Comendo a pivetada da periferia

Por: felipe-145 • 24/07/2026 • 836 leituras
Capa do conto

Quando me separei tive que procurar uma casa pra alugar. Pra não ter muita despesa, preferi uma casa na periferia. Mudei com uma cama, uma poltrona e uma TV. De início achei estranho, mas aos poucos fui gostando do lugar. Eu precisava de alguém pra fazer a faxina e perguntei no mercadinho local, me indicaram uma senhora. Acertamos o valor e ela vinha uma vez por semana fazer a faxina, eu preferia aos sábados pois estava em casa. Certo sábado, estava no meu quarto e ouvi alguém chamando. Fui ver e vi a diarista conversando com um rapaz no portão. Me aproximei e pude ouvir o rapaz dizendo:
_Por favor, vó! Então me arruma pelo menos 30.
_Eu não tenho, menino. E vai embora que eu tô trabalhando.

Me aproximei e, antes que pudesse dizer algo, a senhora me disse:

_Me desculpe, moço. É que meu neto é teimoso, sabe que não pode me atrapalhar no serviço.
_Tudo bem, dona Maria.

Dei uma boa olhada no menino. Moreninho claro, magrinho, estava com uma camisetinha bem justinha e um shortinho. Não parecia ter mais que 14 anos, bem viadinho e me olhava com carinha de safado. Não vacilei e disse:

_Muito prazer, neto da dona Maria. - disse sorrindo.
_Prazer, moço. Eu sou o Ruan. - esticou sua mão.

Apenas sorri e peguei na mãozinha dele. Ali já estava traçando um plano pra comer aquele viadinho. Dona Maria o dispensou, ele saiu bufando e com cara feia, ela entrou e fiquei vendo o menino ir embora. Muito viadinho, rebolando a bundinha no shorts apertado, fiquei cheio de tesão.
Dona Maria me pede desculpas e conta que a mãe estava presa e o pai havia morrido, então ela cuida dele e dos irmãos e irmãs. Disse que é um bom menino, mas tem umas amizades que ela não gosta e ele vive pedindo dinheiro pra ir com os amigos fumar narguile.

Na hora me lembrei de uma tabacaria que já tinha visto numa pracinha ali perto e tinha certeza que era lá. Disse pra dona Maria que ia providenciar o almoço e fazer umas compras pra casa, peguei o carro e saí, na esperança de encontrar Ruan lá. Achei a tabacaria e entrei. Tinham uns dois garotos e uma menina que não parecia ter mais que 15 anos. Fui até o balcão e comprei seda e um dichavador (não preciso dizer pra que, né?). Eu tinha seda e dichavador em casa, mas tinha que comprar algo pra puxar conversa. Falei que tinha mudado há pouco e fiz umas perguntas bobas. Vi os jovens olhando pra mim e cochichando, provavelmente por que o local era mais frequentado por jovens.
Fiz as compras, dei uma volta e nem sinal do menino. Às 14, dona Maria termina seu trabalho e me ofereço pra levá-la em casa. Ela recusa e diz que mora perto, insisto dizendo que esqueci de comprar uns itens e teria que ir ao mercadinho. Ela aceitou e descobri onde morava, mas nem sinal do menino. Fui até a praça, procurei uma vaga e vi Ruan, sentado no banco com outros jovens. Parei o carro numa rua e atravessei bem na frente deles, com o intuito do menino me ver e puxar conversa, dito e feito:

_Oi moço. Minha vó ainda está lá?
_Acabei de deixar sua vó em casa.

Ruan se levanta e diz pros jovens:

_Galera, vou lá ver se consigo, qualquer coisa eu aviso.

Dei uma boa olhada e vi três meninas, todas de idades próxima e mais dois garotos que estavam mais afastado. Agi rápido e ofereci carona, ele recusou dizendo que era perto e insisti que era caminho pra casa, só precisava ir ali comprar uma coisa. Ele topou e fui rapidinho na farmácia comprar camisinha e lubrificante. Quando voltei, estavam duas meninas e ele. Cheguei em tempo de ouvir umas risadas. As duas meninas eram apetitosas, mas eu queria o viadinho.
No carro fomos conversando e ele me disse que era aniversário de uma amiga e eles iam fazer uma festa na tabacaria, só que ele dependia da vó dar uns trocos pra ele. Era o que eu precisava ouvir. Sem rodeios falei:

_Te dou 30 reais se for pra minha casa e trepar comigo, topa?
_Topo sim. Mas se me enrolar, eu ferro com você.

