comendo uma menina de 9 com ajuda da mãe
Quem leu os contos anteriores talvez se pergunte o que aconteceu nos últimos dois meses.
Finalmente eu tinha penetrado a Débora, tudo com a conivência, e não só isso, com a ajuda mesmo da mãe, Lúcia. Pra você ter uma idéia a mãe dela pegou no meu pau e puxou pra entrar na bucetinha da filha, ela empurrou meu quadril pra fazer meu pau entrar. De certa forma, foi ela que me induziu. Eu sei que a culpa é minha, que eu fiz porque quis. E sei também que nas primeiras aulas eu fiquei com tara na menina sem a mãe nem saber. O fato é que eu nunca me enxerguei como um cara que come menininhas. Eu batia punheta pensando, tinha minhas fantasias, mas meu pensamento era quase platônico, carícias, encoxadas. Já quando eu puz o pau na boca da menina na primeira vez, depois fiquei uns dias sem me reconhecer. Como fui capaz disso? Mas o tesão voltou, e voltou mais forte, e quando a mãe entrou na jogada, com tesão também, aí já não consegui mais segurar.
Acho que esse tempo que demorei pra voltar a escrever o que aconteceu tem a ver com o fato de que demorou um tempo pra eu admitir pra mim mesmo que agora eu tava viciado numa bucetinha de 9 anos e que eu me tornei basicamente um servo da mãe dela, que tinha os desejos mais perversos que eu nem sabia que uma mãe poderia ter com relação a uma filha.
Naquele final de semana mesmo, o que narrei no conto anterior foi só o começo de 48 horas de pura depravação. No começo a Débora chorava, depois de um dia ela só tinha um olhar perdido, enquanto eu dava aquela estocada matinal na buceta, a mãe dela queria que eu gozasse o máximo número de vezes possível. Gozei tipo umas 10 vezes no final de semana.
A primeira, foi comendo a bucetinha dela, com ela deitada na cama da mãe. A mãe junto, supervisionando, fazendo questão de acompanhar a penetração de perto e quase que controlando o ritmo da penetração empurrando o meu quadril.
A bucetinha tava tão apertadinha que chega doía no pau. Eu forçando, e a menina abrindo o berreiro, com a mão do lado dela dando beijinhos no rosto, e falando shh shhh shh...
Eu tirava o pau que tava vermelho colocava mais gel, e metodicamente ia forçando mais a entradinha, e aí ia entrando, entrando, até que aos poucos eu já via que meus pelos pubianos tavam se aproximando da vagina dela, eu tava conseguindo por os meus 18cm todinho lá dentro da criança. E que tesão ver a cara da mãe olhando eu entrar. Quando enfiei tudo ela olhou pra mim com uma cara endemoniada falando: SEU FDP, ENFIOU TUDO HEIN SEU PUTO.
E eu sem saber se ela tava brava comigo ou com tesão me defendi:
- Você q mandou eu meter até o fim
- CALA BOCA MOLEQUE, FODE A DÉBORA VAI , QUERO VER VOCE BOMBANDO MOLEQUE
E como a menina chorava eu não tinha coragem de realmente foder , só ia tirando o pau devagar, e enfiando até o fim de novo. E beijava o pescocinho dela, o rostinho, q tava todo molhado de lágrimas. Eu sentia muito tesão mas ao mesmo tempo era difícil pra mim ouvir ela chorar, embora o choro me deixasse de pau mais duro.
Aí do nada a Lúcia, mãe dela, veio com a aquela cara como se tivesse possuída e me deu um puta tapa na cara: FODE A DÉBORA PUTO , FODE COM FORÇA VAII!! TO MANDANDO!!!
E aí, levantou impaciente e colocou o som no último , era uma daquelas música d Pisadinha, e desceu pra pegar Vodka, e eu fiquei com a Débora, coloquei as perninha dela no meu ombro e fui com jeito, mais fui fodendo gostoso. Ela até parou de chorar...e. eu fui fazendo amor com jeito.
