Castigo da Menina de 10 Anos

Por: Wanderson • 24/07/2026 • 2395 leituras
Capa do conto

O nome do conto já diz do que ele fala e pau no cu do arrombado que vier encher o saco aqui. O meu nome é Wanderson da Costa, mas o pessoal por aí me conhece como Deco ou Decão do Bar, tenho 48 anos e vou contar uma parada que aconteceu uns 15 anos atrás mais ou menos. Sempre trabalhei num bar pé de chinelo que só vai pião e vagabunda e uma dessas vagabundas foi a Silvana, uma morenona gostosa pa caralho, com as perna grossa, bundão, peituda, cintura fina, um sonho de mulata mesmo. A Silvana ficava sempre se oferecendo pra mim e eu não sou de dispensar uma buceta dessas, meti a rola na primeira oportunidade, na segunda e fui comendo. Chegou um dia que ela me chamou pra fuder na casa na casa dela e descobri que ela tinha uma filha de tinha nove anos, a Natielly. A Natizinha já era gostosinha igual a mãe, só não tinha peito ainda, mas os coxão e o bundão já eram uma delícia. Nunca fiz questão de esconder os olhares pra menina e a Silvana não tava nem aí, logo começamos a namorar e logo ela me botou dentro da casa dela.
Depois de uns meses já tinha ficado claro que a Natizinha era um capeta, mas a mãe gostava que ela fosse porque quanto mais a menina aprontasse, mais ela podia castigar e a Sil adorava bater na menina, xingar de tudo que é nome. A gravidez da Natielly não foi planejada e pra Sil tinha atrapalhado a vida dela.
Pouco depois da menina completar dez anos, eu cheguei em casa um dia e tava a Sil gritando com a Nati.
- Não acredito que tu destruiu a minha maquiagem, sua pirralha!
- Quebrei mesmo! Vai me bater? Bate! Aqui ô. - A Nati desafiou na cara dela, de tanto apanhar já devia tá acostumada.
- Num vo nem me meter. - Falei indo pro quarto.
Só ouvi a Natizinha repetindo "ai ai ai" quando a Sil veio puxando ela pelos cabelos pra dentro do quarto também e falando. - Não vou te bater não, sua vagabundinha. Hoje vai ser bem pior.
- Que porra é essa? - Falei já ficando puto. - Já falei que não vou me intrometer nessa merda. A filha é tua, te resolve pra lá!
- Não, amor. Você vai me ajudar a castigar essa putinha e vai gostar. Come ela. - A Sil falou com um sorriso maldoso na cara.
- Como é que é? - Eu e a Natizinha falamos ao mesmo tempo, chocados.
- Foi o que eu disse: come ela. - A Sil continuou sorriso e jogou a menina pra cima de mim. - Eu sei que tu quer, sempre soube que esse momento ia chegar. Essa capetinha malcriada merece, arregaça as preguinhas dela.
- Tá falando sério? - Na cabeça de cima veio todos os medos das merdas que poderiam acontecer, mas lá em baixo o pau já dava sinal de que queria meter naquela puta nova.
- Não, tio. Por favor. - A menina já me olhava assustada, mas eu só tava esperando a confirmação da mãe.
- Enraba. Come o cuzinho dela sem dó. - A Sil mandou de novo, se aproximando ela mesma e subindo a saia da própria filha a força. - Olha essa bundinha redonda. Eu sei que tu quer meter nela. Mete, vai.
Nem pensei duas vezes, joguei a menina na cama e segurei com uma mão só, já que ela era pequena e dava tranquilo de segurar, com a outra mão arriei a calcinha, abri minha calça e bati uma punheta olhando praquela bunda gostosa e virgenzinha. Logo a rola tava dura feito uma barra de ferro, cuspi na cabeça e pincelei o cuzinho, cuspi mais e dei uma boa forçada. A Natizinha gritou, mas a Sil aproveitou pra enfiar um pano na boca dela. Cuspi mais e forcei de novo no cu, quando ia cuspir mais uma vez a Sil fala.
- Não precisa de tudo isso não amor. É um castigo, mete logo o pau.
Do jeito que ela mandou, eu continuei forçando naquele cu apertado. A cabeça custou ainda mais pra entrar pelo tanto que a Natizinha lutava pra sair, mas ainda assim entrou. E nisso eu não parei de empurrar, dei outra cuspida pra facilitar pra mim mais do que pra menina e assim a rola foi destruindo as preguinhas daquela criança até estar toda dentro.
A Natizinha parou de se contorcer e apertou o lençol, dava pra ver as lágrimas escorrendo e quando comecei a bombar, mesmo devagarzinho, dava pra escutar ela gritando de dor mesmo que abafado por causa do pano. Meu pau babava tanto que ficou mais fácil de meter, então aos poucos fui metendo mais rápido e mais forte, segurando aquele corpinho pequeno de criança embaixo de mim.
- Toma, sua pirralha vagabunda. - A Sil falou sorrindo e deu alguns tapas na cara da Natizinha enquanto eu comia ela sem dó. - Isso que vadiazinhas como você merecem, tomar muito no cu pra aprender. Mete forte, Deco. Mete até os ovos nessa putinha.
Do jeito que a mãe queria, eu fudi a filha, descontei toda a vontade que eu já tinha de comer aquela puta mirim com o desejo da Sil, que até começou a tocar uma siririca depois de um tempo de metessão.
- Caralho que cuzinho apertadinho e gostoso. Porra eu vou gozar.
Foi eu falar isso que a Sil mandou eu tirar o pau, puxou a Natizinha pelo cabelo de um jeito que a menina caiu da cama, toda mole já sem força, fez ela ficar de joelho e mandou ela ficar de boca aberta e engolir, se não ia ser bem pior pra ela.
Aproveitei e gozei um monte na boca da Natizinha. Foi muita porra mesmo. Melhor gozada da vida até então.
Ficamos juntos muito tempo ainda e castigamos muito a Natielly ainda. Uns anos depois ela fugiu de casa e foi morar com uma amiga. Diz que hoje tão juntas tipo sapatonas, mais eu não sei de certeza. Nem eu nem a Sil falamos com ela depois disso.

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