Fiquei quieto depois disso, se meter com gente do trabalho dá problema. Mas, na semana seguinte, por acaso a vi logo antes dela sair, já sem o uniforme do trabalho. Estava com uma camisa colada, meio que "top", e, apesar de magra, tinha os seios maiores do que pensava e tentadores. Comi ela com os olhos nessa hora, e ela percebeu. Adoro magrinhas assim. Não tirei ela da cabeça e puxei papo na semana seguinte, sem ninguém por perto, perguntei onde morava, e chamei para irmos num bar com som perto da casa dela. Ela aceitou, saímos para este bar, conversamos, me contou que tinha vindo do nordeste 1 ano antes e morava junto de uma prima. Ficamos nesse dia, depois no carro já demos uns amassos "de leve".
Nas semanas seguintes, encontrava ela perto de sua casa, bebíamos algo e depois ficávamos nos agarrando no carro, mas não passava disso, ela não se "soltava", nem podíamos ir na casa dela porque a prima estava lá. Até que um dia no carro à noite estávamos nos beijando, caiu uma chuva forte e os vidros embaçaram. A situação esquentou, e ela ficou menos tímida pois não tinha como ninguém nos ver lá dentro. Consegui abrir um pouco a camisa dela e puxar o top para beijar seus seios, aí ela ficou doída de vontade. Tirou a camisa e o top de uma vez, seus seios eram deliciosos: grandes, mas ainda bem empinados, com os bicos marrons. Chupei com vontade os dois por vários minutos, e ela perdeu toda a timidez, comigo já acariciando sua xaninha sobre a roupa. Queria sentar em mim, mas no carro tinha pouco espaço. Tirei o pau para fora, coloquei a mão dela para me masturbar e depois falei para colocar a boca. Ela tentou me chupar, não tinha muito jeito, mas eu fui orientando como fazer. Aos poucos melhorou, eu estava doido de tesão com aquela moreninha peituda me chupando, mas ainda consegui avisar que ia gozar. Ela não soube o que fazer e não tirou a boca, gozei muito dentro dela. Depois, abriu a boca e deixou escorrer em cima do pau. Achei engraçado quando ela disse que não soube o que fazer quando avisei que ia terminar e que ninguém tinha gozado na boca dela até então. A chuva tinha parado, deixei ela em casa e fui embora aliviado.