Um tempinho depois eu já ouvi a mãe dela subindo as escadas, e ela veio com a garrafa na mão e me deu pra beber no gargalo, sorriu ao ver a menina de franguinho eu até me perguntei se a Débora era mesmo filha dela, como ela tinha coragem de fazer o lance assim. Ela tava bêbada, me deu umas boas goladas tb de Vodka pura, e segurou a garrafa no rosto da filha mandou ela abrir a boca e despejou no rosto da menina q engasgou. Ai ja tava rolando a música alta e ela fazendo pilha ali do meu lado aí comecei pra valer a foder mesmo. Enfiar com força, PLAFT PLAFT PLAFT meter até o talo mesmo e meter pra machucar a nina, sentindo a bucetinha laceando , a menina assustou de novo com a minha fúria , a mãe perdeu a paciencia já puxou o cabelo dela pos ela de quatro, eu já segurei na cinturinha e fodi mais , a mae veio com um consolo e enfiou na boca da Débora e eu segurei a cintura da nina e comi ela igual a gente come aquelas garota de programa barata, fui acelerando igual um cavalo no cio até gozar na bucetinha sem camisinha sem nada , enquanto a mãe batia uma siririca vendo.
Fiquei ali deitado um tempo, tentando me recuperar. Sabe quando a gente goza dá aquele estado que vc até se pergunta "o que tava fazendo ali". Mas a mãe não me deu mto descanso não. Eu meio que caí no sono ali deitado meio melecado e acordei com a mãe fazendo a Débora chupar meu pau mole... que...foi ficando duro, claro. Aí falei que precisava de um tempo, tomar um banho sei lá. Ela falou que a gente podia ir pro chuveiro, pra eu relaxar um pouco.
O quarto tinha uma suíte mto massa, com aqueles mármores marrom claro granito sei lá, e espelho grande, com uns lance dourado, um chuveiro daqueles de revista, eu entrei no banheiro já tava aquele vapor, e ela toda manhosa: Vem amor, vem tomar banho.
Entrei no box, e ela já tava lá lavando o cabelo da filha, assim que eu entrei, ela terminou de enxaguar o cabelo da menina e falou mim tomar um banho normal, ignorar elas , mas que a Débora ia ficar me chupando. E dito e feito, ela mandou a menina ajoelhar, e colocar meu pau meia bomba na boca. Eu nem tava excitado ainda, a água tava bem morna, e eu senti um relaxamento, e acabei me acostumando de sentir a boquinha no pau, que foi ficando duro. Cinco minutos depois, eu já tava com o pau bemm duro, fodendo a boquinha e punhetando pro rostinho dela. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e fodi a boquinha até a garganta ela dando aquelas engasgada tesuda. Quase gozei de novo, mas dei aquela segurada, porque ali com a Lúcia no cio eu sabia q tinha que me preservar, a nina até vomitou um pouco de tando q eu enfiei fundo. Perfeito pro chuveiro, já lava na hora.
Saí do banho, fui me enxugar, a Lúcia desceu pra colocar uma pizza congelada no forno. A partir daí, era como se fosse uma vida em família, eu fiquei lá três dias. Fodi a Débora em todas as posições, na sala vendo tv, na cozinha depois de jantar (com ela no meu colo), e no quarto da menina (na cama dela com ela de bruços e depois de ladinho), e no quarto da mãe, (com ela de quatro, depois de franguinho).
Laceei totalmente a bucetinha. Ela já nem chorava mais, mas isso porque eu ainda não havia comido o cuzinho da menina. A mãe me perguntou já no domingo de manhã. Leo, você não curte anal não? A Débora tava dormindo do nosso lado, só de camisola sem calcinha, com o bumbum meio à mostra. Eu ainda meio com sono mas com a ereção matinal sorri e falei, caralho eu nem acordei e vc ta pensando em putaria já. Ela esticou o braço e puxou o frasco de gel q ja tava na metade.... eu apertei a bisnaga e já fui passando no meu pau. a Débora dormia o sétimo sono, de bruços, enquanto a mãe dela ia puxando a camisola da menina pra cima, deixando o bumbum mais à mostra e abrindo um pouco as pernas dela.
- Vamos acordar ela, amor?