Bigode não é sinal de machismo

Por: carlos-303 • 10/07/2026 • 323503 leituras
Capa do conto
Aquele bigode grosso, sorriso de boiola.
Esperando para embarcar na rodoviária, 2 horas depois, entrei no banheiro, lá estava o bigodudo. Posicionei na ponta do mictório – ele me olhou para ver meu pau. Olhei para ele estava com o pau duro. Um super dotado na grossura. Ele balançou e sorriu para mim. Deu uma piscada, fiz sinal com os olhos para sairmos dali. Ele entendeu. Esperei na saída do banheiro, perguntei se ele não queria ir num motelzinho ali perto.
Tinha 1 h 30 min. Ele topou na hora.
Entramos no quarto ele tirou a roupa. Eu também.
Ele pegou no meu pau e falou: quero ele duro. O dele já estava durão. Peguei no bicho, nossa! Que grossuro. O meu já foi endurecendo.
O bigodudo falou: quero ele no meu rabo. Molhei com saliva e coloquei na portinha. Forcei. Entrou fácil. Segurando na sua tora meti gostoso.
Ele falava – isso, come esse cuzão. Falei na sua nuca: que cacetão cara, sua mulher deve adorar.
Ele apoiou os braços na cama e ficou na posição correta para ser enrabado.
Perguntei como é a buceta de sua mulher. É grande e cabeluda. Adoro um bucetão assim. Ele falou: é muito gostosa. Ela quer dois homens dentro dela. Vou te levar para comeu ela.
Eu estava quase gozando. Encostei tudo na bunda cabeluda dele e avisei que ia gozar.
Ele falou: me enche de porra. Depois quero gozar na sua bunda também. Falei só por fora. Não aguento isso tudo.
Gozei forte dentro do cu dela.
Ele se virou com aquela jamanta, quero gozar. Peguei e chupei até ele gozar.
Vestimos e despedimos. Não quis dar o telefone.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados