Mais um mês se passou; já se faziam dois meses desde que eu tinha me mudado para a capital, e a minha primeira grande prova de fogo estava para chegar. O Carlos, o treinador, inscreveu-me para o grande torneio de judô da cidade, o meu primeiro no novo dojo. Na categoria de peso a que pertenço, eu já sou o melhor judoca do dojo, e era justo, pois, durante aqueles dois meses, eu tinha treinado muito. Os meus dois novos grandes amigos, o Daniel e o Bruno, que também eram os melhores na categoria deles, não iam participar, pois tinham outro torneio mais importante, mas ficaram super felizes por mim e me motivaram muito. No que dizia respeito a treinar, eles eram muito sérios e profissionais, e aumentaram ainda mais os treinos diários, que faziam em conjunto comigo, para estarmos bem preparados para os torneios em que íamos participar. Mas o meu sucesso não se devia só aos treinos; eu andava super feliz, nunca me tinha sentido tão satisfeito e confiante na minha vida. O Daniel, que no início, quando o Bruno passou a ser o cara que me ajudava a fazer a integração no dojo, se afastou, a meio do mês voltou a se aproximar de mim e recomeçamos a foder muito. Nossa, havia dias que eu fodia com os dois, nunca mais me faltou piroca, e eu confesso que não há nada que me dê mais prazer na vida do que estar com um dos paus daqueles dois machos, ou na minha boca, ou no meu cuzinho, e os safados estão sempre prontos para me dar piroca.
Quando fui saber os pormenores do torneio, constatei que o treinador levava as competições muito a sério. Preparou um estágio para a semana antes do torneio, para estarmos completamente concentrados na competição. Elaborou uma lista com o tipo de treino que íamos ter e as horas; praticamente não íamos ter tempo livre, era um nível completamente diferente do dojo do meu pai, daí ele ter querido tanto que eu viesse para o dojo do seu amigo.
No dia previsto, bem cedo, fomos para o centro de treinamento; o treinador já tinha definido tudo, até como ia ser a distribuição dos membros da equipe por quarto. E fiquei sabendo que o meu companheiro de quarto ia ser o Diego; não estava à espera, mas fiquei contente. O Diego é um cara super descontraído; eu ainda tinha tido pouco contato com ele, ele é casado e não mora na residência, só tinha estado com ele nos treinos, mas, pelo pouco que tive, ele tinha-me deixado muito boa impressão; é um pouco mais velho do que eu, já é casado e tem dois filhos, mas vive o judô intensamente, está sempre treinando, passa a vida no dojo e também é o melhor da sua categoria, e eu confesso que até fiquei nervoso quando soube que era ele, pois ele é mais um daqueles caras que só de eu estar perto o meu pau endurece.
Só descrevendo-o um pouco: é um cara bem masculino, super lindo, sempre com um sorriso no rosto, mas quando está lutando, fica com cara de mauzão e é bem foda, vira um bicho, é muito difícil alguém ganhar dele; é bem musculado, pernas fortes, braços grandes. Não é a minha especialidade, mas tem uma bunda gostosa para caralho, e quanto à piroca, eu ainda só a tinha visto enquanto tomávamos banho nos vestiários, mas mesmo flácida era um pau bem grande. Ele naturalmente é pouco peludo, quase não tem pelos no corpo, o que deixa aqueles seus músculos bem realçados; enfim, é um macho do caralho. Eu já o observava desde que o vi pela primeira vez, e sentia uma enorme atração por ele, por isso estava nervoso por ter que partilhar o quarto com ele.
Quando chegamos ao quarto para pousar as malas, vimos que o quarto só tinha uma cama de casal; ficamos um pouco constrangidos, mas ele disfarçou e, com o seu jeito descontraído, começou logo a brincar com a situação:
- Olha só, Diogo, deram-nos um quarto com uma cama de casal, será algum sinal? [Riso divertido]
- Não sei, mas parece que vamos ter de ser um casal esta semana! [Riso envergonhado]
- Pois que sejamos… — [Riso divertido] — mas fica já sabendo que, a sermos um casal, eu é que sou o macho e tu a fêmeazinha… [Riso divertido] — até aquele momento nós só ríamos muito com a situação, e de uma maneira completamente inocente e sem nenhuma malícia. Todo descontraído como ele é, começou logo a tirar a roupa para se refrescar; estava muito calor. Só que eu, ao ver aquele homem lindo a ficar só de boxers, comecei logo a imaginar o quanto seria maravilhoso se ele fosse o meu macho durante aquela semana inteira.
