Comendo a drogadinha

Por: patricia-118 • 24/07/2026 • 298 leituras
Capa do conto

Cú de bêbada não tem dono nem bucetinha de drogada.

Meu nome é Tom, casado a dez anos tenho o pau grosso de 18cm. Minha mulher não me dá o boga de jeito nenhum. Ela foi passar uns dias na casa da mãe depois que brigamos e eu puto da vida peguei o carro de madrugada e fui na zona onde ficam as putas de rua fazendo ponto, fazia muito isso quando era solteiro.
Passava de carro olhando e não via nada muito bom pra lanchar, quando eu já estava quase dessistindo vi uma loirinha falsa, corpinho bem magrinha de saia, top e um casaco jeans. Abordei e vi que era novinha e bonitinha, mas me parecia bêbada.

- Oi gatinha, tem mais de 18?
- Tenho 18. Com uma voz de quem não estava sóbria.
- Quer sair comigo?
- 80 reais na pousada, ou 60 rapidinha no carro.
- Vamos para a pousada.

Ela entrou no carro. E senti um cheiro de perfume misturado con tinner. Mas ela era muito gatinha ninfeta.

- Qual seu nome?
- Carol. Pode estacionar aqui, a pousada é nessa.

Entrando na pousada um lugar meio sinistro com uma velha na recepção, entrega a chave e indica o quarto, 20 conto a hora podendo pagar na saída.
Já no quarto Carol pergunta:

- Tem pó?
- Não tenho.

Ela afunda a cabeça em uma garrafinha de água mas era tiner ou algo parecido não entendo nada dessas merdas e depois de cheirar fica quase que apagada. Deitando na cama com os pés ainda no chão e deixando a calcinha amostra por debaixo da mini saia. Eu fico admirando seu corpinho malhado de ninfeta. Tiro seu top e fico chupando seus duros peitinhos. Arranco sua calcinha e começo a dedilhar sua bucetinha toda raspada. Ela vai voltando pra sobriedade e fala põe a camisinha e fica procurando dentro da bolsa, desiste de procurar e vira a pequena bolsa na cama com as coisas dela, uma camisinha aquelas de posto de saúde com um gelzinho e as bugigangas dela.
Vou correndo na recepção pego duas cervejas e volto pro quarto e ela está quase que apagada outra vez. Dou um gole na cerveja, tiro a roupa, encapo o bichão coloco ela no centro da cama e vou metendo devagarinho no papai e mamãe, depois coloco as pernas dela no meu ombro e meto até o fundo. Ela vai retomando a consciência e logo procura a garrafinha pra cheirar mais tiner.

- Tem pó?
- Já disse que não tenho. Quer uma cerveja?
- Quero.

Ela bebe quase metade da garrafa de Heineken de uma só vez.

- Vamos continuar, não sei se lembra mais eu estava te fudendo.
- Não acabou?
- Não.

Carol pega mais uma vez a garrafinha e agora cheira por mais tempo até deixa-la cair no chão derramando um pouco no chão do quarto. Eu já desanimado com o pau meia bomba dentro da camisinha vendo aquela ninfeta indefesa peladinha e drogada deixei ela de bruços e meti forte até eu gozar antes dela acordar outra vez. Fui ao banheiro limpar o pau e ela acordava falando palavras desconexas.

- Vamos embora? Disse eu a Carol.

E ela totalmente away tentava alcançar a garrafa de cerveja no chão. Não conseguindo ela pegou o top dela encharcado com tiner e recomeçou a cheirar. Busquei a garrafinha dela molhei mais ainda seu top e botei ela pra cheirar até apagar. Procurei outra camisinha na bolsa dela mas não achei, quer saber vai sem mesmo, fudia ela de ladinho sem camisinha e porque não comer um cuzinho? Coloquei o top em cima do rosto dela e melei minha rola com o gel lubrificante e melei seu cuzinho e fui penetrando devagar, até entrar os 18cm, eu metia até o gel secar e colocava mais e comia mais, não gozava e ela não acordava, só gemia baixo totalmente fora de si. Coloquei ela de frente pra mim e meti na bucetinha outra vez, e no papai e mamãe gozei lá dentro.
Tirei o top da cara dela e limpei sua bucetinha eu a vesti e escondi a garrafa de tiner até ela estar totalmente sóbria e foi assim que saímos de lá paguei 100 pra ela a deixando no mesmo lugar.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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