Eu era novinho, estava me descobrindo. Tinha o desejo de usar roupas de menina. Me sentia menina. E ela me ensinou que prazer não tem limites.
O guarda-roupas da minha irmã era minha alegria. Peguei uma calcinha pequena, uma saia jeans. Uma blusinha. Passei um batom. E saí. Morava no subúrbio. Peguei o trem. Passei batida, ninguém me notou. Na outra estação o trem encheu. E foi enchendo mais. Fiquei encostada na porta. Uma mulher encostou em mim. Bonita, com ar de madura, uns 40 anos talvez. Me abraçou. Eu abracei ela de volta. Apertou minha bunda. "Vem tomar um suco comigo?" Eu fiquei confusa. "Aonde?". "Na próxima estação". Chegou, desci com ela. Ela pega na minha mão. Andamos uns dois quarterões. Entro com ela num prédio. Ela me beija no elevador. A porta abre. Entramos em um apartamento. Ela me empurra na cama. Tira minha jaqueta, abaixa minha saia. Abaixa minha calcinha. Meu pauzinho fica duríssimo. Ela toca, chupa. A outra mão na minha bunda. Me vira de bruços e chupa meu cuzinho deixando completamente louca. Tira toda a roupa dela. Força minha nuca na buceta dela. Ela vai me orientando, onde passar a língua. Tapa na minha cara. Continua me forçando. Goza litros. Ela insiste, enfia um, dois dedos no meu cu. A outra mão vai me masturbando. Me vendo completamente excitada, ela vai me chupando, me tocando e me dominando completamente. Pega um dildo da gaveta, vai encaixando no meu cuzinho. Vejo estrelas de tanto prazer. Até que gozo como nunca. Ela me lambe inteira. Assim me descobri, travesti e lésbica. E ela foi me ensinado e me devorando.