No outro dia acordei firme e forte, algumas marcas já haviam sumido, as que sobraram foram facilmente disfarçadas pelo terno, meu cu ainda estava meio sensível, nada que fosse o fim do mundo, não sou mais uma criança, preciso assumir as responsabilidades pelas decisões que tomei, e aquela decisão burra de ontem foi inteiramente minha.
Entrei na empresa, passei pela recepção, subi os elevadores e fui pra sala do Átila, confesso que já estava impaciente com essa história de enrolarem com a organização da minha sala, antes de entrar virei o corredor, um insight me fez virar e ir em direção a minha sala, me dei conta que ficava perguntando para ele mas nunca ia necessariamente até lá ver o andamento da organização. Cheguei na sala, ficava a esquerda no fim do corredor, girei a maçaneta e a sala estava pronta, impecável, marcenaria, mesa, cadeira, tudo estava pronto. Peguei o telefone e liguei na recepção
– Oi Bianca, tudo bem? É o Lucas da supervisão de vendas!
– Ahhh, oi Senhor Lucas, tudo ótimo em que posso lhe ajudar hoje? – respondeu gentilmente.
– Quando finalizaram a minha sala? Acho que não fui avisado – perguntei.
– Uai Senhor, eu avisei pessoalmente o Senhor Átila, fui até a sala procurá-lo mas acho que o Senhor estava dando um treinamento para a equipe de vendas, acredito que já tenham uns 6 ou 7 dias – explicou Bianca.
– Ah sim, ele deve ter se esquecido, obrigado Bianca!
– Por nada – desliga.
Voltei até a sala do Átila, abri a porta, ele rapidamente voltou seu olhar para a porta, estava da mesma maneira de sempre, sereno.
– Você decidiu vir? Podia ter ficado em casa, confio que você claramente poderia ter resolvido suas demandas de lá, é importante para você se recompor – sugeriu Átila.
– Quando minha sala vai ficar pronta? Você tem notícias? – perguntei secamente.
– Devem estar para concluir, não tive nenhuma notícia, sente-se na sua cadeira, não se preocupe com isso já que veio – apontou Átila com a caneta que estava em sua mão.
– Minha sala está pronta, já têm 6 dias, você sabia disso e não me avisou – respondi enquanto pegava umas pastas, canetas e papéis que estavam do meu lado da mesa – vou me mudar para a minha sala, não há razão para ficar aqui – continuei.
Átila respirou profundamente e apertou a caneta que estava em sua mão – creck! – se levantou da cadeira me olhando de maneira intimidante, a caneta quebrada na mão.
– Você não precisa mudar para a sua sala, pelo menos não ainda – recomendou. Eu continuei pegando as coisas, não queria ouvi-lo, não precisava das recomendações dele, apenas virei as costas e fui para a minha sala, ele ficou parado me olhando sair. Finalmente eu tinha um espaço de tranquilidade, montei meu computador, organizei meu papéis, respirei fundo e comecei a analisar o perfil de novos clientes para procurar imóveis compatíveis. A porta da sala se abriu, era Átila, passou pela porta trancando-a, deu a volta na mesa se aproximando de mim, agarrou minha gravata dando uma volta em sua mão como se estivesse segurando um laço e me puxou, se abaixou para ficar cara a cara comigo.
– Você vai voltar pra minha sala, quero que você trabalhe de lá, certo? – eu podia sentir o hálito mentolado dele, os olhos fixos nos meus.
– Eu preciso de mais espaço para trabalhar – retruquei. Ele deu um puxão na minha gravata que me desconjuntou na cadeira.
– Você precisa de mais espaço é dentro do seu cuzinho pra eu meter em você sem ficar com meu pau dolorido de tanto ser apertado – disse Átila puxando cada vez mais minha gravata enrolando-a em sua mão até quase me tirar da cadeira. Comecei a me excitar, a medida que meu pau ficava duro eu sentia um pouco de dor no meu cu, ele estava sensível.
– Escuta Átila, isso tem que acabar - respondi.
– Acabar? – perguntou ele sorrindo e soltando minha gravata – Isso só vai acabar quando eu decidir Lucas, você é um trunfo, é competente para o trabalho e permite que eu te use como eu bem entender sem que isso te atrapalhe aqui na empresa, a muito tempo eu não conseguia o melhor dos dois mundos, acha que eu vou perder a chance de me divertir? – ele sorria, mas estava visivelmente aborrecido.
– Então houveram outros antes de mim? – perguntei irritado.
– Mas é claro! Você esperava um romance catatônico de escritório? – respondeu – Talvez uns 4 ou 5, não sei ao certo, alguns cargos não me permitiam muita intervenção, conseguiam fugir rapidamente, outros não conseguiam conciliar o ritmo de trabalho e a submissão a mim, mas todos tinham algo em comum, assim como você estavam loucos para serem esmagados como insetos.