- Sou o que tu quiseres, não ligo para isso, mas é melhor sermos um casal de dois machos; eu não levo jeito para fêmeazinha – ele sorriu e continuou a despir-se, atirou-se para cima da cama já só de boxers e continuou a brincadeira:
- Tudo bem, Dioguinho, mas olha, esta cama é tão gostosa como a minha; de noite eu posso te confundir com a minha mulher e olha que… [Riso malicioso]
- Se isso acontecer, eu sei dar conta... [Riso malicioso] – ele parecia ainda estar só brincando, mas eu já estava a lançar a isca, se aquele meu colega gostosão estivesse a fim, eu deixaria ele fazer comigo o que quisesse.
- Eu vou é tomar um banho, que tu tens resposta safada para tudo! – [Riso descontraído]
Notei que ele ficou um pouco pensativo, mas virou-se e foi tomar o seu banho. Eu fui até a varanda, apanhar ar; reparei que estava com o pau duro, aquela conversa tinha me deixado assim, e fiquei lá a relaxar um pouco. Passados alguns minutos, ele me aparece de banho tomado, só com uma camiseta branca e de boxers, e reparei logo que o seu volume, no meio daquelas pernas musculadas, estava bem maior do que antes de ele ir ao banho.
- O que querias dizer com o “sei dar conta”, Diogo? – foi logo o que me perguntou mal chegou à varanda.
- Queria dizer isso mesmo: que se me confundisses com a tua mulher, eu saberia dar conta do recado!
- Tu estás te atirando a mim, seu safado? [Riso sacana]
- Eu não estou me atirando a nada! Tu é que falaste que me podias confundir com a tua mulher, eu só te respondi, mais nada… [Riso safado]
- Tu tens noção do que eu faria contigo, cara? – ele já não conseguia disfarçar o aumento do volume do seu pau e segurava-o com a mão para tentar disfarçar; o clima já estava de puta foda.
- Tenho alguma e acho que ia gostar… [Riso safado]
- Caralho, Diogo, olha que mesmo tu sendo meu companheiro de dojo, eu não sou de ferro — ele falou já apertando o pau, que dava para notar que estava bem duro.
- Pelo que eu estou vendo – e olhei bem na direção do seu pau, que estava bem duraço dentro dos seus boxers - até que és! – mordi o lábio e apertei o meu pau, que também já estava bem duro.
- Porra, tu enganas muito bem; tens essa carinha de menino bem-comportado, mas és bem safadinho!
Ficamos a olhar os dois um para o outro com cara de caso e, num clique, fui até ele; ele me recebeu de braços abertos e meti a minha língua naquela boca linda. Demos um beijo super tesudo, estávamos bem encostadinhos um no outro, e eu sentia o pau dele bem duro a roçar no meu; o beijo foi bem demorado. Quando paramos o beijo, ele abraçou-me, mas não me deixou continuar com aquela empolgação.
- Que puto de beijo mais gostoso, Dioguinho! Mas não podemos continuar, cara, sou casado; não é que não tenha vontade, mas não sou de trair a minha mulher… – eu não disse nada, mas era um balde de água fria que eu estava levando.
Deixou-me ali na varanda sozinho e foi se vestir no quarto. Eu não sou de complicar, entendi bem a situação; quando entrei no quarto, mudamos o nosso foco e passamos a falar da competição. Entretanto, a hora da pausa para nos instalarmos tinha passado e fomos ter com os restantes elementos para jantar. Como estávamos em estágio, era jantar cedo, deitar cedo e acordar cedo; por isso, às nove horas já estávamos prontos para dormir; descansar bem em alta competição é muito importante. Estávamos um pouco constrangidos um com o outro e quase não falávamos. Fomos para a cama, mas antes de dormirmos ele ainda falou com a mulher e as filhas; nossa, ele era um fofo com elas, e depois desligou logo a luz para dormir.
