Um conhecido me contou essa história a muito tempo.
Comfesso que não acreditei nele no dia.
Ele adora ver as garotinhas na praça mas, sei que nunca realmente fez nada com nenhuma.
Mas vou contar mesmo assim, pois não deixa de ser interessante....
As vezes eu ando por perto de um bairro rural, moro no interior de SP, cidade pequena, tem muitos bairros próximos que são de chácaras e sítios, etc.
Um dia estive andando de bicicleta em uma estrada que dá para várias casas ainda em construção e bem no fim chega na porteira de um grande sitio.
Fui até a porteira e na volta começou a chover, então corri pra dentro da primeira construção coberta que vi ali por perto. Bem mais pra frente existem algumas casinhas pequenas também, com moradores do local.
Fiquei ali esperando a chuva passar, um tanto quanto entediado com minha bike, e uma mochila com alguns biscoitos e refrigerante que as vezes levo, quando uma pequena garota entrou toda ensopada na construção, cabelinhos pretos, pele clara, olhos pretos, vestidinho branco, meio sujo de terra, deu pra ver que estava com medo dos trovões. Ela nem me viu por uns segundos.
- Olá - Eu disse.
- Oi - Respondeu meio tímida.
Ficou olhando pra fora, deu pra ver que estava assustada quando os trovões faziam barulho. Fiquei admirando a silhueta da calcinha pelo vestido molhado, uma calcinha de criança, mas tipo box.
- Qual é o seu nome?
- Renata.
- Quantos anos você tem Renata?
Ela bem baixinho respondeu:
- 7.
- Vem cá, não fica ai na porta que pode dar raio.
Eu estava mais pra dentro dos comodos da construção, sentado em uma tábua. Ela ainda meio tímida veio mais perto.
- Você mora onde?
- Lá na frente - Ela disse, apontando com a mão.
- E o que você tava fazendo na chuva?
- Eu tava brincando e começou a chover forte, então corri pra cá.
- Seus pais estão em casa?
- Minha mãe saiu, vai chegar logo, ela vai brigar comigo se me ver toda molhada.
- E seu pai?
- Trabalhando, vem a noite.
Eram umas 16 horas, tinha claridade, e ninguem por perto.
A chuva seguia forte e com raios, eu sabia que ia durar algum tempo ainda.
- Renata, vamos fazer assim, tira o vestido pra eu poder torcer ele pra você. Aí sua mãe não briga com você.
Ela me olhou meio sem saber o que fazer, achei até que ia relutar, mas tirou o vestidinho branco e me deu, ficou ali com a calcinha tipo box, branca tambem com alguma renda nas pontas.
Torci o vestido e coloquei sobre um barril pra secar. Ela começou a tremer de frio.
- Vem cá, senta mais perto de mim - Pedi.
Tirei minha jaqueta da cintura e coloquei sobre ela, ela tremia muito, tirei o celular e tirei uma foto.
- Quer sentar no meu colo? - Falei.
Ela balançou a cabeça negativamente.
Abri a mochila, peguei o biscoito e o refrigerante.
- Senta aqui no meu colo, você tá com muito frio, não vou te fazer mal.
- Tá - Ela disse.
Veio e sentou no meu colo, acho que percebeu que meu pau estava meio duro já. Mas não falou nada. Eu dei o biscoito a ela e o refrigerante, ela começou a comer.
- Renata, tira a calcinha também, só pra eu torcer e você já veste, ta molhando minha calça - eu falei já puxando a calcinha dela pra baixo.
Ela estranhou um pouco mas tirou.
Eu torci a calcinha dela, olhei bem admirando a rachinha dela sem nenhum pelo, lisinha. Tirei o celular e bati uma foto.
- Está gostoso? - Perguntei a ela sobre o lanche.
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
Eu levantei e abri um pouco as pernas dela, ela estava sentada agora na tábua, foquei o celular e bati outra foto. Mais um trovão e ela levantou com medo.
- Calma - Eu disse, abraçando ela, que estava só com a minha blusa - vai passar essa chuva e você já vai poder ir embora.
Aproveitei para passar a mão na bundinha dela, e claro na bucetinha também.
Ela assustou e voltou a sentar, sem dizer nada.
Eu devolvi a calcinha pra ela.
- Antes de colocar, levanta de novo e fica de costas - Pedi e ela assim fez..
Tirei 2 fotos daquela bundinha linda.
- Pode colocar sua calcinha agora.
Dei a ela também o vestido, já menos molhado que antes, ela foi colocando e eu ali vendo ela se vestir, aproveitei pra filmar ela colocando a roupa enquanto me olhava curiosa.
Peguei ela no colo enquanto ela terminava o refrigerante, esfreguei meu pau um pouco na bunda dela, levantei o vestido, passei a mão na bunda dela e fui pra bocetinha só alisando, por dentro da calcinha, agora ela não tava mais relutante, apenas quieta olhando para o outro lado e tomando o refrigerante.
Coloquei a outra mão dentro do shorts e comecei a me masturbar enquanto passava a mão nela, ela estava sentada de lado no meu colo.
- O que você tá fazendo? - Ela perguntou curiosa.
Coloquei o pau pra fora e mostrei a ela o movimento, sem dizer nada.
Vi que ela assustou um pouco, mas ficou olhando, peguei a mão dela e comecei a passar no meu pau, ainda passando a mão na bucetinha dela.
Logo ela mesma estava movimentando meu membro com curiosidade.
Ficou ali me alisando enquanto eu controlava a mão dela.
Senti que ia gozar, tirei a mão dela e coloquei o membro pra dentro do shorts, pra gozar na cueca. Saiu muito.
A chuva tinha parado, apenas uma garoa agora. Levantamos e ela olhou e disse:
- Vou indo embora, agora que parou, obrigado pelo lanche.
- Obrigado pelas fotos Renata, não conta pra ninguem sobre isso, ta bom?
Ela balançou a cabeça afirmativamente. E foi andando na estrada.
Eu peguei a bicicleta e fui pro outro lado, voltar para o centro da cidade, em casa no banho fiquei pensando no ocorrido, e vendo as fotos e o video bati mais uma pensando na menina.
Eu voltei outras vezes de bicicleta no bairro, mas não vi mais a pequena Renata.
O lugar cresceu e anda mais movimentado e com menos construções.
Acho que cada oportunidade é realmente única.
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