“Gato, sobre o moço do curso, sabe, eu o convidei para sair, e fomos a uma praça deserta para conversar. Eu fui de saia – ou melhor, uma minissaia preta –, uma blusa de botões, curta, sem sutiã.
Aí chegamos na praça e começamos a conversar, pergunto se ele tem namorada e falo que estou muito carente com saudades do meu noivo. Sento, ou melhor, encosto no banco em pé, nas costas do banco, e ele também encosta. Então, subo um pouco a saia e desabotoo o primeiro botão da blusa (estou sem sutiã); chego bem perto dele e dou um beijo no rosto e um outro na boca e me encosto bem no corpo dele. Começo a passar a mão nos cabelos dele, o beijando, e falo no seu ouvido baixinho, se ele gosta de carinho, que se eu estiver incomodando, ele pode falar. Passo, então, a mão nas coxas dele e por cima da calça, no pinto; pego a sua mão e passo nas minhas coxas, falando que ele pode tocar que eu não mordo. Com a minha mão, passo no pescoço dele e começo a beijar o seu rosto, pescoço, peito e barriga, e desabotoo a calça e tiro o pinto dele para fora. Começo a beijar e a chupar sua rola, fazendo uma chupeta bem louca, aí ele pega fogo, e eu começo a beijar a sua boca; ele, por sua vez, começa a passar as mãos nas minhas costas, na bunda, e desabotoa a blusa toda, tocando nos meus seios, me beijando, me chupando... com isso eu também fico com um tesão!! Ele começa a levantar a saia e a passar a mão na buceta e nessa altura já estamos loucos de tesão, não consigo nem pensar direito.
Ele, com seu pau duro e grande, vem pra cima de mim forçando a entrada da minha grutinha. Depois de tudo isso, não consigo resistir e nem ligava mais em manter a minha buceta intacta pro meu noivo (me desculpe por isso, meu corninho): queria possuir o pinto daquele rapaz naquele momento. Ele forçou, o meu mel ajudou e, então, introduziu tudo dentro de mim, de uma só vez. Quis gritar de tesão e de dor, mas ele tampou minha boca com uma mão, enquanto massageava o meu seio esquerdo com a outra. Eu estava delirando de tesão sentindo aquele negócio gigantesco pulsar e fazer aquele vai e vem tão gostoso em mim.
Me sussurrando que iria gozar, eu tirei o pau de dentro de mim, me agachei e falei pra ele molhar toda a minha cara com a sua porra. Com isso, quando ele foi gozar, eu suguei seu pinto até a base e senti o líquido espesso e quente escorrer pela minha garganta. Quando ele ia gritar de tesão, eu peguei nas bolas dele e apertei com vontade, mas não deu muito certo porque aí que ele gritou mais ainda. Tirei o pau da minha boca, engoli tudo e, com carinha de safada, perguntei pra ele se tinha gostado. Ele, então, bateu na minha bunda e disse que nunca tinha gozado tanto quanto naquele dia. Nos limpamos, colocamos nossas roupas e fomos embora, cada um para sua casa.
Como se sente, sabendo que sua amada anda dando pra outro?”