Nessas conversas um tentando saber do outro, logo, vem “mostra o rosto”, “mostra a calcinha”, a “buceta”, o “kct”, e a liberdade para dizer ao outro que estava com tesão, desejo, vontade só aumenta, daí para o primeiro encontro um passo ou vários, passando um pelo outro e o “munda para”, aqueles olhos, a boca, o corpo, tudo leva para o inevitável, a cama! E num passe, nos encontramos em local isolado, a advertência vem logo, “não posso ser vista junto com você”, respondo eu também, foi praticamente um sequestro para o quarto de motel, chegando, fechando a porta, aquela mulher gostosa, saia tubinho, blusinha, boca vermelha, unhas vermelhas, sapatinho, ali parada, não pensei, agarrei beijando, lambendo, beijando e mão subindo por dentro da saia, alcançando a buceta molhada, ela abraçando, apertando, arranhando, dizendo que não podia estar ali, que não queria daquela forma, mas não parava de beijar, toquei a buceta molhada, encharcada, a calcinha rosa, levantando a saia, deitando na cama, caindo de boca na buceta, ela apenas geme, segurando a cabeça, dizendo não, porém, não larga, esfrego a língua, ela goza, vou subindo beijando aquela boca, dando o sabor da buceta, ela abraça, beija, rola na cama, vem por cima, eu com o kct de fora, ela vai descendo, lambendo, engolindo e diz, já que quer fode e senta encaixando, quicando, fodendo e gozando, um grito, um tesão guardado e a buceta escorre, ela continua mexendo, vem e beija, beija de novo, quero mais e continua fodendo, fodendo, fodendo, suando, gozando e cai de lado, vou por cima, ela diz, não quero que meta, só queria conversar, não estou pronta, digo que quero sentir a buceta e não vou goza, vou colocando, ela geme, beija, abraça, fico fodendo devagar, ela goza de novo, sinto a buceta apertando o kct, nos beijamos e tiro o kct, sem goza, levanto, nos arrumamos e saímos, tudo que vai acontecer daqui para frente é consensual, um tesão todo dia...
TUDO REAL...e segue