Como mãe solteira de dois garotos, de 12 e 10 anos, você vai aprendendo as coisas na prática. E quando acordei aquele dia na cama com eles, acho que n
* Pra acompanhar melhor os detalhes da estória, os contos anteriores mostram como tudo aconteceu na minha vida.
Se tem uma coisa que eu aprendi na vida é que um erro não conserta outro. Quando você tenta resolver alguma coisa sem saber quais as consequências, um outro erro logo aparece como resultado. No meu caso, acho que agora era tarde demais pra tentar voltar atrás ou fazer de conta que não aconteceu.
Quando acordei de manhã, sentindo aquela perna do meu filho sobre a minha, e aquela sua mão no meu peito, eu me dei conta de que não foi nenhum sonho tudo o que aconteceu a noite passada. Foi tudo bem real, e agora vinha a parte em que eu tinha que lidar com as consequências. Uma coisa era certa, não tinha como negar. Nem esconder o fato de que estava ali na cama nuazinha em pêlo, e os meus filhos peladinhos, com aquele cheiro de sexo, fosse do meu gozo, ou do leitinho do meu filho, que eu ainda podia sentir na ponta da língua.
E ja que não tinha mesmo como fugir da verdade de que eu tinha transado com os meus filhos, resolvi assumir que foi uma fraqueza minha e tentar corrigir aquilo e tentar voltar à realidade. Mas, la no fundo uma coisa ainda me mantinha ali na cama. Não sei o que era, se o cheiro deles, ou o meu porque de repente os sentidos pareciam ta mais aguçados e eu podia sentir tudo de um jeito mais intenso. Deve ser o tempo todo que eu já não tinha um homem, e quando você descarrega todo o tesão parece até um bicho no cio. E depois, parece uma leoa, com os sentidos aguçados e pronta pra caçar.
Eu me sentia mais viva do que nunca, mas na hora a cama parecia me prender, e o contato macio dos meninos colados em mim. Sabia que tinha que levantar pro trabalho, e eles tinham escola, mas e se aquele dia não tivesse nada disso?
Abraçando o caçula, que tinha a sua bundinha colada no meu corpo, ele aos poucos foi acordando, ainda meio molinho, se espreguiçando e se voltando pra me abraçar. Por trás, o mais velho também me abraçava, colando o corpo no meu e ja querendo pegar no meu peito. Podia sentir o seu pinto ficando durinho de encontro à minha bunda e o seu hálito quente na minha nuca. Até que me virei pra ele e o safadinho me olhava do mesmo jeito que da noite passada.
— Bom dia, meu amor! — e dei um selinho nele.
— Bom dia, mãe! — ele me sorriu de volta.
Mas é claro que, daquele carinho inicial de mãe e filho, não mais do que tínhamos um com o outro quando ele era pequeno, não demorou e eu ja tinha voltado a beija-lo como na noite passada. Dessa vez, pra minha surpresa, era o safadinho que queria explorar a minha boca com a sua língua, me lambendo e procurando a minha língua.
Não sei ao certo porque, mas diferente da noite passada, dessa vez o seu beijo tinha um gosto que não era mais o mesmo. Se não de um homem feito, talvez menos menino que antes. E quando eu peguei no seu pinto, senti que tava todo molhadinho.
Ao trazer o dedo melado e provar do seu sabor, eu vi que ele tinha tido um sonho molhado a noite passada. Que lindinho! Será que ele sonhou com a mamãe? Fico imaginando que tipo de saliência um menino de doze anos é capaz de sonhar com a própria mãe. Nem foi preciso muito pra esse pensamento me deixar toda molhada de tesão, e não resisti a me debruçar sobre o seu pinto pra lamber o restinho do seu gozo, que ainda molhava a cabecinha.
Se ainda tinha alguma esperança de fazer as coisas voltarem ao que eram, a minha força de vontade se derreteu toda enquanto lambia a cabecinha do pinto dele e sentia de novo o gosto do seu leitinho. Acho que depois de tanto tempo, já tinha esquecido como é bom acordar de manhã e chupar um pau com gostinho de espórra.
— Quem é que quer matar aula hoje? — perguntei pros dois.
— Eu! — os dois responderam ao mesmo tempo.
— Então hoje ninguém precisa ir pra escola. Hoje a aula vai ser em casa... com a mamãe! — e os dois sorriram, o caçula com um olhar guloso pro meu peito e o mais velho ja de pinto duro.