Já cheguei de pau duro, sentei o viadinho na poltrona e tirei minha rola pra fora. Ruan começou a chupar e logo percebi que não era a primeira vez. Que boquinha macia. Chupou bem babadinho. Coloquei ele apoiado na poltrona, meti a camisinha, lubrifiquei e pincelei no cuzinho dele. Entrou a cabeça e ele gemeu, parei um pouco e, pra minha surpresa, ele deu uma chave de cu em mim e entrou tudo de uma vez. Caralho. Que tesão. Muleque era bem putinha, rebolava, gemia, pedia mais. Soquei fundo no viadinho e gozei gostoso. Peguei os 30 reais e dei pra ele:

_Moço, se quiser, venho sempre aqui ser sua putinha.
_Caralho muleque, te conheci hoje e você já tá assim comigo? - disse espantado.
_Ué? Acha que é minha primeira vez? Já dei muito aqui.
_Porra, eu quero sim. Mas não posso pagar sempre, como faz?
_Não precisa, mas se puder ajudar…
_Vamos fazer assim: será que rola de comer uma das suas amiguinhas que estava lá?
_Acho que sim. Elas são tudo puta. Mas só a Nataly que é vacilona porque ela dava pra um cara e disse que ia contar pra todo mundo se ele não desse um carro pra ela. O cara sumiu e ninguém mais confiou nela.
_E quantos anos ela tem?
_14 também. Eu, ela, a Stéffy, a Jaque e a Tina temos 14. O Julinho tem 13 e a irmã dele Carol tem 15. Os outros não curtem nossa turma.
_E vocês dão assim, de boa?
_Não pra todo mundo, só pra quem a gente confia.
_E você confia em mim?
_Você não tem cara que vai esculachar.
_Tá certo. Como voto de confiança vou te dar um presente.

Peguei mais 20 reais e dei pra ele. Disse pra curtir o rolê e não se esquecer do que pedi. Ele saiu todo feliz e fui fazer minhas coisas. Fiquei pensando naquelas coisinhas gostosas, trepando e sendo putinhas, queria comer todas e ter meu viadinho sempre.

Naquela noite, pedi uma pizza e enquanto não chegava, bolei um baseado. A pizza chegou e quando acendi o baseado, ouvi chamar. Era Ruan acompanhado de uma menina. Fui até o portão e ele disse se podia entrar. Era uma das meninas que estava com ele a tarde e estava vestida com um top, com seus peitinhos de mocinha, uma mini saia mostrando a polpa da bunda e maquiada. Ruan estava com camisetinha rosa e um shortinho socado no cuzinho. Porra, já fiquei de pau duro. A menina era Jaqueline, 14 aninhos, pequenina, gostosinha e muito putinha.

Eles viram o baseado no cinzeiro e pediram pra dar uns tapas. Fumamos juntos e coloquei um funk pra eles dançar. Que tesão aquelas putinha rebolando pra mim. Abaixei minha bermuda e meu pau saltou pra fora duraço. Eles se ajoelharam na minha frente e chuparam minha rola juntos. Safadinhos ficavam trocando beijos e olhando pra mim. Chupavam melhor que muita mulher adulta. Puxei os dois pra beijar e aquelas boquinhas juvenis estavam me deixando louco. Botei Ruan pra mamar e Jaque em pé nos braços da poltrona com a bucetinha na minha cara. Botei a calcinha de lado e chupei com vontade. Ela gemia e meti o dedo sem dó. Já estava larguinha e toda molhadinha. Jaque segura em meus cabelos, aperta sua buceta contra minha boca e goza. Ruan abaixa o shorts e vejo uma calcinha fio dental socada no rabinho dele. Que tesão esse viadinho. Coloco a camisinha, lubrifico, coloco a calcinha de lado e faço ele sentar de uma vez na minha pica. De costa pra mim, quicando, Jaque vai a frente dele e começa a chupá-lo. O viadinho dava uns gritinhos enquanto eu beijava seu pescoço. Não demorou e ele gozou. Saiu do meu pau e já puxei a pequena pra sentar, agora de frente porque queria ver o rostinho dela. Meti de uma vez e ela gritou, não era virgem, mas sentiu bater no fundo. Cavalgou, enquanto nós três nos beijávamos e, quando senti que ia gozar, mordi seus biquinhos. Ela gozou e ficou tremendo. Botei a Jaque de 4 e meti sem dó, arrancando gemidos daquela putinha. Gozei urrando, segurando na cinturinha dela e socando no talo.

Comemos a pizza fria e eles contavam as aventuras deles com a rapaziada. Ruan perdeu a virgindade com 11 e Jaque com 10. Como já eram “experientes” não davam pra qualquer um e mantinham segredo. Achei de boa dar mais 50 reais pra eles e disseram que não precisava, que isso era prostituição, insisti dizendo que era um presente de tio pra eles curtirem o baile. Jaque disse que queria dar pra mim porque Ruan disse que eu era legal e limpinho.

Saíram de lá felizes e garanto que eu estava mais feliz ainda. Fui titio da turminha e comi todos, inclusive tirei o cabacinho do Julinho. Periferia é assim: rola essas paradas, todos sabem, mas tudo é velado. Mesmo assim, não pode vacilar, senão é cobrado. Jovens de 12 anos já transam e não é novidade. Se chegou no 15 e não transou ainda, é zoado por todos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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