- Calma filha... Sou eu!!!!
- Ai meu Deus... Estou pelada!...
- Fiquei preocupado, você está bem?
Ela com os olhos arregalados olhando pra mim.
- Tô... Tô sim!...
Ela percebendo aquele objeto do seu lado foi obrigada a tirar a mão de sobre a xoxota pra pegar a calcinha. Como também não tinha onde esconde teve que voltar com a mão segurando a calcinha pra sobre a xoxota. Eu colocando a mão na sua perna abaixo do joelho e fazendo um pequeno carinho.
- Calma filha... Não precisa ficar com vergonha do seu pai não!
- Mas pai, não é o que você está pensando!...
- Está tudo bem Kátia... Não tem problema nenhum saber que você usa esse objeto pra conseguir ter prazer.
Ela conseguiu dar um sorriso mesmo estando muito nervosa. Reclinei dando-lhe um beijo no rosto.
- Só quero ver você feliz, ok?
Ela liberou o braço deixando seus peitinhos de fora.
- Obrigada pai... Mas preciso me vestir.
- Já vou sair; tá bom?
Levantei da cama e ela sentou liberando também a mão de sobre a xoxota e ficou esperando eu sair. Tomei um banho, e estava preparando um lanche pra nos dois quando Kátia apareceu na cozinha sentando na cadeira da mesa... Ela demonstrava estar bem tranquila. Quando sentei e começamos a lanchar, resolvi perguntar sobre a Nádia.
- Tivemos um desentendimento pai!...
- Por causa de namorado?...
- Mais ou menos... Mas faz tempo que não tenho mais namorado.
Sem pensar muito.
- Mas a Nádia era sua namorada?
- Heim?????
Jamais ia confessar que sabia por andar filmando seu quarto.
- Já ouvi alguns gemidos de vocês passando pelo corredor.
- Que isso pai?
- Ué, faz tempo que deduzi que vocês faziam sexo juntas.
Eu achando que Kátia ia ficar com raiva, mas ela novamente soltando um sorriso amarelo.
- Nossa pai, assim me deixa sem graça.
- Fique tranquila filha... Não vou te recriminar por isso, ok?
Ela saiu da cadeira e veio sentar sobre minha perna me abraçando e me dando um beijo.
- Você não existe pai... Kkkkkkkkkk!
- Se precisar de ajuda é só falar, tá bom?
Ficamos conversando por mais alguns minutos e Kátia acabou confessando que ela brigou com a Nádia por descobrir que ela tinha arrumado um namorado e não aparecia mais aqui em casa.
- Tem alguma outra coleguinha em vista?
- Kkkkkk... Ainda não!
- Por isso que você usa aquele pênis de borracha?
Ela totalmente a vontade comigo.
- É sim paizinho!...
Mesmo ela não estando sentada em cima, Kátia sabia que eu estava de pau duro.
Voltamos a rotina normal, até que dias depois chegando em casa e novamente passando pelo quarto de Kátia que estava com a porta meio aberta.
- Filha???
- Pode entrar pai!
Entrei e Kátia estava peladinha começando a vestir uma calcinha demonstrando não ter nenhuma vergonha de mim... Fiquei até meio abobalhado vendo minha filha com tanta intimidade comigo. Também resolvi não mais me preocupar em fechar a porta do meu quarto quando estava pelado me trocando após sair do banho do banheiro anexo ao meu quarto (suíte). Não demorou nem uma semana, pra eu sair do banho e dar de cara com Kátia dentro do meu quarto... Rapidamente coloquei a toalha que estava na minha mão cobrindo minha piroca.
- O que foi filha?
- Queria pedir dinheiro pra ir ao shopping.
Refeito do susto também resolvi não me importar com sua presença, e larguei a toalha sobre a cama e peladão fui até o criado mudo onde estava minha carteira, pegando-a.
- Quanto filha?
Ela sorrindo vendo minha piroca começando a ficar dura.
- Dá pra ser 100?
Puxei duas notas de 50 e ela pegando da minha mão.
- Me dá um pouco trocado pro ônibus?
Puxei mais uma nota menor e olha abaixando os olhos pro meu pau que já estava duríssimo.
- Caramba pai... O seu é grandão, né?
- Você acha?
- Pra mim é enorme... Kkkkkkk!...
Kátia segurando meu braço me fez reclinar pra me dar um beijo no rosto saindo em seguida. Esperei um minuto pra ali mesmo tocar uma gostosa punheta. Mais alguns dias, estava já de pijama sentado no sofá da sala assistindo um jornal, quando Kátia chegou da rua e após me dar um beijo sentou do meu lado e foi deitando no sofá colocando a cabeça sobre minha coxa... Ela nunca tinha agido assim comigo antes. Até que tentei me controlar, mas, tarado como estava pela minha própria filha fui sentindo meu pau ir ficando duro dentro do short do pijama. E Kátia novamente sem nenhum constrangimento se ajeitou sobre minha coxa até conseguir encostar sua cabeça justamente onde estava meu pau que ficou encostando na sua nuca. E como ela estava trajando uma blusinha curta e bem fina logo notei os biquinhos dos seus seios irem ficando durinhos marcando o tecido da blusa (estava sem sutiã). Bem lentamente coloquei minha mão sobre sua barriga e após fazer um pouco de carinho fui subindo até chegar a um dos seus peitinhos apalpando bem de leve sobre o tecido. Kátia novamente se ajeitou pra colocar a cabeça em sobre um estava minha piroca que ficou pulsando. Resolvi enviar a mão por dentro da sua blusa e apalpar diretamente seu peitinho e o biquinho. Depois de alguns minutos, Kátia foi levantando o corpo até ficar sentada no meu lado, dando um beijo no rosto e ao mesmo tempo apalpando minha piroca por cima do short.
