o pau entrar na minha boca, ele deu uma gemida que não vou esquecer, era seu primeiro boquete. Deixei ele enfiar o pau até sentir ele na parte interna da minha bochecha, nossa, que pau gostoso gente. Ai eu deixei ele se aproveitar e… Dei uma mordidinha no pau dele, de leve, mas firme, ele tirou o pau da minha boca na hora, rindo muito, safado. Falei pra ele, “ Não disse que ia morder rs, bem feito” Ai o safadinho, abusado como sempre disse que foi gostoso e avançou com aquele pau na minha boca. Na real eu tava com muita vontade de fazer um boquetinho nele e essa situação me deu garagem.

Quando ele veio novamente eu deixei ele entrar na minha boca de novo, mas dessa vez sem morder, apenas dava leves mordidinha na rola dele, mas nada forte, assim eu comecei um belo boquete nele, dava uma delícia sentir aquele pinto na boca. Eu chupava e mamava sem por as mãos, deitada e com ele de joelhos ao meu lado, só deixava ele fazer um vai e vem na minha boca, claro que eu também mexia a cabeça, acompanhado. Continuei minha siririca e apertava meus peitos com a outra mão e ele tinha sua mão no meu outro seio, que não importa o que acontecia, ele não tirava a mão de lá rsrs. Saboreie bem aquela rola, chupei toda a extensão, deixando ele enfiar bem fundo antes de voltar, era um belo boquete, fiz sem frescura, apertando bem os lábios no seu pau e chupando bem gostoso, me entreguei totalmente nesse boquete e minha mão na xota trabalhando, me masturbei com força, deixando minha bucetinha vermelha.

Não sei quanto tempo eu estava mamando o menino, mas logo senti o pau dele pulsando mais forte e depois veio aquela leitada na goela, por sorte, ele já tinha gozado, mas mesmo assim foi muita leitada, deu pra encher minha boca. Não reclamei nem nada, engoli tudo, mamei pra secar o pau dele. Ouvia ele gemendo gostoso em cima de mim, e assim foi que eu dei uma deliciosa gozada com uma piroca na boca. Dei uma última chupada e tirei o pau. Ele estava com uma cara de extasiado, então perguntei se foi bom, e ele disse que foi a coisa mais gostosa de todas da vida dele, achei tão bonitinho ele falando. Falei pra ele ir dormir que estava mais do que tarde.

Então é isso, trai meu namorado com uma criança, pior chifre que esse não tem, mas não adianta reclamar agora, a merda foi feita, se arrepender não faz o tempo voltar. Falei pra mim mesma que foi a última vez e ia esquecer isso.

CAPÍTULO 6

Acordei correndo de manhã e fui acordar o Zézinho, não era pra ele ter ido dormir tarde, sua mãe daqui a pouco ia chegar e ele tinha escola. Sofri pra tirar ele da cama e mandar ele pela van escolar, depois sai correndo pra ir trabalhar, foi a conta da mãe dele me ligar e perguntar se deu tudo certo. Ufa, foi por pouco rs.

Passei a semana cuidando do menino e me comportando, não deixava ele fazer nenhuma safadeza comigo, fui responsável, eu disse que essa nossas brincadeiras não ia acontecer mais e cumpri minha promessa. Foi difícil, porque eu também sentia muita vontade de “brincar” com ele, mas me segurei. Só que isso foi deixando ele estressado, ficou resmungão e não me obedecia mais, foi uma semana muito difícil pra mim e para o salsichinha, sim rs, comecei a chamar ele de salsichinha rsrs.

Na segunda semana que eu parei com as brincadeira, ele estava muito difícil. “Vai tomar banho e vem comer salsicha” eu gritei. Aí eu escutei ele saindo do banheiro e daí ele passou no corredor peladão, achei estranho e fui ver qual era a teimosia. Eu estava vestida, até comportada, shortinho legging e camiseta. Fui até a sala e o encontrei sentado no sofá, peladão e a piroca comprida em cima da coxa, de braços cruzados e cara fechada. Falou pra mim que não queria tomar banho. Me sentei ao lado dele pra saber qual era. Reclamou que eu não era mais legal com ele e não brincava mais. Era o que eu temia, criei um monstrinho. Ele não ia aceitar não como resposta.

