Código 2 (Maria Clara)

Por: ana-158 • 09/07/2026 • 240147 leituras
Capa do conto
    Eu saia do prédio do meu noivo quando o porteiro me chamou e deu um recado dizendo que Dona Alzira tinha uma encomenda pra mim de um creme que eu comprei, fui até o apartamento dela, peguei o pacote e já estava de saída em frente ao elevador, quando a porta abriu me deparei com um antigo colega do curso de pós graduação, nos cumprimentamos e numa conversa rápida, ele disse que tinha se mudado na semana passada e eu falei pra ele que meu noivo morava três andares acima.

    De repente falta energia e ficamos na escuridão, eu morro de medo do escuro, quase entrei em pânico, aí ele disse.

    - Clarinha vem no meu apartamento até voltar a luz está bem?

    Foi a minha tábua de salvação, de lá vimos pela janela que faltava luz no bairro todo, bom, ele acendeu uma vela e ficamos de conversa amena sobre os rumos de cada um depois do curso, contou coisas divertidas aprontadas junto com os outros colegas e os trabalhos na época, naquele tempo eu tinha um grupo e ele outro, só nos aproximamos na confraternização final, ele me viu inquieta e se ofereceu pra me acompanhar até o meu noivo e eu disse que não precisava por que a luz voltaria logo, perguntei se estava esperando alguém e disse

    - Não, já estou com uma companhia muito agradável. Aceita me acompanhar numa cerveja?

    Aceitei e ele trouxe duas garrafinhas long neck, abrimos e brindamos, o tlim das garrafas tocou um outro sininho, tomei de uma vez a garrafa toda, ele foi buscar outra pra mim e me divertia com as histórias.

    Em um momento que não sei como levantei e sentei na poltrona ao lado dele, e num movimento automático catei a mão e esfreguei na minha buceta por cima da calça, e pulei no colo de roupa e tudo beijando muito, bem molhada em baixo, disse pra ele que só queria um "banho de gato", fiquei em pé e abaixei minha calça apresentando a minha irmãzinha, ele me puxou apertando minhas nádegas e se mostrou romântico beijando meu ventre suavemente, me tremi toda, deu um cheiro profundo e tocou o meu grelo com a ponta da língua, pressionou movimentando em sintonia com as reações, estava sendo conduzida lentamente a um êxtase que parecia distante, fui premiada com um expert que sabia dosar na medida certa tato, fricção, movimento, não conseguia manter minhas pernas firmes e fui caindo arreganhada me abrindo ainda mais no sofá, ele carinhou minhas coxas e caiu de boca, puxa eu não sabia que era tão rápido chegar ao céu, gozei com todas as forças tremendo em convulsões, não vi mais nada, num instante perdi a noção de tempo espaço, quando me restabeleci ele estava lá me admirando, nesse momento a luz voltou, rapidamente me vesti e saí de lá apressada mal escutando o que ele falava.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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