A mulher que me come

Por: marcos-214 • 07/07/2026 • 290894 leituras
Capa do conto
De terça até hoje pela manhã estive nas nuvens com a mulher me come. Mas como assim? Mulher que me come? Sim, prezados amigos, nestes cinco maravilhosos e inesquecíveis dias pude ser a fêmea de Maraoliveira, a qual me comeu com seus dedinhos e com a sua linguinha de veludo e tanto no beijo grego quanto na inversão fui ao céu várias vezes e voltei.
Primeiro, Ma faz questão de me por de calcinhas e mandar eu ficar de quatro para, dessa forma, chegar a mesma para o lado e assim ir preparando o terreno para o que vem a seguir.
Prosseguindo já com a calcinha colocada de lado, ela vai me acarinhando o cu com seus dedinhos me deixando louca de desejo; enquanto isso acontece, eu vou endurecendo minha pica batendo uma deliciosa punheta aproveitando a babinha que vai, aos poucos, saindo de meu pau. Depois dos dedos, ela aproxima o rosto de minha bunda e com todo aquele jeito sacana que só ela sabe ter, vai, bem devagarinho, me lambendo o cu. Eu, ao perceber que o melhor começou, largo um pouco minha piroca e, com as duas mãos, separo bem as bandas de minha bunda, enquanto vou dando bundadas (podem chamar tb de cuzadas. Rsrsrs) em direção ao rosto de Ma que começa a enfiar a língua em minha olhota cada vez mais fundo. Para incrementar a putaria, Ma vai me dando tapas no bumbum, enquanto me xinga de puta, biscate e vagabunda do cu apertado, coisas que todo bi ama ouvir. Eu, com isso, fico mais tesuda ainda e sentindo meus mamilos começando a crescer e meu cu a piscar fico rebolando como boa submissa que sou, enquanto retorno a sessão de punheta, o que me faz gozar e melar todo o lençol.
Depois de uns vinte minutos de toda essa sacanagem e carinho, desabo para o lado com a mão melada de porra e passo, juntamente com o meu macho amado, a lamber meus dedos; depois de estarem eles apenas babados, não restando mais porra a ser retirada, chega a hora de Ma pegar meu pau, já meio murcho, e ir sorvendo a porra ainda bem quentinha que teima em continuar saindo de minha uretra. Feito isso, ela repõe a calcinha no lugar.
Aos poucos, vamos retomando nossos momentos de mais ternura, trocando beijinhos de língua e afagos nos cabelos, enquanto nossas pernas vão se entrelaçando.
Ficamos assim por um bom tempo, ocasião na qual chegamos até a cochilar um pouco.
Ao sentirmos que devemos retornar a nossa sessão de comilança, na qual euzinha sou a refeição, eu mesma já vou tratando de ficar de frango assado e por minha calcinha para o lado e pedir, carinhosamente e com trejeitos de bichinha carente, que Ma me faça gozar pelo cu sem tocar no meu pau.
Ao ouvir isso, minha dona já vai lambusando bem meu rabo, pois agora chegará o "gran finale" em que minha cuceta será usada e até maltratada, tudo em nome do prazer.
Usando agora seus dedinhos bem espertos para me comer com mais tesão ainda, pois ela adora me fazer de sua menininha, Ma vai me xingando e me fudendo com seus dedos, até que resolve estacionar dentro de mim o seu delicioso dedo médio, o qual conheço tão bem (atenção iniciantes, esse é o dedo ideal para se enfiar no cu, ok?) me fazendo dar gemidos e gritinhos típicos de viado que está adorando ser enrabado. Minha próstata, de tanto ser tocada, vai me fazendo ter tanto prazer que imagino até que eu possa desmaiar, mas como isso não acontece eu só fico sentindo o prazer aumentar e aumentar e aumentar, até que atinjo aquele patamar que só machos que tomam no cu com gosto sabem o que é e que eu digo aqui com orgulho aos queridos leitores o que vem a ser isso: É O GOZAR PELO CU. Sim, meus amigos, o gozar pelo cu sem tocar no pau deveria ser algo a ser tentado por todos nós, homens, que temos essa ferramenta maravilhosa à nossa disposição e que vem a ser a nossa próstata. Essa glândula parece ter sido colocada para sentirmos mais prazer ainda do que comer uma buceta.
Finalizando nossa sessão de sexo, amor e carinho, Ma veio lambendo a porra derramada em minha barriga e nos meus peitinhos e ao chegar em minha boca deu-me aquele beijo gostoso com a boca cheia de porra, a qual fiz questão de dividir com ela.
Em seguida, ela ajeitou minha calcinha para dormirmos um pouco e depois partirmos para mais um pouco de sexo e diversão, o que contarei em outra oportunidade.
Votem e, por obséquio, digam o que acharam deste conto que é REAL.
Seguem duas fotos: um close de minha cuceta bem apertadinha e o momento em que Ma me arrombava com gosto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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