Demos as boas-noites um para o outro e ele virou-se de costas para mim; eu virei-me para o meu lado. Eu estava de pau duro, só de sentir aquele homem gostoso ali ao meu lado. E claro, com o tesão que eu estava, não conseguia adormecer; acabei me virando várias vezes para um lado e para o outro, olhava para ele e ele dormia profundamente, até que fiquei parado a observá-lo; estava de barriga para cima, só com o lençol por cima, tão gostosão, ali, bem sossegado ao meu lado. Eu não consegui me controlar, meti-me debaixo do lençol e levei a minha mão ao seu pau; queria senti-lo, e caramba, estava duro. Eu estava dominado pelo tesão, baixei os seus boxers e agarrei nele, e o Diego acordou:
- O que estás a fazer aí embaixo, Diogo? – assustei-me. Ele levantou o lençol e viu-me com o seu pau na minha mão. Olhei para ele, e a sua cara não era de chateado, muito pelo contrário, estava a rir e eu relaxei logo.
- Estás de pau duro, cara, não resisti…
- Caralho, Dioguinho! Isso está assim desde o nosso beijo na varanda. Eu bem tento ser um marido fiel, mas a verdade é que estava a ver que nunca mais agarravas nele… [Riso maroto]
- Não foi por falta de vontade. [Riso safado]
Pude então observar finalmente aquele pirocão; era um pau potente, grande, do tamanho do meu, mas mais cabeçudo, bem retinho; eu sentia-o a latejar de tesão na minha mão, e tinha aquele cheiro intenso de macho. Ele tinha os pelos na zona do pau só aparados, o que, para mim, fazia dele um macho ainda mais tesudo; eu babava só de estar assim olhando para aquela delícia de piroca.
- Caralho, tu gostas mesmo de vara, seu safado!
- Adoro, estou cheio de vontade de provar esta tua piroca! [Riso safado]
- Porra, tu és mesmo bem safado, como é que eu não te topei lá no dojo? Tu já devias ter me deixado debaixo de olho há muito tempo… [Riso safado]
- Desde o dia em que te vi pela primeira vez; tu és muito gostoso, Diego, é impossível resistir-te… [Riso safado]
- Eu também já tinha deitado o olho nessa tua bundinha, só que nunca pensei que tu gostasses de vara. Se não, eu já te tinha dado umas boas pirocadas nela… [Riso safado]
- Ainda há pouco eras um marido fiel! [Riso sacana]
- E sou, não traio a minha mulher com nenhuma mulher, mas, para mim, homem não conta… [Riso safado]
- Então, se para ti homem não conta, és tão safado quanto eu… [Riso safado]
- Isso é o que tu vais descobrir agora… [Riso sacana] – segurou a minha cabeça e suavemente a empurrou contra o seu pau.
Ao ver aquela pirocona linda e gostosa na minha frente, meti logo a minha boca na cabeça, uhm porra, que delícia de piroca, macia, grande, enchia a minha boca toda, gostosa, sabia a pau de macho, e ele estava tão excitado que soltou uma gotinha de porra, e eu dei uma sugada bem puxada para saborear aquele néctar delicioso.
- Mas que é isso… que boquinha safada é essa?
- Uhmm… Gosta que eu te chupe assim?
- Se gosto? Tu mete logo essa boquinha na minha vara de novo, eu não me lembro de alguma vez ter tido uma boca que me desse uma sugada dessas…
- Ahhh… mas como é possível uma vara tão gostosa como essa nunca ter recebido uma sugada assim – e repeti a sugada bem puxada.
- Uhmmm caralho cara… é isso aí uhmmm… - fiquei ainda com mais tesão ao ouvir o meu macho gemer.
- Uma delícia desta não pode ficar sem umas boas sugadas assim – dei uns beijinhos na cabecinha, enquanto falava eu ia batendo levemente uma punheta nele, e depois voltei a dar uma sugada bem gostosa.
- Caralho, Dioguinho, tu és mesmo um viadinho, seu safado, estás me deixando fora de mim, cara, vou te foder muito, cara!
Senti a mão dele empurrar com mais força a minha cabeça e forçá-la contra o seu pau, já não tinha mais volta, aquele meu colega lindo já estava dominado pelo tesão, e eu abocanhei logo aquele maravilhoso pau, engoli?o quase pela metade, queria mamá?lo muito.
