A moça do site dos Contos Eróticos, nos tornamos amantes !

Por: carla-401 • 12/07/2026 • 113425 leituras
Capa do conto
A essa altura já sabíamos que nossos encontros sexuais não seriam fortuitos nem
esporádicos. Ansiávamos por isso e a cada encontro o prazer se intensificava.
Tinhámos como meta proporcionar o máximo de prazer um ao outro.
Como já tinhamos adquirido intimidade decidi fazer uma mudança e ao invés de
encontrá-la e levá-la a algum local, decidi dar o endereço e mandá-la vir até em
casa.
Pouco depois da hora marcada ela chegou e acho que por ser na minha residência
veio com um traje bastante discreto. Moro numa casa modesta porém limpa e muito organizada o que ela notou e lhe causou admiração. É tipo uma kitchnet, não tem sala, apenas quarto, cozinha e banheiro e o bairro é extremamente tradicional e familiar.
Ao chegar ela se surpreendeu pela minha apresentação formal pelo fato de eu estar em casa mas nada comentou. Eu estava completamente vestido com calça jeans, camisa, blazer e um sapatênis.
Acomodei-me em uma poltrona, olhei pra ela e ordenei : - tire toda a roupa !
Ela olhou diretamente nos meus olhos e obedecendo, começou a se despir. Durante essa operação comentou : " - você está com um brilho diferente nos olhos hoje ! "
- Estou ? Respondi com um sorriso irônico.
Quando ela estavacompletamente nua eu a peguei pela mão e a conduzi até a cama.
Fiz ela se sentar e depois se deitar. Sem nada dizer fui até o guarda-roupas e em uma das gavetas retirei umas bandagens que mantenho lá. Peguei uma delas e amarrei em um dos seus braços calmamente olhando nos olhos dela para ver a reação. Fiz a mesma coisa no outro braço. Depois amarrei uma de cada vez na cabeceira da cama, deixando-a com os braços abertos em posição de crucificação como se fosse um cordeiro a ser sacrificado.
Notei que sua respiração acelerou um pouco. Passei depois a amarrar as bandagens em cada um de seus tornozelos. Atei as bandagens aos pés da cama de forma que agora ela se encontrava com os braços e as pernas totalmente abertos.
Voltei no guarda-roupas e dessa vez peguei na gaveta um tapa-olhos (desses que dão para as pessoas dormirem em avião), beijei-a carinhosamente e depois de olhar fixamente nos seus olhos, vendei-os. Sua respiração se acelerou mais, mas mesmo assim ela nada disse, ficou apenas na expectativa.
Daí fui novamente no armário e peguei uma dessas plumas que as passistas usam no Carnaval, longa, macia mas resistente, acho que de faizão se não me engano.
Deslizei a pluma pelo seu rosto. Seu rosto assumiu uma expressão apreensiva como que querendo entender o que estava se passando. Continuei, deslizei a pluma pelos seus lábios, pescoço até chegar aos seios. Comecei a brincar com os biquinhos com a ponta daquela pena e vi seu corpo se arrepiar. Fui descendo pela sua barriga até chegar ao umbigo, ela se arqueou um pouco. Segui e cheguei até suas virilhas, alternando o toque da pena em cada uma delas.
A essas alturas ela se contorcia mas era só o que ela podia fazer, e gemer. Então comecei a deslizar aquele objeto pelos lábios da sua buceta e ela a gemer cada vez mais alto. Cheguei no grelo e ela deu um gritinho : " - Aaaaaa, seu tarado ! Carrasco ! "
Parei, fui até a geladeira peguei um frasco de calda de caramelo e pinguei nos seus lábios primeiro, ela passou a lingua para testar o sabor. Depois pinguei em cada um dos seios e lambi um de cada vez. Ela mais se contorcia e gemia. O mesmo caminho da pluma : na barriga, nas virilhas e por fim na xota. Era sensacional ver o estado de excitação e perplexidade que aquela mulher se encontrava.
Voltei na geladeira e dessa vez peguei algumas pedras de gelo. Passei diretamente uma delas no bico de um dos seios que ficou mais intumescido imediatamente acompanhado de um gritinho " - Aaaiiii ". Fiz o mesmo com o outro. Chupei cada um pra sentir o contato da minha boca quente depois do gelo. Fui para a barriga e o umbigo. Ela já parecia uma cobra de tanto que se contorcia.
Levei o gelo até seu grelo e ela arqueou completamente o corpo a esse contato. Conduzi meu pau até sua boca e passei-o nos lábios. Ela prontamente começou a chupá-lo sôfregamente. Tirou momentaneamente a rola da boca e disse : " - Filho da puta, vc vai me torturar até quando ? "
Quando percebi que sua buceta começou a soltar os fluidos do cio parei. Levantei e fui até a porta. Ela ouviu o barulho da porta abrindo e alguns momentos depois dela se fechando e sendo trancada. Alguns momentos depois sentiu quando a rola lhe pincelos e buceta se cravando numa só estocada logo após. Bombadas fortes, vigorosas e ininterruptas. Veio seu primeiro orgasmo, seguido do segundo e de muitos outros na sequência. Inenarrável a lista de palavrões e depravações que ela soltou nesse momento.
Nisso sentiu o pau deslizar pra fora da xota. Um movimento suspendendo seu corpo e acomodando um travesseiro sob seu quadril. Então sentiu aquele mesmo mastro apontar na entrada e alojar-se dentro do seu cú, trilhando o caminho lentamente mas só parando quando sentiu o saco encostar na sua bunda.
Agora os movimentos eram lentos e cadenciados como que para extrair todas as sensações de prazer possíveis naquela penetração. Ela disparou mais uma enorme quantidade de obscenidades antes de ter o primeiro orgasmo dando a bunda sem qualquer auxílio de masturbação vaginal. E não foi o único.
Até que sentiu um jato como se fosse lava de vulcão a inundar-lhe o cú. Ela apenas arfava e se convulsionava com aquele ferro em brasa dentro do seu reto e fazia movimentos de sucção para extrair tudo o que pudesse existir dentro do canal daquela pica.
Passado um tempo ouviu novamente o movimento da porta sendo destrancada e se abrindo e pouco depois dela se fechando e sendo trancada novamente. Teve a sensação de ter cochilado, quando sentiu eu retirar a venda dos seus olhos. Um brilho insano pairava neles.
Fiquei olhando-a fixamente. " - Seu tarado, estuprador, filho da puta, cafajeste. Vc é louco, mas é delicioso ! Acho que foi nossa melhor foda ! Nunca tinha sido fodida assim como se fosse um objeto de prazer. Estou tremendo até agora ! "
Eu com o mesmo sorriso irônico do início respondi : - E quem foi que te disse que fui eu quem te comeu ? " E comecei a soltar as bandagens.
Agora sim ela me olhou com olhar de total incredulidade.
Isso é uma coisa que ela jamais saberá ! Nem vocês !
hahahahahahahaha

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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