_Dé, posso ficar aqui com você, afinal somos mulheres e amigas.
Dei uma boa risada e brinquei: _Você é “quase” mulher, estou vendo um volume na sua calcinha.
_Ah, não ligue pra isso, é apenas um brinquedinho que uso de vez em quando, respondeu, mostrando o pau que estava dentro da calcinha sexy.
Tirou a calcinha e um badalo branco, deitado num saco moreninho apareceu na minha frente. ¬Falei, quebrando o gelo:
_Gugu, quer dizer Luiza, você tem uma genitália muito legal... posso pegar? Gugu não se fez de rogado e, como velho amigo, ofereceu o pau para mim. Nem precisei de muito esforço para colocar seu pinto em estado de ereção total. _Puxa, que pinto lindo você tem, meu amigo. E funciona bem. Posso curtir? Nem esperei a resposta e comecei a chupar aquela rola como se fosse o último picolé da sorveteria. Sentindo aqueles jatos da banheira, paguei um boquete caprichado para meu anfitrião. Gugu gemia como com o pau em minha boca, elogiando muito minha performance com a língua, lábios, boca e mãos, pois batia uma punhetinha de leve para meu amigão gostoso, que, agora, era minha amigona. Quase gozando, Gugu pediu para parar o boquete e, entrando na banheira, foi logo procurando um jeito de enfiar o pauzão na minha xaninha. Adorei, quando aquele pinto gostoso entrou em minha bocetinha meladinha. _Que bom, que gostoso, mete mais, me come, me come – eu falava baixinho no ouvido do meu amigo, enquanto ele me comia. Com os dedos ágeis, Gugu fazia o fio terra, levando-me à loucura. Percebi nitidamente que ele queria comer meu cuzinho. Havia tempo que eu não fazia anal. Para falar a verdade, Junior, meu ex, só comeu meu rabo uma vez e, mesmo assim, só aguentei a metade do pau daquele jegue. Agora chegou a hora da verdade. Um traveco entende de cu, pensei. Com certeza, ele vai fazer a coisa sem trauma. Ajeitei-me na banheira, com a bundona pra cima. Gugu pegou um creme americano, super gelatinoso e lubrificante, e passou no meu rabo, com carinho de uma mãezinha em seu nenê. Colocou dois dedos, três dedos, fez um vai vem gostosinho e se ajeitou atrás de mim. Fechei os olhos e esperei. Chegara a hora de tomar no cu. Chegar a hora de sentir aquela dor horrível. Chegara a hora de chorar... Eu me enganei redondamente. Gugu era mesmo “expert” em coito anal. Não doeu nadinha de nada. A cabeçorra invadiu meu esfíncter com tanta naturalidade que eu nem percebi que o Gugu estava comendo meu rabo. Não sei se foi alguma coisa que estava no lubrificante ou se era mesmo a grande experiência do Gugu em sexo anal, mas o fato é que não senti dor alguma. Pelo contrário, senti um prazer infinito, quando Gugu penetrou meu cuzinho com sua varinha mágica. _ Gugu, que gostoso, como você sabe comer um cuzinho, está muito bom, uma delícia, mexe, mexe, pode enfiar com força, está muito bom, muito, muito, muito bom mesmo. Empurrei com força minha bunda de encontro da barriga do Gugu para ver se sentia alguma dorzinha, mas qual o quê, não sentia dor nenhuma, só prazer e muito prazer. Gugu judiava de mim, batendo uma siririca deliciosa, com os dedinhos na minha xana, num dedilhar cadenciado. Nossa, que macho gostoso. Quer dizer, que traveco gostoso, principalmente quando seus lindos e macios seios grudavam nas minhas costas. Aflorava meu lado feminino, meu lado “lésbico”, que nem conhecia. Era uma mulher e era um homem me comendo. Era muito tesão. Que coisa boa. Pena que tudo que é bom acaba logo. Eu gozava sem pagar, num múltiplo orgasmo sensacional. Gugu gozou, como todo macho, me enchendo de porra, aumentando o pau dentro do meu cuzinho. Adorei receber aqueles jatos de esperma quente dentro de mim. Chorei de emoção. Que macho maravilhoso. Que bom. Fiquei com o pau latejando dentro de mim até perceber que ele estava mole mesmo. Tomei uma ducha e fui, com meu amigo (amiga), fazer compras. Afinal, fui à Nova Iorque para isso.