- Aaahhhh… porraaaa… como tu sabes mamar um pau, caralhoooo… isso engole ele todinho, seu porra!
O Diego queria mais, queria enfiar a sua pirocona toda na minha boca e continuou a forçar a minha cabeça contra o seu pau, e só parou de forçar quando o meu nariz tocou na sua barriga; aquela delícia bateu no fundo da minha garganta.
- Nossa caralhoooo… porrraaaa… mas que delícia de boca, que tesão vê?la assim toda cheia com a minha vara – deixou?me assim, com a boca atolada de piroca por algum tempo, e depois é que me deixou respirar um pouco, mas eu só queria ter a minha boca preenchida por aquela piroca.
- Que tesão este pau – parei só um pouco para respirar, e depois voltei a engolir o seu pau quase todo, era enorme, mas eu já estava bem treinado e engoli?o todinho de novo, era tão saboroso.
- Isssoooo… seu safado, nossaaaaaaa… nem preciso fazer nada, que tu engoles tudo, caralhooooo…
O tesão dele estava a mil, e para o meu deleite, o pau dele não parava de largar pequenas gotinhas de porra deliciosas; eu as sugava todinhas, ele só gemia de prazer, eu engolia o seu pau todo e depois ficava a lamber a cabecinha, descia pela base e ia até às bolas, ele adorava, e depois subia e voltava a engolir aquele mastro todo.
- Caralho Dioguinho… Ninguém chupa assim tão gostoso, porra!
- Que bom, porque esta piroca é incrível, quero mamá?la muito…
- Incrível é essa boca, porra! – agarrou?me pelos cabelos e me fez olhar nos seus olhos - e de uma coisa podes ter a certeza: a partir de hoje, vais mesmo mamá?la muito, seu viado gostoso do caralho.
- Sempre que quiseres, meu macho tesudo…
- És um viadinho incrivelmente safado! Porra, como eu estou gostando que sejas assim… – e voltou a colocar a minha boca na sua piroca, e eu voltei a mamá?lo ainda mais satisfeito com o que tinha ouvido; ele estava adorando tanto que encostou?se no travesseiro e gemia enquanto apreciava a minha mamada.
Passado algum tempo, senti a mão dele deslizar pelas minhas costas abaixo e chegar à minha bunda, deu uma boa apertada, e eu chupei?o ainda com mais vontade, e ele, todo satisfeito, deu?me uma boa palmada.
- Isso mama gostoso, caralhooooo… – eu sugava a sua vara cheio de vontade enquanto ele acariciava as minhas nádegas com a sua mão forte – uhmmm que delíciaaaaaaaa… Gostas que se mexa aqui, né? – e passou a mão no meu reguinho, eu até me arrepiei todo e dei uma sugada bem puxada na sua piroca – uhmmm… isssoooo… é claro que gostas… logo, logo, eu vou estar cuidando desta delícia – e nova palmada gostosa na minha bunda.
A mão dele não largou mais a minha bunda, ele passava aquela mão grande pelas minhas nádegas e dava leves apertadelas; sempre que fazia isso, eu chupava?o ainda com mais vontade, até que depois se concentrou mais no meu reguinho, primeiro ficou passando a mão, depois o dedo, até que começou a massagear o meu botãozinho.
- Aiiii… Diegão, isso é muito bommm… que tesão, porra… – não dava para resistir, ele estava?me dando já um tesão do caralho, soltei um gemido bem alto quando ele tentou forçar o meu botãozinho com o seu dedão.
- Gostas que fique assim aqui com o meu dedinho? – ele rodava o dedão dele no meu cuzinho, que sensação gostosa do caralho…
- Uhmmm… adoro… – eu gemia, mas não largava o seu mastro, e ele sabia como tocar no meu cuzinho pois eu já estava todo ciririca.
- És tão viado, Dioguinho, este teu cu já está louquinho por pica.
Foi então que ele forçou o seu dedo, e senti a pontinha entrar, a abrir o meu anelzinho, e o dedão começou a deslizar pelo meu cu adentro…
- Aiiiii uhmmmmmm nossaaaaa… Diegão – porra, foi tão bom que soltei um gemido enorme, e depois engoli o seu pauzão todinho, e comecei a sugá?lo; naquela hora eu já estava ansioso para ser arregaçado por aquele pirocão gostoso, que eu mamava cheio de vontade.
