Calor..

Por: carlos-176 • 06/07/2026 • 487819 leituras
Capa do conto
Tenho alguns contos aqui e alguns com a dupla Professor x Aluna. Os contos, nem sempre são reais, mas a dupla professor x aluna é. Eu, professor, com 49 anos e ela, aluninha, com 19. Algo que surgiu meio que sem querer e se estende por alguns meses e total segredo. Espero que gostem.

E calor estava insuportável, mas assim que entrou no carro, senti o seu frescor. Além do ar condicionado ligado, ela estava com um vestido levinho que acentuava suas longas e lindas pernas. O cabelo úmido e o cheiro de limpeza indicada o banho recente.
Sentou-se e disse um “oi amor” em tom alegre.
Não respondi nada e ela me olhou e me viu com o olhar de tarado, de desejo. Sorriu de volta, sabendo que minha cabeça estava planejando algo para nós.
Me virei para ela, peguei firme na parte de traz do pescoço e a beijei. Sentia o calor da boca mais linda que já tinha visto, que já tinha beijado.
Terminado o beijo, mantive a pega do pescoço e perguntei: “Vai ser obediente hoje? ”, no que ela respondeu “vou professor”.
Mandei a ela: Tira a roupa.
Não havia muito para tirar. O vestidinho leve que falei e uma calcinha pequenina.
Me olhou com carinha de safada, mordeu os lábios e disse: “Professor, posso ser putinha também? Ser sua aluninha putinha, safadinha?”
Meu pau parecia que ia explodir dentro da calça só disso.
Falei que podia e ela tirou a calcinha e me deu. Tirou também o vestido e ficou totalmente nua no centro da cidade, só protegida pela película do vidro do carro.
Quando se mexeu, o banco de couro ficou melado de seus sucos.
Ela esfregava uma perna na outra e apertava os seios maravilhosos.
Eu seguia para o motel, por ruas pouco movimentadas e sem muita pressa. Teríamos a tarde toda.
“Mostra a bucetinha para mim”, ordenei.
Ela se sentou de lado e abriu as pernas, me hipnotizando. Passava os dedos pelo sexo molhado, colocava um dedo e os olhos reviravam.
Enfiou dois dedos dentro da bucetinha e quando tirou, trouxe até meu rosto e disse: “Olha amor, como to meladinha... chupa...” E imediatamente enfiei os dois dedos na boca e sorvi seus caldos.
Finalmente chegamos ao motel e assim que entramos, ela se jogou na cama e passou a se masturbar com mais força. Tirei minha roupa e me juntei a ela.
Quando me preparei para chupar aquela buceta gostosa, ela me pegou pela barba e me pediu: “Professor, me come, me come...” e eu enfiei meu pau todo nela de um só golpe.
Ela gemeu alto e de olhos fechados tinha espasmos de tesão. Soquei forte até que senti que iria gozar e então parei e tirei meu membro dela. Ela me olhava linda, com olhar de suplica... “põe... põe...”
E pus novamente e tirei.
Pus novamente e tirei.
Até que enfiei tudo e bombei forte, deixando meu peso sobre ela, sentindo sua respiração, seu descompasso, ouvindo seus gemidos e suas frases desconexas...
Quando percebeu que eu iria gozar, me envolveu com suas pernas e braços e me trouxe para mais perto e agasalhou todo o meu sêmen, divertida com minhas caretas.
Ficamos um tempo assim, em sintonia de respirações e suores. Acho que nunca tinha sido tão completado na cama.
Sai de cima e lado a lado nos olhávamos com paixão e desejo.
Ela desceu a mão e tocou meu membro flácido e com um sorrisinho sentenciou: “Professor, eu quero mais....”

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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