A cadelinha adotada

Por: Flávio 24/07/2026 4123 leituras
Capa do conto

De repente, tive que cuidar de uma cadelinha muito safada.

Oi, meu nome é Flávio, sou de uma família bem grande do interior da Bahia e hoje vou contar pra vocês como que acabei virando o tutor de uma cadelinha vira lata linda.

No interior da Bahia, não tínhamos muitas oportunidades, então, ao ingressar na universidade tive que ir para Salvador. Tinha um primo que já estava se formando morando por lá. E deu tudo certo. Ao falar com ele, ele me receberia e poderia estudar tranquilo, já que pelo menos teria um teto para morar.

Assim que cheguei em Salvador já procurei um serviço de meio período, para ajudar a pagar o aluguel e as despesas que teria. Nao era muito dinheiro, mas supria o básico e não me fazia sentir um escorado nas costas de meu primo.

Meu primo tinha uma cachorra, a Doris. Doria era uma vira lata de porte médio. Ele a adotou pois, ao ir ao supermercado, ela o seguiu e não largou mais do pé do meu primo, que se sentia um pouco solitário longe da família e tudo mais, e resolveu ficar com ela.

Não tinha muito contato com ela, já que ela ficava infurnada no quarto do meu primo. As maiores interações eram durante o final de semana.

Depois de umas três semanas na casa do meu primo, a bendita da Doris entra no cio. E fica toda safadinha. Roçava no meu primo, vinha pro meu lado, se tocava no chão.

Era visível como sua buceta ficava grande, aberta, molhadinha. Vez ou outra meu primo me pegava olhando pra ela, e dizia:
- Ela tá assim pq quer pau.
Não respondia nada, achava que era pau de cachorro e, mesmo excitado, não fazia nada.

Passado o primeiro semestre, minha adaptação a Salvador e e a formatura do meu primo, ele recebe uma proposta de emprego em outra cidade. E teria que se mudar pra lá. Como já tinha um emprego meio período e uma bolsa da universidade ia conseguir segurar as pontas das contas. Mas o que mais me chamou a atenção foi ele fizer que não ia levar a Doris. Pq ela era acostumada com a casa, o bairro e a cidade. E delegou a mim o cuidado da cadelinha.

Na hora topei,.até em agradecimento o que ele fez por mim, e nem me lembrei da época do cio. Até ela entrar em um.

Como agora eu dormia no quarto do meu primo, a época do cio era um inferno, com Doria subindo em cima da cama, me lambendo, se rocando em mim e tudo mais.

Parece que ela sabe que tenho um pau. E fica cercando direito. Uma manhã, acordei de pau duro e a primeira coisa que vi foi Doris arreganhada, com a buceta inchada e abertinho só pra mim. Não pensei duas vezes, coloquei o pau pra fora, peguei ela pela barriga e comecei a enfiar dedos. Um, dois, três. Depois disso tava pronto. Agora era a hora de levar rolada. Meri a pica, com cuidado, pq nunca tinha feito isso. Não sabia se ela aguentaria. Mas aguentou. Não reclamou, não tentou fugir.

A cadela tava gostando de levar rola humana na buceta. O tesão era tão grande que em 8 minutos de metecao eu gozei. Gozei fundo, lá dentro. Tirei o pau e Doris ficou até mais quietinha depois. Mas passou pouco tempo calma, em questão de horas ela já tava toda safadinha de novo. Meti rola outra vez, e a noite novamente.

O tesão era muito grande, a cadela gostou e eu tbm. Passamos o período do cio inteiro copulando. Depois meu primo me revelou que fudia ela tbm. E ela já estava acostumada.

Depois dessa primeira vez, só paramos de transar quando eu tive que voltar pro interior. E ela ficou na cidade com o dono verdadeiro da casa.

Tenho vontade de saber se ele fode ela tbm. Se não fode, não sabe o que tá perdendo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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