- Caralho… Que cuzinho mais guloso, porra! – aquele macho delicioso estava?me saindo melhor do que a encomenda. Eu não era de certeza o primeiro cara que ele ia foder, ele já era bem experiente em cu de macho, ficou ali pondo e tirando bem devagar o seu dedão, fazendo?me gemer entre as sugadas que eu dava na sua piroca – já está bem gostoso, não é viadinho?
- Está maravilhoso, meu macho! – a minha voz até estava embargada pelo tesão.
- E assim? – e enterrou o seu dedão todo.
- Aiiii caralhoooo… assim é maravilhoso demais…
- Isto é que é ter tesão no cu, seu safado!
O gostosão tirou o seu dedão, e senti, em vez de um, dois dedões a massagear no meu botãozinho, e logo de seguida ele enfiou?os bem gostoso e começou a rodá?los enquanto me fudia com eles; eu gemia, mas continuava sempre a chupar a sua piroca, estava a deixá?la bem preparadinha para substituir aqueles dedões, mas eu já estava a ter tanto prazer com aqueles seus dedos safados…
- Aaaiiiiii Diegão, que isso, assim é tesão demais.
- Tesão demais é quando o meu pau entra deste jeito neste cuzão, seu viado! – era o que mais queria, já estava mesmo desesperado por esse momento.
- Diegão, já está mais que na hora de me foderes com esta pirocona tesuda!
- É contra a minha vontade, mas este cuzinho não pode ficar sem vara… [Riso safado]
Aquele homem lindo brincava sempre com um sorriso lindo na cara. Tirou os dedões de dentro de mim, e eu fui logo sobre ele e beijei?o, tinha o gosto da sua vara na minha boca, mas ele gostava, demos um bom linguado.
- Anda, levanta?te, quero arregaçar esse cu contigo de pé!
Se fazia de cara certinho, mas o Diego é um bom safadão. Também estava todo aceso para me foder e sabia bem como queria. Levantou?se da cama e levou?me com ele.
- Podes me foder de todas as formas que quiseres, seu gostosão.
- Vai ser dureza, mais tarde, resistir a um coleguinha assim safado como tu, sabias?
Sorri, olhei nos seus olhos e beijei?o. Foi um beijo mais rápido, ele logo me afastou, virou?me de costas para ele, depois, com a sua vara bem dura encostada na minha bunda, ajeitou?me de forma que eu ficasse debruçado sobre o parapeito da janela.
- Vou te foder sem dó, Dioguinho!
- Fode?me com tudo, meu macho, estou cheio de tesão para levar com essa piroca.
- Então empina bem esta bundinha, empina!
Empinei?a o mais que pude e logo ele começou a passar o seu pau sem meter no meu botãozinho, que piscava que nem louco, ansioso por experimentar aquele pirocão; eu só gemia, esperando que aquele macho me preenchesse com aquele mastro maravilhoso.
- Este cu está louquinho pela minha vara, não é seu safadinho?
- Muitoooooo… Fode ele logo, fode…
Só senti ele a mirar o seu pau ao meu botãozinho, forçou e a cabecinha entrou, e então numa estocada só ele enfiou tudo.
- Aaaaiiiiiiiiii caralhooooooooo… – porra, que tesão maravilhoso, adorei sentir aquele pirocão escorregar pelo meu cu daquele jeito bem rápido, me arregaçando logo todo; se tivesse sido há umas semanas atrás eu teria ficado todo arrebentado, mas os meus machinhos não me faltam com piroca e o meu cuzinho acomodou muito o pirocão daquele magnífico macho gostosão.
- Que cuzão, aguentou logo o meu pau de primeira – e começou logo a socar a sua piroca cheio de vontade.
- Aiiiii isssooooo uhmmmm – gemi bem alto de tanto prazer que comecei logo a ter.
- Cu do caralho, já me tinha esquecido que cu de macho é assim mesmo, adora levar com pau, não é viadinho? – e tirou e voltou a enfiar aquele pirocão numa só estocada.
- Ai, nossaaaaa… principalmente se for um pau gostosão como esse, caralhoooo…
- Safado, toma lá então pau neste cu guloso…
O Diego é bem tranquilo, mas começou logo a bombar o meu cu com tudo, e nossa, que tesão do caralho, o pau dele me arregaçava todo, entrava e saía como queria. Quando ele metia tudo, eu me sentia completamente preenchido por aquele macho, era tão bom que eu só gemia.
