Comendo a filha e a mãe

Por: patricia-211 • 09/07/2026 • 338748 leituras
Capa do conto
Comendo a Mãe e a Filha

Conto Erótico escrito por Thesco Grey– O Namorado que Realizou a Fantasia Proibida

Aquele dia começou como qualquer outro. Cheguei na casa da Thawanny, minha namorada, e fui recebido por ela, aquela mulata gostosa de cabelos cacheados, usando um shortsinho que deixava pouco à imaginação. Sua mãe, Dona Socorro, estava na cozinha, preparando o almoço.

— "E aí, gata... sua mãe tá de bom humor hoje?" — perguntei, sentando no sofá ao lado dela enquanto a TV passava um programa qualquer.

— "Tá... por quê? Já tá com ideia errada?" — ela respondeu, sorrindo, enquanto sua mão deslizava por cima da minha calça, sentindo o volume do meu pau já duro.

Minha mão respondeu no mesmo tom, subindo por suas coxas até encontrar a borda da sua calcinha.

— "Sua mãe tá de vestido... será que tá sem calcinha hoje?"

Thawanny mordeu o lábio, os olhos brilhando de malícia.

— "Só tem um jeito de descobrir..."

A Proposta Proibida:

Ela se levantou e foi até a cozinha. Ouvi sussurros, depois um riso abafado. Quando voltou, Dona Socorro estava atrás dela, o vestido simples mas que marcava um corpo ainda muito bem cuidado para uma mulher de seus 40 e poucos anos.

— "Então... você quer mesmo as duas?" — Thawanny perguntou, já tirando a blusa, seus seios perfeitos caindo para fora do sutiã.

Dona Socorro corou, mas não saiu do lugar.

— "Thawanny me contou que você... gosta de coisas mais ousadas..." — sua mãe disse, a voz um pouco trêmula, mas os olhos já escurecidos de desejo.

— "Isso mesmo, Dona Socorro. E hoje, se você deixar, eu vou mostrar como essa filha gostosa que você criou aprendeu a ser uma putinha direitinha..."

As Duas de Joelhos:

Fiquei em pé, abrindo minha calça enquanto as duas se ajoelhavam na minha frente. Thawanny foi a primeira a puxar meu pau para fora, lambendo os lábios antes de envolver a cabeça com sua boca quente.

— "Isso, filha... mostra pra sua mãe como se chupa um homem direito" — Dona Socorro sussurrou, antes de se juntar à filha, alternando lambidas no meu pau enquanto Thawanny sugava as bolas.

O calor das duas línguas me deixou louco.

— "Agora vira de quatro, Thawanny. Quero ver sua mãe assistindo eu te comer."

A Filha Primeiro:

Ela obedeceu, empinando aquela bunda redonda no sofá, enquanto eu puxava seu shorts e calcinha de uma vez.

— "Caralho... que buceta lisinha..." — eu disse, passando a língua por toda sua fenda molhada antes de enfiar dois dedos nela.

— "AI, PORRA! Assim, amor!" — ela gritou, os dedos se agarrando no sofá.

Dona Socorro assistia, a mão inconscientemente acariciando os próprios seios por cima do vestido.

— "Tira esse vestido, Socorro. Quero ver se a filha puxou a buceta gostosa da mãe..."

A Mãe Revelada:

Ela hesitou por um segundo, mas Thawanny incentivou:

— "Mostra pra ele, mãe... deixa ele ver como você é gostosa..."

Dona Socorro levantou o vestido, revelando uma buceta peludinha, já molhada de tesão.

— "Caralho... as duas são delícias..." — eu grunhi, puxando a mãe pelo braço e enfiando a cara entre suas pernas.

O gosto dela era diferente da filha—mais intenso, mais maduro—, mas igualmente viciante. Enquanto isso, minha mão continuava trabalhando a buceta da Thawanny, seus gemidos enchendo a sala.

Comendo as Duas:

Meti na Thawanny primeiro, enfiando meu pau naquela buceta que já conhecia tão bem. Ela gritou, mas logo começou a rebolar, enquanto Dona Socorro assistia, masturbando-se.

— "Quer sentir como é, mãe? Ele é grande..." — Thawanny provocou.

— "Quero..." — sua mãe respondeu, deitando no sofá e abrindo as pernas.

Troquei de buraco na hora, enfiando na Dona Socorro com força, sentindo sua buceta mais apertada que a da filha, mas tão molhada quanto.

— "AI, MEU DEUS! ISSO... ISSO..." — ela gemeu, as pernas tremendo.

Alternamos entre as duas, comendo a buceta e o cuzinho de cada uma, até que não aguentei mais.

O Final Gozado:

— "Vou gozar... onde querem?"

— "Nos meus peitos!" — Thawanny implorou.

— "Nos meus também..." — Dona Socorro suplicou.

Não deu outra. Puxei as duas pelo cabelo, coloquei lado a lado e jorrei porra nos seios das duas. Que delícia!

Ficamos ali, ofegantes, o cheiro de sexo no ar, até que Thawanny quebrou o silêncio:

— "Então... quando a gente repete?"

Dona Socorro riu, ainda com meu esperma escorrendo entre os seios.

— "Quando ele quiser..."

E eu já sabia que seria muito, muito em breve.

Fim

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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