E depois da noite passada, não precisava começar com continha de tabuada. Acho que os dois tavam mais do que prontos pra uma aula de matemática avançada. Um mais um da dois e somando mais um da uma boa ideia: uma deliciosa dupla penetração.
Deitada entre os dois, com o mais velho por trás de mim, eu peguei o seu pinto e fui guiando até onde ele devia meter dessa vez. Acho que depois de um boquetinho, o seu pinto tava mais do que prontinho pra conhecer um outro lugar onde podia se divertir. No começo ele se atrapalhou um pouco tentando acertar o lugar, até que finalmente conseguiu. E quando a cabecinha do seu pinto rompeu o meu anelzinho, que há tanto tempo não sabia o que era um pau, eu tive que suspirar fundo enquanto ia sentindo ele meter tudinho dentro de mim.
Era uma sensação louca ser penetrada por trás pelo meu filho, e mal tinha provado o meu cu, o danadinho já metia com vontade, levantando a perninha em cima de mim e, meio que instintivamente, rebolando no vai e vem daquele seu movimento. Ele me segurava com a mão no meu peito e dava umas estocadas cada vez mais fortes, com aquele barulho do seu saquinho batendo na minha bunda e me fazendo gemer como nunca.
— Isso, filho, vai, mete mais! Fode gostoso a mamãe! — eu suspirava, puxando mais ele pra meter em mim, e nem acreditava do jeito como falava com meu filho.
E o danadinho, feito um cachorrinho que fica sarrando na gente, não parecia cansar, até que, num ímpeto de cravar todinho o seu pinto dentro de mim, ele segurava forte o meu peito e ficava assim por um instante, colado em mim. Até voltar a meter, dando uma estocada atrás da outra.
— Ta gostando, filho? — eu me virava pra ele, que no máximo conseguia balançar a cabeça, suspirando e me puxando mais. — A mãe também!
Mas ainda faltava uma coisa. E, suspirando ofegante e meio que tomada de tesão, puxei o caçula e, abrindo as pernas, fui conduzindo o seu pinto até a minha xana, segurando a sua bundinha e colando a minha boca na sua. Por trás, o mais velho continuava a meter tudinho, e pela frente o caçula tinha o seu pinto enfiado em mim, e na verdade devorado pela minha buceta.
Nem sei quantas vezes eu gozei aquela manhã, fosse com o mais velho me fodendo por trás, ou agora com o caçula entre as pernas, mas ainda não estava satisfeita. Ainda beijando o caçula e chupando a sua linguinha, eu rolei sobre ele e agora tava dando uma surra de buceta no seu pintinho, que sumia dentro de mim.
Por trás, o mais velho não sossegava e, agora montado em mim, o danadinho me fodia como se tivesse brincando de cavalinho. Até que ele soltou aquele seu gemido e, meio sem forças, veio se deitar sobre mim. Ao mesmo tempo em que sentia de novo aquele arrepio e gozava mais uma vez sobre o meu filho caçula, em cima de mim o mais velho ainda respirava ofegante, depois de ter gozado. Podia sentir o seu leitinho me escorrer por entre as pernas, assim que ele tirou seu pinto. E ainda assim o safadinho procurava pelo meu peito.
Depois então, me virei e ele ja tava com a linguinha estendida, querendo me mostrar que ja tinha aprendido direitinho. E é claro que os dois passaram com louvor na nossa aulinha particular, e ja podia dizer que os meus meninos sabiam fazer uma dupla penetração deliciosa.
Depois de tanto gozar, acho que tava meio indisposta pra ir trabalhar aquele dia. E é claro que foi só levar os dois pro banheiro pra tomarmos um banho juntos, que mais uma vez eu me realizei chupando o pinto deles, e debaixo do chuveiro até deu vontade de sentir o mais velho me foder por trás de novo, como numa fantasia que eu tinha, com a cara no azulejo e tudo.
Enquanto ele ficava na pontinha do pé, tentando meter em mim, eu ficava doidinha de tesão cada vez que a cabecinha dele rompia dentro de mim, primeiro uma, depois outra e depois mais outra, e mais uma vez, até ele finalmente conseguir enfiar tudinho, me penetrando gostoso por trás. Foi uma delícia. No final, beijei muito a sua boquinha e deixei ele chupar a minha língua, e depois até um beijo a três rolou. Meus meninos taradinhos!
Depois, liguei pro trabalho e dei uma desculpa qualquer pra ficar em casa. Afinal, aquele era o primeiro dia da minha nova vida de amante dos meus filhos. E agora, qual a próxima aula do dia? Esperem que eu conto tudo. Beijos.