- Vou pro meu quarto, tá bom?
Eu que fui obrigado a tirar a mão de dentro da sua blusa.
- Já filha? Não quer ficar mais um pouco?
- Vai depois no meu quarto pai, vai!...
Esperei uns três minutos pra ir até o seu quarto e pude vê-la ainda totalmente nua vestindo só uma camisola por cima do quarto. Ela deitando na cama e ligando a TV.
- Deita aqui... Termina de assistir o jornal.
Cama se solteiro, ficamos apertadinhos e logo Kátia se debruçou sobre meu peito começando a enfiar a mãozinha por dentro do meu short segurando minha pica que rapidamente voltou a ficar duríssima. Estava preste a realizar o sonho que vinha me consumindo a alguns meses. Sabendo que ela estava sem calcinha, puxei sua camisola pra cima e fui com a mão na sua bucetinha que estava bastante molhadinha. Quando enfiei meu dedo, ela subindo o corpo e sorrindo.
- Me beija pai... Me beija!...
Mas foi ela quem encostou seus lábios nos meus num beijo ardente, enquanto ia sentindo sua bucetinha mordiscando meu dedo. Era minha filha, mas, do jeito que ela estava se comportando comigo, não pensei duas vezes pra ir por meio das suas pernas, sacar minha piroca e ir na direção da sua bucetinha. Ela abrindo as pernas.
- Vem pai, vem... Preciso de você dentro de mim.
Minha filha que eu achava que era sapatão, estava ali toda feliz esperando eu enfiar meu pau.
- Aaaaiiiii pai... Aaaaiiii tudo... tuuuuuudo!!!!!
Sem camisinha, comecei a socar com força e rápido pra fazer ela gozar antes de mim.
- Aaaaaaahhhhh... Aaaaahhhhh... Mete... Meeeeeete!!!!!
Kátia gozou se debatendo na cama, e vendo-a ficar toda mole tirei minha piroca e fui gozando sobre seu corpinho lindo. Depois de se limpar, Kátia voltou já sem a camisola deitando peladinha do meu lado e voltando a me beijar na boca.
- Você é muito tarado pai!...
- Eu????
- É! Abusou da sua filhinha... Kkkkkkkk!...
Eu voltando a chupar seus peitinhos e a beijar sua boca.
- Achei que você só gostava de mulher!...
- Também gosto... Mas quando te vi pelado aquele dia, quis experimentar mesmo você sendo meu pai.
- E gostou?
- Adorei... Vou querer sempre, tá bom?
- Vou ser o pai mais feliz do mundo!
Naquele dia ainda fizemos sexo mais duas vezes. No dia seguinte, cheguei do serviço e logo que tomei meu banho, estava ainda pelado no quarto quando Kátia entrou, me beijou, segurou meu pau até ele ficar duro. Fui ajudando-a a tirar suas roupas e logo estávamos na minha cama nos beijando, chupando seus peitinhos e ela segurando minha piroca.
- Você teria coragem de beijar minha xoxota?
- Hein? Ah entendi... Lógico que tenho!
Lambi, chupei, mordi os lábios da sua bucetinha até fazê-la gozar muito na minha boca. Preparava-me pra meter na sua bucetinha já toda melecada, quando Kátia me fez deitar de barriga pra cima e sem nenhum constrangimento começou a chupar meu pau.
- Oooooooohhhh... Caaaaaralho... Queeee delíiiiicia filha!!!!.
Mesmo parecendo que ela não tinha muito experiência em fazer boquete, Kátia me deu tanto prazer que acabei chegando a gozar um pouco na sua boca, e levantando rapidamente gozar o rosto sobre seus peitinhos. Muitas vezes chegava do serviço e indo até o quarto de Kátia encontrava-a deitada peladinha me esperando para darmos uma gostosa trepada. Um dia estava metendo com ela de quatro e lembrando dela usando um consolo no cuzinho, tirei da sua buceta e fui colocando na sua bunda. Kátia percebendo o que eu ia fazer, só deu uma reboladinha.
- Vai devagar pai... Seu pau é muito grande.
Kátia mesmo gritando um pouquinho, aguentou firme e deixou eu meter por mais de cinco minutos no seu cuzinho e gozar dentro. Atualmente, mesmo a gente fazendo muito sexo, Nádia voltou a frequentar nossa casa e voltei a assistir pelo meu computador as duas se pegando e usando os pintos (consolos) de borracha. Minha vontade é poder comer as duas juntas.