– Então a vaga surgiu porque você perdeu seu último brinquedo? – perguntei me levantando da cadeira para olhar na cara dele.
– Digamos que sim – respondeu Átila – garanti que ele fosse contratado de acordo com o perfil da vaga mas que estivesse dentro das minha preferências, assim como fiz com você. Você já imagina quais sejam não é? Rosto bonito, pouco atlético, comprometido com o trabalho e visivelmente frouxo e submisso – sorriu e continuou a falar – Ele acabou se mandando da empresa, acho que deixei ele com medo, em uma ocasião eu metia nele enquanto ele chorava sem parar me pedindo mais, perdi o ritmo do meu tesão e acabei lhe dando duas pequenas fraturas.
– O que? – Perguntei abismado – você bateu nele?
– Não necessariamente, acho que pisei no braço dele enquanto metia no cuzinho guloso dele, não sei, eu estava ocupado, mas não foi nada que 4 semanas de tipóia não resolveram, foi um infeliz "acidente doméstico" depois ele foi embora e nunca mais regressou, uma pena – lamuriou Átila – mas isso não importa, você está aqui agora.
– Eu não sou seu brinquedo Átila! Eu permito que você faça o que faz comigo porque eu também me excito, a partir do momento que eu não fico de pau duro, acabou – respondi irritado. Átila deu um passo para cima de mim e me agarrou pelo pescoço.
– Você acha que dita as regras? Você não permite nada. Vou te ajudar a se situar – Ele avançou em mim e deu uma mordida imensa no pescoço, senti seus dentes apertando sem dó, com certeza ia ficar uma marca gigantesca. Me jogou para o lado.
– Tire a calça e a cueca! Você não está querendo sua sala? Vamos ver a qualidade da sua mesa. Antes que eu pudesse negar, ele me jogou em cima da mesa, tentei me livrar dele mas ele agarrou meu rosto – Quieto! – ordenou, puxou minha calça e minha cueca.
– Não Átila! – falei.
– Quieto! – ele respondeu.
Abriu o zíper da calça, baixou a cueca e encostou aquele pau gigante no meu saco, ele batia o pau no meu saco, parecia que eu estava tomando socos, que dor, ele não queria me penetrar, segurou minhas pernas juntas e começou a meter o pau entre as minhas coxas. Metia com força, eu sentia a mesa balançar, eu estava deitado em cima das coisas, dos papéis, comecei a ter um tesão louco também, meu pau estava duro como o dele! Ele metia com força, segurava minhas pernas e metia como se estivesse comendo uma vagina. Levou sua mão até meu rosto e enfiou os dedos na minha boca, ele metia freneticamente, se fosse dentro do meu cu eu não aguentaria. Levei minha mão no meu pau para bater uma punheta e ele deu um tapa na minha mão
– Só eu vou gozar! – falou enquanto metia nas minhas coxas, ele começou a gemer e se contorcer.
– Saia se não quiser que eu goze no seu terno – falou rapidamente, soltando minhas pernas, e cuspindo no pau para se masturbar, rolei para o lado e sai do caminho, ele continuou batendo punheta e revirando os olhos, antes que eu pudesse falar, ele soltou vários jatos de porra na mesa, acertando todos os meus papéis, o computador, tudo que estava na mesa tomou um banho de porra, alguns jatos cruzaram e foram parar na bandeja com água e café que estava do outro lado, eu não podia acreditar no que eu estava vendo, quando ele terminou, apertou a ponta do pau com os dedos para tirar o resto de porra e limpou na minha boca, fiquei incrédulo.
– Não acredito que você fez isso nas minhas coisas – falei irritado, não podia gritar como eu queria porque as pessoas podiam ouvir.
– Você imprime de novo – respondeu enquanto subia a calça e arrumava o cinto – aproveite a sua sala nova, se precisar de alguma coisa, estarei na minha. Ele ajustou a gravata e me deixou parado vestido só com a parte de cima do terno, meus papéis estavam molhados de porra, o cheiro do sêmen dele havia tomado todo o espaço, ele leitou em tudo como um cavalo, como se aquelas coisas não significassem nada, como se eu não fosse nada, e saiu da sala tranquilamente. Vesti minhas roupas, estava com tesão apesar de tudo, mas me contive, peguei papel toalha e limpei tudo, a porra dele ainda estava quente, podia sentir a temperatura pelo papel, reorganizei tudo, abri as janelas, liguei o ar e comecei a reimprimir a ficha dos clientes. Tínhamos uma reunião online com a direção da empresa, tudo que eu estava organizando precisou ser refeito, enquanto eu digitava, sentia as teclas do computador levemente grudentas, não importa o quanto eu limpasse, sempre descobria um novo lugar com a porra dele. Mais uma vez eu não disse nada, ele simplesmente ocupou meu espaço, me tratou como um lixo e foi embora. Ele tem razão, eu sou mesmo um frouxo.
– PENÚLTIMO CAPÍTULO.