A gengiva e a Vulva

Por: alfa-dio-1 10/07/2026 205059 leituras
Capa do conto
Eu gasto horas
Lambendo as pétalas salgadas
Avermelhadas de outros dias que usei
O sabor salgado e pútrido

Os botões pulsam
Convidativos a linguadas
E carne de macho
Penetrando o espírito

E a buceta de tão encharcada
Pinga e mela o cu
Eu aproveito e arrombo as pregas
Na primeira esporrada, seu cu já peidava

De fato aquele cu é uma obra prima:
Cu de recatada, cu de potranca
Cu que me fora doado de boa vontade
Cu em que esporro e a admiro me recebendo

Me prende a serpente
Com tua pernas
Instintivos golpes sob a carne peluda
Eu faço outra vez chuva branca no teu cio

Colha meu culhões com a boca
Chupando e babando com um sorvete
Logo depois adore a glande
Como uma divindade romana

A infame pica, que entra e saí
Alarga e treme a carne úmida
Que coagula leite de puta
Pincelando meu mastro em suas cores

O duplo sorriso das bocas
O sorriso leve na boca
E buceta esgaçada e esporrada
Expulsando minha rola para fora...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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