Ajuda o vovô

Por: cxi-epta-1 24/07/2026 2377 leituras
Capa do conto

Me chamo Breno, tenho 15 anos e moro no interior de Goiás, em uma região rural, onde tem bastantes sítios e chácaras.
Sou bem delicado e afeminado, tenho 1,60 m e meio cheinho nos quadris, branco e com os olhos bem azuis, que eu puxei da minha mãe, já meu pai era um nordestino forte, bonito e brabo, sou muito parecido de rosto com ele (pra não dizer a cópia kk)
Enfim, meu pai nunca me aceitou por eu ser gay, apesar de nunca ter me assumido, estava na cara. Até que um dia ele me bateu falando que era pra eu virar homem. Depois desse dia eu não tinha como mais negar.
A partir daí as coisas só pioraram em casa, meu pai não falava comigo, e, às vezes, nem com a minha mãe, por ela ficar me defendendo.
Foi aí que minha mãe achou melhor eu ir morar no sítio com o meu avô, pois a situação estava insustentável.
Saí de casa e fui morar com o meu avô, ele era um senhor muito bom e calmo, já estava viúvo fazia dez anos e sempre me agradou muito. E apesar de visitá-lo pouco, sempre gostei muito dele.
Meu avô era o pai do meu pai, ele também veio do nordeste, ele já estava com 59 anos (pois teve meu pai muito cedo) e era muito forte, de corpo parecia que tinha uns 40 fácil e que fazia academia, pois tinha braços fortes e uma barriga dura, só que em seu rosto já apareciam algumas rugas ao lado dos olhos.
Contudo, ele era bem peludo em seu peito e um pouco calvo no meio da cabeça, acredito que por conta da lida na roça, e às vezes me lembrava um urso.
Voltando... Ele me recepcionou muito bem e disse que aquela casa era minha também e que era pra eu ficar a vontade. Ele ficava na roça quase o dia todo e só voltava pro almoço e no finalzinho da tarde.
Na primeira noite, conversamos bastante, ele disse que não entendia meu pai ser tão mente fechada e que ele achou o cúmulo ele ter me batido, em pleno 2019, que as coisas hoje em dia estavam tudo diferente e tudo mais.
Falou que ia gostar de ter companhia, porque ele ficava muito tempo sozinho e que eu poderia ajudar ele nas tarefas de casa.
Ele não fazia muita questão de eu ir para a roça com ele, pois ele via que eu era todo delicado e cheio de frescurinhas. Então ele mandava eu ficar em casa e fazer as tarefas domésticas, na qual eu desempenhava muito bem. A casa era bem simples, só tinha o quarto do meu avô, a cozinha, o banheiro e a sala, que era onde eu dormia. Era bem tranquilo arrumar a casa e fazer comida, que modéstia a parte, eu cozinho muito bem.
Meu avô falava que gostava de ter alguém em casa fazendo essas coisas, que isso fazia lembrar os tempos de casado com a minha avó.
A noite, sempre ficamos assistindo televisão juntos, víamos alguns programas e depois dormíamos. Em um dia da semana, ele voltou reclamando de muita dor nas costas e em um braço.
Dei um remédio para ele, mas não passou a dor, então eu perguntei se ele queria que eu fizesse massagem nele e ele aceitou. Ele ficou deitado no sofá e eu massageava ele nas costas e braços e isso acabou virando rotina.
Eu já tinha espiado meu avô no banho, pela vidraça quebrada do banheiro e reparava nele como homem, apesar de ser meu avô. Me masturbava constantemente pensando nele, mas ficava na minha.
Um dia ele chegou e disse que a lombar dele doía e pediu pra eu massagear.
Peguei um creme e fiquei massageando e a posição estava me incomodando, quando ele mudou de posição, percebi q ele estava excitado. Ele disse:

-massageia o peito do vovô
-tá bom
-isso, tá tão não
-que bom vô
-isso, agora massageia a barriga do vovô.
-ta bom

Quando eu olho pra baixo, ele está com o pau super duro dentro da calça, marcando tudo.

-isso, agora massageia mais embaixo
-onde vô (me fiz de desentendido)
-aqui oh (ele pegou minha mão e pôs sobre o pênis dele)
-tenho vergonha vô
-fica não meu anjo...ajuda o vovô, vc ajuda?

Comecei uma leve massagem no membro super duro dele, mas sem fazer mais nada. Ele em contrapartida abaixou a calça e a cueca juntas e disse que sem elas era melhor a massagem.
O pau dele saltou pra fora, não era muito grande, tinha uns 16 cm, mas era bem grosso e com umas bolas imensas e peludas.

-isso agora massageia de cima pra baixo
-vô, tá bom?
-isso meu anjo, mas se vc fizer a massagem com a boca fica bem melhor.
-posso?
-deve

Comecei a lamber meio desajeitado, foi meu primeiro boquete, meu avô segurava a minha cabeça e depois soltava, mandava eu lamber o saco dele, bola por bola.
Depois mandou eu ficar de joelhos e se punhetou e gozou tudo na minha cara.
Depois disso ele me levou pra cama dele e disse que queria que eu dormisse lá com ele.
Fomos pra cama e meu avô tirou a minha virgindade, mas isso fica pra outra história.

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