A única puta do puteiro gratuito

Por: Laurinha • 09/07/2026 • 156613 leituras
Capa do conto
Oii machos meu nome é Laurinha, e esse conto é mais um tutorial de como tratar um depósito de porra que nem eu. Tenho 20 anos e sou completamente vagabunda, vadia, cadela, devassa e puta. Viciada em porra, pau, caralho, sedenta por rola, porra e saco na minha boca e na minha cara. Sim, faço de tudo mas tenho um vício especial em chupar muito pau e tomar muita porra.

Sou branquinha, loira, magrinha, cabelo preto longo, 1,65, peitos grandes, bunda bem empinadinha e uma carinha de vagabunda que amo fazer. Amo sair que nem uma vadiazinha distribuindo boquete, minha buceta e meu cuzinho pra um monte de macho.

E quando falo um monte, é um monte mesmo. Vários em fila de banheiro de bar, alguns bondes em becos escuros e a noite nos bailes eu perco as contas e deixo qualquer um que chegar com o pau meter onde quiser, ali mesmo. Gosto de ser tratada sem pudor nem respeito nenhum, que nem o deposito de porra que eu sou.

Apesar da baixa idade e de já ter dado ou mamado centenas (espero que já esteja perto dos milhares rs) de homens, sinto que isso é muito pouco pra uma vagabunda que nem eu.

Meu sonho é abrir um puteiro gratuito. E eu vou ser a única funcionária (talvez contrate algum garçom pra servir bebidas, secretário pra contatos e alguém pra limpar o ambiente, mas sempre homens, com o pagamento sendo o meu corpinho).

Seria muito simples: uma sala de espera e meu quarto, onde você pode vir sozinho ou em grupo e me foder até gozar, usando meu corpo do jeito que preferir. Vou receber TODOS com vontade, atendendo de 18 a 20 horas por dia, sem ganhar nada por isso. Eu mesma quero me explorar e quero que vocês usem e abusem de mim do jeitinho que quiserem.

Já até pensei na programação. Das 6 às 14 eu atendo clientes que marcaram, pra pegar o pessoal que tá trabalhando e quer dar uma aliviada. Depois, eu almoço e libero pra geral. Nesse momento, não tem controle: eu vou ficar de 4 e todo mundo que quiser pode entrar no quarto e me usar como quiser. Claro que nesse momento vai ser vários, pode lotar o ambiente, desde que todos usufruam do meu corpo e me dêem porra no final. Falando em porra, a recomendação é na boca, eu amo mais do que tudo.

A partir das 19 o ambiente vira uma balada. Saio do quarto e vou pra sala de espera. Ali vao ter bebidas, músicas escolhidas pelo público e eu vou rodar pelada na mão e no pau de todos. É so puxar e usar.

De segunda a quinta, acabou tudo 1h e pouco e durmo um pouco pra acordar às 6h e começar de novo. De quinta a domingo eu abro mais tarde, 10h, pq vou ficar até às 5h da manhã da noite anterior na baladinha com meus machos.

Bom, meu plano é esse rs. Pausa pra comer, tomar banho e dormir somando 6 horas, pq não vou aguentar mais que isso sem ser tratada que nem o brinquedinho sexual que sou. Pra cada turno eu contrato um funcionário e eles me comem antes de começar o próximo turno.

Eu juro que aguentaria essa rotina de auto-exploração sexual, aceitando todo pau, saco, porra é macho que aparecer, sem critério nenhum (só a camisinha pra meter que vai ser inevitável, mas abro exceções rs). E quando tiver comigo pode absolutamente tudo: bater, mijar, humilhar, cuspir, xingar, chamar mais gente pra comer, meter em qualquer buraco que quiser. Eu sempre obedeço e amo obedecer qualquer macho que quer esvaziar o saco em mim.

Enfim, esse é meu sonho, e enquanto isso, vou distribuindo pela faculdade, pelas ruas, em bares, bailes e em casas e carros de todo mundo que chamar. Quantos caras me comeriam em um mês em um puteiro desses?

                                

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