- Aiiiii Diegão, que tesãoooooo uhmmmm… isso fode uhmmm… – e ele socou ainda com mais força – aaaiiii nossaaa… isssoooooo… que delíciaaaaaa uhmmm…
- Caralhoooo… mas que viadão que tu me estás saindo, seu safado, gostas mesmo de piroca neste cu… – e deu uma socada bem forte.
- Uhmmmmm, adoro... E essa tua piroca é gostosa demais...
- Já que gostas tanto dela, rebola essa bundinha nela, rebola...
Estávamos os dois completamente encaixados; eu sentia a sua vara atoladinha em mim. Comecei, então, a movimentar a minha bunda contra o seu pau.
- Isso, caralho! Mostra para o teu macho que essa bunda adora o meu pau.
A minha rebolada era bem gostosa; no início, ele ficou bem quietinho, só a sentir os movimentos da minha bunda no seu pirocão. Depois, aos poucos, começou a me socar devagarinho e foi aumentando até ficar bem forte, enquanto eu rebolava com tudo. Que fodão, era puro tesão.
- Isso, putão... rebola bem gostoso essa bunda, uhm... porra, que delícia... - ele fodia-me com tanta virilidade que até dava para ouvir os nossos corpos a bater um no outro; era tesão demais.
- Aiiiii caralhoooo, que delícia, uhmmete, mete essa piroca toda, uhm... me arregaça o cu, meu macho...
- Toma vara, caralho! Isto é que é ter tesão no cu, seu safado! Vou te arrebentar todo, seu viado – ele deu mais uma socada bem forte na minha bunda e eu adorava – rebola assim bem gostoso essa bunda – eu continuava a movimentar a minha bunda naquela piroca, cheio de vontade.
- Aiiiii, que tesão de piroca, uhmmmm... isso, arrebenta o meu cu, meu macho!!! – ele não diminuía as socadas - uhmmmm... que prazer do caralho, ter-te assim a foder-me tão gostoso, Diegão!!
- Estás a me deixar louco, seu viado; vou te foder até encher este cu de porra... toma lá piroca, caralho! - ele ficava ainda mais excitado com as minhas palavras e deu mais uma estocada bem funda, e depois ficou assim, fodendo-me mais devagar, mas com socadas bem fortes.
- Aiiii, nossa... Isso... uhmmmm... é tão bom assim... - e me deu mais uma socada bem gostosa - aiiiii, que delíciaaaaaaa… aí, me fode assim, meu macho...
O Diego estava a transformar-se a cada estocada, já não era o mesmo cara, ele também estava possuído pelo tesão; agarrou, então, na minha perna direita e a levantou para a minha bunda ficar toda arreganhada para ele, tudo sem nunca tirar o seu pirocão do meu cuzão. Estávamos os dois de pé, eu abracei-me a ele e ele, forte como um touro, começou a me arrebentar a bunda com o seu pirocão, naquela posição.
- Aiiii porraaaaaa.... Isso.... Ai que tesãoooo, meu touro....
- Sou teu touro, é? Seu viadinho safado... – que homem, me fodia com toda a sua virilidade, que maravilha.
- Simmmm...., tu fodes como um touro... meu macho gostoso.
- Toma lá então a piroca do teu touro... Tu gostas de apanhar assim vara brava neste cu, não é, seu safado?
- Uhmmmm, adoro meu touro… - e nova estocada de tirar o fôlego - aiiii, caralhoooooo.... Issoooo.... tu fodes bem demais, meu macho gostoso, uhmmmmm…
- Então não sou o teu touro, seu viado? – e deu mais uma estocada bem potente.
- Aiiii, nossa, issooooo….. uhmmmmmm, simmmmm…. és o meu touro bravo… que tesãoooo….
Com a outra mão, ele agarrou na minha cabeça e começamos a nos beijar. Que puto de tesão, estava a levar com piroca na bunda e a ser beijado por um dos machos mais tesudos que eu conhecia; estava com tanto prazer que o meu pau já largava gotinhas de porra.
- Aiiii tourãooooo, tu estás a me levar ao paraíso!