Coloquei minha mão na sua perna e perguntei pra ele que se eu fizesse algo para agradá-lo, ele ia voltar a obedecer. Ele pareceu gostar. Não acreditava que ia fazer isso de novo, meu coração até acelerou. O menino já estava pelado, então era só fazer. Me ajoelhei na sua frente e peguei na sua salsicha, aquele pinto começou a ficar duro na minha mão, extremamente rápido. Então eu comecei a masturbar ele de leve. Ele ficava extasiado com a minha pulheta, mas eu estava com muita saudade de brincar com ele, o tesão era inevitável. Ele estava com um sorriso no rosto e eu provocava ele, “Ta gostando safadinho? Era isso que tu queria? Rsrs” Ele balançou a cabeça que sim, então eu fui e beijei a barriga dele, ele ria e eu beijava de novo enquanto batia uma pra ele. Percebi que fazer ele feliz me deixava feliz também. Subia e beijava seu pescoço, sua bochecha e no fim dei um selinho nele, depois voltei a beijar a barriga. Eu estava com o tesão demais, fui descendo, beijando, até chegar na sua virilha e continuei dando beijos. Cheguei na sua pica e passei meus lábios, beijando o pau dele. Por fim, eu abocanhei.

Zézinho colocou as mãos na minha cabeça, o machinho dentro dele começou a nascer aos poucos. Ele não usava força, mas só o fato dele segurar minha cabeça eu fiquei excitada, uma certa dominância nascia ali. Comecei a mamar pra valer, descendo e subindo, uma galinha ciscando, dizem né rs. Fiz uma gulosa caprichada, como só uma novinha fogosa como eu consegue fazer. Chupei muito esse menino, comecei querendo agradar ele, mas na verdade eu estava era me satisfazendo na piroca dele. Logo já estava com a mão na buceta, estava com muito tesão nesse menino, estava a ponto de fazer besteira, mais do que já estava fazendo. Passava a língua e depois voltava a chupar, era um boquete bem feito. Então ele gozou, o saco dele estava carregado, porque ele gozou muito na minha boca, levei leitada na boca que me preencheu toda, engoli muita gala e continuei chupando até acabar. Serio, engoli muita porra, ele ficou essa semana inteira sem gozar, não era possível. Lambi a boca e sorri pra ele, depois disse pra ele ir tomar banho como me prometeu. Eu tentei, tentei não fazer nada, mas estava difícil, parece que eu queria mais do que ele, chegamos a uma intimidade muito grande.

Todo dia que eu chegava em sua casa, ele vinha correndo e me abraçava e eu dava um selinho na boca dele, com sempre pegando na minha bunda. Tirando isso, a rotina era a mesma, mas ele agora me chamava para tomar banho com ele, não era todo dia, claro, e nem sempre rolava sacanagem, mas sempre que eu ia com ele, eu batia pelo menos uma punhetinha pra ele no chuveiro, isso deixava ele aliviado e eu fugia dele querer outras coisas. Mas tinha alguns dias que ele queria mais. No banho, eu ajudava ele a se lavar e ele sempre ficava de pica dura só de olhar pra mim, o menino era cheio de tesão rs. Ele queria me abraçar, apertar minha bunda, meus seios, ele não parava quieto, sempre excitado com aquele pinto me roçando. Nesse dia ele me abraçou no banho e mamou em mim, chupando meu seio direito. Daí senti o pau dele cutucando minha xota e me deu uma vontade louca de… deixa pra lá. Masturbei ele enquanto me mamava, mas eu queria muito chupar ele também, aquela pica dura estava me chamando. Não aguentei mais, me abaixei na frente dele de cócoras e coloquei o pau dele na boca. Fiz um belo boquete nele, bem gostoso, já não tinha mais frescura nenhuma, mamava com movimentos de ida e volta, sempre segurando na sua cintura enquanto movimentava apenas a cabeça. Ele gozava e eu sempre levava aquela leitada farta na boca, nunca imaginei um garotinho como ele gozar tanto assim e eu sempre engoli, nunca cuspi nada.

