Era horário de pico na Linha 1 do metrô de São Paulo. O vagão estava completamente lotado, corpos espremidos, ar quente e cheiro de suor. Larissa, 24 anos, segurava a barra com uma mão e o celular na outra, tentando ignorar o aperto. Vestia uma saia jeans curta e uma blusa fina de alcinha — roupa comum para um dia quente.
Ele era alto, uns 40 e poucos anos, camisa social amassada. Entrou na estação Paraíso e se posicionou diretamente atrás dela quando o metrô lotou ainda mais.
No começo foi só o balanço natural. Depois veio a pressão intencional.
Larissa sentiu algo duro encostando na sua bunda. No início achou que era a pasta dele. Mas a “pasta” pulsava e se movia devagar, esfregando para cima e para baixo entre suas nádegas por cima da saia. O homem não dizia nada. Só respirava pesado perto da nuca dela.
Ela tentou se mexer para frente, mas não havia espaço. O corpo dele a acompanhou, colando mais. Agora a mão direita dele, disfarçada pela multidão, desceu e apertou a coxa dela, subindo devagar por baixo da saia.
— Para… — murmurou ela baixinho, quase sem voz.
Ele fingiu não ouvir. Os dedos grossos chegaram até a calcinha, pressionando o tecido contra a boceta dela. Larissa sentiu vergonha e um calor involuntário subir. O dedo médio dele começou a esfregar o clitóris por cima da calcinha, em círculos firmes, enquanto o pau duro continuava encoxando forte contra sua bunda.
O metrô entrou em um túnel. As luzes piscaram. Ninguém olhava. Todo mundo estava exausto ou no celular.
Ele puxou a calcinha para o lado com habilidade. Dois dedos entraram nela sem aviso. Larissa mordeu o lábio até sangrar um pouco, tentando não gemer. Estava molhada — traída pelo próprio corpo. Os dedos dele entravam e saíam devagar, fundo, enquanto o pau esfregava com mais força contra ela.
— Quietinha… — ele sussurrou rouco no ouvido dela. — Tá gostando, vadia.
Larissa negou com a cabeça, mas o corpo reagia. Os dedos dele aceleraram, fazendo um barulhinho molhado quase imperceptível no meio do barulho do metrô. Ela sentia as pernas fraquejarem.
Quando o metrô parou na estação seguinte, ele não tirou os dedos. Apenas pressionou o corpo inteiro contra ela, prendendo-a contra a porta. A outra mão subiu e apertou um seio por baixo da blusa, beliscando o mamilo com força.
Larissa gozou ali, de pé, tremendo, tentando segurar o choro de prazer e humilhação. O orgasmo foi forte, quase doloroso. O homem sentiu a boceta apertando os dedos dele e riu baixinho.
Assim que as portas abriram, ele tirou a mão, deu um último apertão na bunda dela e desceu no meio da multidão, sumindo.
Larissa ficou parada, pernas bambas, calcinha encharcada, gozo escorrendo pela coxa interna. O cheiro dele ainda estava no seu corpo.
Ela não contou para ninguém.
E, estranhamente, quando chegou em casa, se masturbou pensando naquilo.