Me ajoelhei e comecei a chupar aquele pau que fervia de tão quente e dur. Ele deve ter uns 17 cm torto para cima meio que para o lado também, cabeça pontuda e babona. Eu ia sugando cada centímetro até alcançar seus leves e curtos pentelhos aparadinhos da sua virilha e das suas bolas. Eu engolia com muita gula aquela pica com facilidade até por não ser tão grande e todo instante ele se mantinha tentando pegar no meu pau. Ele já estava deixando claro seu instinto natural que era gostar mais de pica e assim ser mais passivo com outro homem. A todo instante ele se abaixava e mamava mais e mais e voltava a me beijar. No calor do momento comecei a dedar o cu dele. Sua bunda era macia, sem pelugem nenhuma ao redor, mas o cuzinho apertadinho era cercado de pentelhos que ele não aparava e então com a fome de cu crescente ali me abaixei o virando de costas para mim e comecei a chupar, cheirar e lamber o rabinho dele sentindo sua pele suada e cheirosa ao mesmo tempo assim como a textura aveludada e recheada de pentelhinhos do seu cuzinho em forma de botão. Eu chupava com força e ia testando para perceber se ele gostava e aguentava minhas mordidas e chupadas fortes ao redor e no centro do seu cu. Ele gemia baixinho apoiado na parede da minha garagem e se virava para me olhar chupando seu cu enquanto eu o agarrava com minhas mãos na sua bunda e com a cara cravada no seu cu sugando o sabor e o calor daquela bunda magra gostosa. Eu me mantive chupando seu cu por um logo tempo. O lambuzei todo com minhas línguadas e cuspes nele. Quanto mais eu chupava e lambia aquele cu, mais eu enfiava a minha cara entre as bandas da bunda dele arrancando suspiros e gemidos dele. Fui subindo com minha língua pelas suas costas suadas até chegar no seu pescoço e dizer em bom e claro tom no ouvido dele dizendo que queria comer o cu dele. Logo ele soltou um sorriso maroto e de satisfação, mas ao mesmo tempo dizendo que não ia aguentar e que era arriscado ali e blábláblá, aquele típico doce para dar o cu, mas que logo já comecei a espetar meu pau duraço no cu dele pronto para enterrar dentro dele. Ele não tentou relutar ou escapar, muito pelo contrário, quanto mais eu repetia no ouvido dele o quanto eu queria comê-lo, mais ele ia empinando a bundinha olhando para trás fazendo uma carinha de putinha assanhada querendo pica me provocando com sua raba gostosa. Aquele novinho magrelo era tão safado que se transformou em uma putinha gulosa logo que comecei a brincar com seu cuzinho apertado. Fui tentando empurrar, mas toda vez que mirava e pressionava meu corpo contra o seu com meu pau na portinha do seu cu, ele ia para frente voltando a ficar nervoso. Fui direto e perguntei se ele queria ou não e então ele disse que meu pau era grosso e grande e ia machucar, voltei a chupar seu cu cuspindo mais e enfiando meu dedo aos poucos. Que delicia meu dedo entrando naquele buraquinho apetado e quentinho, quanto mais eu enfiava, mais eu cuspia em direção ao cu dele deixando mais escorregadio e ao mesmo tempo o deixando mais safado e se permitindo levar pica na raba. Quando me levantei, seu cu empinou mais e o senti pegar no meu pau para que ele mesmo enfiasse no seu cu tendo controle da situação. Ele enfiava um pouquinho da cabecinha e me olhava abrindo a boca para soltar um leve gemidinho de dor. Ficou fazendo isso brincando com meu pau, mas meu pau queria o cu dele até o talo e não só a cabecinha. Eu tentava empurrar, mas ele segurava. Fui mais esperto e voltei a beijar sua boca segurando seu pescoço com uma mão e fazendo ele se punhetar com a outra. Quando ele soltou meu pau, enquanto eu o beijava, empurrei o meu pau e senti de imediato um calor na minha pica que comecei a empurrar sem parar o fazendo espremer os olhos de dor enquanto eu ainda o segurava beijando sua boca que soltava vários leves gemidos contidos de dor e prazer. Percebi o quanto estava doendo nele, mas ele se mantinha em pé e empinado esperando por mais estocadas de rola raba a dentro e foi o que eu fiz. Soquei mais até o talo e já descendo minhas mãos para segurar em sua cintura para ter mais domínio nas socadas. Eu fui socando e sentindo aquele rabo ardente de tão quente engolindo meu pau. Ele mantinha seus olhos fechados e xingava dizendo: - ai meu cu, ai, porra, meu cu mano! Ta doendo, não para, soca, vai, ai caralho...
Isso me fez socar mais e com tanta força que nossos corpos se sacolejavam e se batiam um no outro espirrando gotas de suor para todo canto. Nossas testas e costas suavam em gotas, nossas peles escorregavam uma na outra e o cheiro de putaria livre pele na pele exalava o ambiente da maneira mais gotosa possível. Não demorou muito e logo ele já tava querendo que eu gozasse e então começou a pedir leitinho. Mais umas 3 socadas e eu já estava jorrando leite no cu dele só com o pedido de leite que ele fez para mim. Comecei a bombar o cu dele de leite ao ponto de começar a vazar leite dentre nossas pernas e meu pau começar a amolecer. Logo ele se virou para frente e ficou se masturbando pegando e sentindo minha pica ainda meia bomba toda melada de leite jorrado no cu dele. Percebi o quanto hipnotizado ele estava ainda com meu pau. Ele me masturbou por um longo tempo e eu me abaixei para chupar sua pica e suas bolas suadas e ainda se masturbava com os olhos fechados aparentemente alucinado de tesão com aquele nosso momento pervertido no escuro da minha garagem ambos inteiramente nus e suados de tanto trepar, mas com energia o bastante para não parar até ele gozar. Comecei a enfiar dois dedos no cu esporrado e já meio larquinho dele e não deu outra, ele começou a contorcer o corpo e gemer baixinho enquanto já caçava minha boca para enfiar a pica envergada para me dar leite na boca. Os jatos foram densos e espirrou muito leite na minha boca e no meu rosto já me fazendo sentir o cheiro forte de semem meio ácido, meio salgadinho e molhado. Mamei e me lambuzei todo tomando um banho de porra na cara depois de ter dado um banho de leite no cu dele. Fomos ao extremo quando me levantei e nos beijamos com minha cara e boca toda melada e cheia de leite dele. Nos beijamos e por um tempo e começamos a rir quando ele disse que a dor no cu agora estava latejando depois de acabarmos. Estávamos tão suados e melados que precisei usar minha camisa para enxugar nossos corpos com a sudorese excessiva. A camisa ficou ensopada. Nos vestimos rapidamente e o deixei ali no canto enquanto fui olhar se não havia ninguém passando. Logo o conduzi e só nos cumprimentamos com um último beijo rápido e apertos nos paus. Sem olhar para trás ou comprometimento ele seguiu o caminho dele e eu entrei para poder tomar um banho depois de socar tanto e suar demais o corpo. Depois disso não rolou mais nada, mesmo quando passamos um pelo outro não ficamos mais próximos do que olhares de saudações de cotidiano. Um dia desses o vi beijando uma garota novinha também na praça aqui de perto e quando ele me viu, aparentemente ficou etado, mas eu fingi que não o vi e segui a diante. Mas certamente não descarto fuder aquele rabo de novo. Esse novinho me deixou com muito tesão. Comer novinho até que realmente é bom, melhor ainda quando é um como ele, no dia a dia hetero top e vez ou outra, uma putinha gulosa.