Outro dia, Zezinho ficou o dia todo me perseguindo, querendo “brincar” comigo, mas não dei trela, não queria acostumar, se não ele ia querer a qualquer hora. Mas a verdade era que eu queria comer aquele menino inteiro. Estava deitada assistindo tv só de camisetinha e uma calcinha de renda, e aí, o salsichinha apareceu do meu lado, perguntou se podia dormir comigo, já pensei que ele não ia querer só dormir, deixei ele o dia inteiro na seca rs. E agora? Deixo ou não deixo? Quem eu quero enganar, deixei ele dormir comigo, no máximo vai rolar uma punhetinha e olhe lá. Ele se aconchegou no meu peito e ficamos assistindo tv abraçados.

Como ele estava só de cueca hoje, não foi difícil sentir o salsichão dele ereto. Achei que ele estava até muito calmo, em comparação ao tarado de antes. Mas durou pouco. Ele veio com um papo de querer me beijar, me perguntou se podia me dar um beijo, eu não vi nada de mais e falei que tudo bem, eu mesma comeria esse menino todo rs. Ele começou beijar o meu rosto, até aí achei normal e até carinhoso, mas ele quis mesmo era me beijar na boca o safado. Foi chegando, me beijando na bochecha e me tascou um beijo na boca, era um chamego gostoso, Mas senti ele querendo enfiar a língua e eu não deixei, me fazendo de difícil. Virava o rosto e dizia pra ele parar, mas eu achava graça e ele sabia que era só insistir que eu me entregava. Ele estava cada vez mais em cima de mim precionando sua boca na minha, até que ele subiu e montou em mim e eu acabei abrindo as pernas e ficamos em um papai e mamãe, eu sentia seu piru duro bem na minha xota e isso me deixou acesa, sentir aquela ereção esfregando em mim tava um tesão da porra. O safado ficou fazendo movimentos como se estivesse me comendo, só que por cima da calcinha, caralho, que vontade de fazer merda.

Ele estava com a boca bem pressionada na minha, e daí, eu acabei gemendo com a rola do menino e assim eu abria um pouco a boca, ele aproveitou e meteu a língua, e vez de virar o rosto eu deixei, me entreguei aquele beijo sem jeito e coloquei a minha própria língua na boca dele. Segurava na sua cabeça enquanto o beijava, ensinando ele como fazer. Enquanto isso eu passava minha mão na bunda dele por dentro da cueca, pressionando aquele tarado mirim contra minha xota molhada. aproveitei que ele estava pelo menos de cueca e afastei minha, queria sentir aquele volumes bem na pele e praticamente usei a rola dele pra me masturbar.

Eu gemia com minha boca grudada na desse pivete. Depois eu comecei a chupar a língua dele, mesmo a língua dele sendo pequena em relação a minha eu fazia um boquetinho e parece que ele gostou rs. Chupei por um tempo e logo eu ensinei ele a chupar a minha, deixei a língua de fora e ele ficou chupando como um picolé, era muito gostoso. Ficamos um tempo nisso. Gozei não muito tempo depois, molhei a calcinha e a rola desse moleque tarado. Ele se movimentava rápido em cima de mim e sabia que ele também gozaria logo. Perguntei se ele queria gozar na minha boca e ele mais que depressa disse que sim, então deixei ele subir, tirei o pau dele e coloquei na boca, estava temperado com muito pré-gozo, nem chupei muito, ele já estava explodindo e desgarrgou o saco na minha boca, que gostoso, gozou pra caramba, moleque cacudo, soltava muita gala, parecia que eu tomava um milk-shake no canudo, sério, era delícia. Terminei de tomar meu leitinho e logo nos abraçamos pra dormir. Sempre que eu fazia essas coisas com ele eu me arrependia depois, o tesão sumia e eu percebia que não deveria ter feito isso, mas a cada dia eu me arrependia menos.

CAPÍTULO 7

Umas semanas depois, na sexta-feira, a dona Neide mais uma vez me pediu pra dormir lá no final de semana. Arrume

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