- Toma, toma lá mais vara, seu safadooooo… que tu também estás a deixar-me louco com este cu, caralho...
Éramos dois atletas na máxima virilidade e, sem nunca deixar de mandar vara na minha bunda, o Diego acabou por pousar a minha perna e curvou-me ligeiramente para a frente, e continuou a mandar piroca com tudo na minha bunda, tirava aquele pau grosso quase todo do meu cu e depois enfiava-o com toda a força. Dava para ouvir o seu corpo suado a bater no meu, a gente urrava que nem dois touros com o cio... era prazer demais para o meu cuzinho, eu já nem controlava o meu pau, que não parava de babar.
- Aiiiii… caralhoooooooo… eu assim gozo já, porraaaa… – e comecei a sentir aquele calorzinho da gozada a subir por mim acima; era tesão demais ter aquele touro a arrombar-me o cu daquele jeito.
- Toma então lá mais vara, caralhooooo…. - ele ficou ainda mais touro bravo quando falei que estava quase a gozar.
O sacana aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, mas eu ainda não queria gozar, adoro sorver uma vara no meu cu. E aquela, o meu cuzinho estava a receber pela primeira vez; era tão deliciosa, mas naquele ritmo eu não ia conseguir aguentar muito mais tempo.
- Aiiii..., abranda um pouco, meu touro, senão eu vou gozar!
- Abrando o quê, seu viado? Eu quero mesmo é que gozes enquanto aqui o teu touro arromba este cu guloso! – e senti ele a segurar ainda com mais firmeza a minha cintura.
- Aiiiii… aaiiii… que vou gozar então…, me fode com tudo, tourão, eu não vou aguentar mais, caralhoooo…
- Goza!!!! Toma lá pau com força, caralhoooo…
- Aiiiiiii, porraaaaaaaaa…. Porra, que delíciaaaaa… isso, mete… mete desse jeito… uhmmmmm…
Sem eu segurar no meu pau, as primeiras gotas de porra começaram a sair disparadas, e ele, sentindo que eu estava a gozar, não sei como, mas ainda aumentou mais as estocadas, que delícia…
- Isso… goza gostoso, seu safado! Goza muito, que aqui o teu touro adora ver um viadinho a gozar assim, cheio de tesão, com o meu pau atolado no cu.
- Aiiiiii, que delícia, meu touro…. uhmmmmm… isso, continua a foder-me assim… uhmmmm… Não pares, não, uhmmmmmm… aiiiii…..
- Toma lá vara, viadinho do cu gostoso… vou te deixar bem arrombadinho…
Ele tinha abrandado o ritmo e eu segurei no meu pau, estava todo babado; eu tinha gozado para caralho, tinha sido tão bom; o Diego era o meu terceiro macho, e que macho, eu queria que aquele touro gozasse também, queria viciá-lo no meu cu, e então comecei a movimentar a minha bunda contra o seu pau assim que parei de gozar.
- Já estás a assanhar essa bundinha de novo, seu safado?
- Sim, meu touro, quero que a enchas de porra!
- Eu vou te encher de porra, seu viado, mas não vai ser na tua bunda, vai ser na tua boquinha!
- Ai, eu vou adorar…
- Ainda bem, porque eu quero que fiques a saber qual é o gosto do leite do teu macho, mas podes continuar a rebolar essa bundinha gostosa na minha vara – eu comecei então a rebolar a minha bunda de um jeito bem safado na sua piroca e ele adorou, começou logo a suspirar de tesão - porra, nunca vi um cu tão safado por vara.
- Uhmmmm, porque tens esta vara que é uma delícia – eu rebolava e rodopiava a minha bunda no seu pirocão, ele cada vez mais a suspirar de prazer, e eu, bem safadinho, continuei a dizer aquele tipo de coisas para deixá-lo ainda mais louco de prazer - uhmmm… adoro rebolar nesta piroca grossa, uhmmmm… e tê-la assim atoladinha no meu cu - ao fim de mais algumas reboladas, ele ficou no ponto para gozar.
- Aaahhhh, caralhoooo, vou gozar, viadinho… - e saiu rápido de dentro de mim – vem cá, vem, chega cá essa boquinha…
Eu me ajoelhei logo na sua frente, agarrei no seu pau e comecei a mamar. O pau dele latejava, ele estava pronto para explodir numa gozada gostosa, e não me deixou mamar; agarrou no seu pau e afastou-me dele.
- Aaaiiii, caralhoooo... chupas gostoso demais... abre mas é essa boquinha, abre... que vou esporrar essa tua cara toda...
Ele punhetava-se freneticamente, eu fechei os olhos e pus a minha língua para fora e logo senti o primeiro jato de porra a esporrar a minha cara toda.
- Aaahhhhhhhhh... toma leite, viadinho, uhmmmmmm.... caralhooooo.... – o segundo jato também veio para a minha cara, que ficou logo toda melada com a sua porra.
- Isso... goza muito, meu touro… me dá o teu leitinho para eu provar...
- Então abre bem essa boquinha, porra – eu obedeci e o terceiro jato já entrou bem dentro dela, e depois ele enfiou o seu pau nela – aaahhhhh, tesãoooo... toma tudo, seu viadinho...
Não tirou mais o pau da minha boca, e nossa, ele gozava muita porrinha, que delícia, era salgadinha, viscosa; estava a deliciar-me com aquele leite, mamava todinho.
- Aaahhhh... caralho... puta que te pariu, Diogo, tu és um diamante em bruto, nunca ninguém me deixou gozar assim tão gostoso na boquinha…
Eu não falava nada, estava me deliciando com aquela piroca toda gozada; quando ele já estava terminando, dei uma chupada na cabecinha do seu pau, que estava a pingar as últimas gotinhas de leite; que delícia, eu tomava tudo.
- Isso, seu safadinho, bebe todo o meu leitinho – ele já estava a voltar ao normal.
- Uhmmmmm... vou beber todinho, meu touro, esta piroca está tão gostosa assim toda meladinha...
- Então gostaste do leitinho do teu macho?
- Adorei!
- Então não desperdices nada!
O Diego enfiou o pau todo na minha boca, e eu comecei a mamar até deixá-lo bem limpinho.
- Caralho, Diego, que surpresa! Tu sabes cuidar bem de um pau, seu safado!
- Estou aprendendo ainda..., mas surpresa foste tu, que delícia de macho que tu és, Diegão!
- Caralho, és mesmo um viadinho... [Riso safado] – depois passou a mão no meu rosto - ainda tens porra no canto da boca...
Dito isto, ele me surpreendeu e me beijou, lambendo o resto da sua porra que eu ainda tinha na minha boca e na cara, partilhando depois comigo num beijo delicioso.
- Achas que és só tu que gostas de porra? Não és não… [Riso malandro] - e beijamo-nos de novo.
- És incrível, Diego, adorei ser fodido por ti!
- Adoraste? Esta foda ainda não acabou, não, cara; tens um puto de um rabão gostoso que adora pau, este fim de semana vou te foder até deixá-lo todo esfolado... – [Riso safado]
- É o que mais quero! – era um sonho o que eu estava a viver ali.
Aquele cara maravilhoso não estava brincando; beijamo-nos mais uma vez e levei a minha mão ao seu pau, que já estava duraço de novo, e ele colocou as mãos sobre os meus ombros e empurrou-me para baixo. Voltou a me foder até que encheu o meu cu de porra; caímos exaustos na cama. Depois fomos dormir, pois tínhamos que treinar arduamente no dia seguinte. Mas, de noite, acordei com o pau dele já enfiado no meu cu; ele fodia-me devagarinho, e eu então comecei a rebolar até ele deixar o meu cu novamente cheio de porra, e acabamos adormecendo sem ele tirar o pau de dentro de mim.
O estágio correu lindamente. De dia, eu e ele estávamos cheios de boa disposição para treinar e, à noite, ele me fodia bem gostoso. Foi uma semana de muita pirocada; a minha motivação estava no máximo. Nem preciso dizer que, no fim de semana, eu ganhei a competição no meu escalão, e o Diego veio me dar um abraço forte de parabéns. Depois veio a desilusão: ele me falou que aquela semana não iria se repetir, pois ama muito a sua mulher e não queria vacilar com ela. Mas eu não sou de deprimir e tive que me contentar assim, mas estava super feliz: tinha ganhado a competição e tinha tido uma semana fantástica com um dos caras mais gostosos que eu conheço.
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