Comendo minha mulher na cozinha, quando do nada minha mãe apareceu..

Por: omicron-epta-3 08/07/2026 243333 leituras
Capa do conto
Esse acontecimento ocorreu um pouco antes do lockdown, uma noite quente pra porra de verão, por volta das duas da manhã. A casa toda dormindo, só o barulho distante do ar-condicionado no quarto dos meus pais e o zumbido da geladeira na cozinha. Eu e minha esposa, a Juliana, a gente tava com aquela tesão que não aguenta esperar. Ela acordou doida, me cutucou e sussurrou no meu ouvido - vem, amor, me come na cozinha, em cima da bancada, pelado que nem a gente tá agora -. Eu nem pensei duas vezes. A gente saiu do quarto de fininho, só de camiseta, e quando chegamos na cozinha eu já arranquei a calcinha dela e baixei minha cueca. Minha pica já tava dura feito pedra, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
A Juliana subiu na bancada de granito frio, abriu as pernas bem largas e eu vi aquela buceta depiladinha, os lábios grossos inchados de tesão, o grelinho aparecendo vermelho e molhado. Ela tava pingando, o mel escorrendo pela bundinha. Eu me encaixei entre as coxas dela, segurei minha pica pela base e esfreguei a cabeça bem no grelinho dela, devagar, sentindo ela tremer. - Porra, amor, para de provocar e mete logo essa pica grossa na minha buceta - ela gemeu baixinho, mas já desesperada. Eu empurrei devagar, sentindo os lábios dela se abrindo, aquela quentura apertada engolindo centímetro por centímetro até eu enterrar tudo. A buceta dela tava encharcada, fazendo aquele barulho molhado, ploc ploc, cada vez que eu entrava e saía.
Eu segurei os quadris dela e comecei a meter forte, a bancada rangendo um pouco. Os peitos dela balançavam por baixo da camiseta fina, os bicos duros roçando no tecido. Ela jogou a cabeça pra trás, mordendo o lábio, e soltou o primeiro gemido mais alto - aaahhh porra, que delícia, mete mais fundo, rasga essa buceta -. Eu acelerei, batendo os bagos na bundinha dela, o suor já escorrendo pelas costas. A gente tava tão entregue que nem ouviu os passos no corredor. Eu tava de costas pra porta, metendo como um animal, a pica entrando e saindo brilhando de mel dela, quando de repente a Juliana arregalou os olhos e congelou. - Amor... para... tua mãe... - ela sussurrou.
Eu parei no meio da estocada, pica ainda enterrada até o talo na buceta quente dela. Virei o rosto devagar e lá estava ela, minha mãe, 42 anos, parada na porta da cozinha com um copo vazio na mão. Ela tava de camisola fina de seda, curta, marcando o corpo ainda firme, os seios grandes e pesados, a cintura fina e a bunda empinada que sempre chamava atenção. Cabelo solto, bagunçado de sono, mas o rosto... porra, ela tava sorrindo. Não era choque, era um sorriso safado, daqueles que diz que viu tudo e gostou. Ela não falou nada no começo, só foi até a geladeira, abriu devagar, pegou a garrafa de água, encheu o copo e deu um gole longo, os olhos passeando pelo meu corpo pelado da cintura pra baixo, pela pica latejando dentro da buceta da Juliana.
A gente ficou ali, congelado, eu ainda dentro dela, sentindo a buceta da minha esposa apertando de nervoso e tesão misturado. Minha mãe virou de costas pra gente, mas antes de sair ela parou, olhou por cima do ombro e deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoando na cozinha. - Termina logo, filhão, come tua mulher direito! - ela disse baixinho, com aquela voz rouca de quem acabou de acordar, mas cheia de malícia. Depois saiu andando devagar, rebolando um pouco a bunda por baixo da camisola, e fechou a porta atrás dela.
Aquilo foi como gasolina no fogo. A Juliana soltou um gemido desesperado - aaahh meu deus, ela viu tudo... e mandou você continuar... porra, isso me deixou mais molhada ainda -. Eu tirei a pica devagar, brilhando inteira, e virei ela de quatro na bancada. Segurei os cabelos dela e meti de uma vez, fundo, batendo forte. A buceta dela tava encharcada, escorrendo pelo meu pau, pelos bagos, pingando no chão. Eu metia com força, o barulho de carne batendo em carne enchendo a cozinha. - Mete, amor, fode essa buceta como se tua mãe ainda estivesse olhando - ela gemia, a voz rouca, desesperada. Eu segurava os quadris dela e socava, sentindo o útero dela batendo na cabeça da pica.
A gente trocou de posição umas três vezes. Primeiro eu sentei na cadeira da cozinha e ela sentou no meu colo, rebolando gostoso, a buceta engolindo minha pica inteira, os peitos pulando na minha cara. Eu chupava os bicos duros enquanto ela subia e descia, gemendo alto agora sem medo - aaahhh porra, que pica grossa, me enche toda -. Depois eu deitei ela na bancada de novo, levantei as pernas dela nos meus ombros e meti fundo, vendo a buceta esticada ao redor da minha pica, o grelinho inchado roçando na minha virilha a cada estocada. O suor escorria, o cheiro de sexo tava forte, buceta molhada, porra pré-gozo misturado.
Eu sentia que não aguentava mais. A pica latejava, os bagos pesados. - Vou gozar, amor, vou encher essa buceta de porra quente - eu rosnei. Ela apertou as unhas nas minhas costas - goza, amor, me enche, jorra tudo dentro -. Eu meti mais fundo, três estocadas fortes e gozei pra caralho, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela bundinha, pingando na bancada. A Juliana gozou junto, o corpo tremendo, a buceta apertando minha pica como um punho - aaahhh porra, tô gozando, sinto tua porra quente me enchendo toda -.
Mas a gente não parou. A tesão tava insano demais depois do tapa da minha mãe. A Juliana virou de lado, ainda com a buceta pingando minha porra, e olhou pra mim com os olhos vidrados. - Agora fode meu cu, amor... mas vai devagar no começo, tá apertado pra caralho -. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho dela, que piscava rosado e apertado. Empurrei devagar. Ela gemeu de dor e prazer misturado - aaaiii porra, tá doendo... mas não para, enfia esse pau no meu cu -. Eu forcei mais, sentindo o anel apertado resistindo, depois cedendo devagar até a cabeça entrar. Ela soltou um grito abafado - aaahhh meu deus, tá rasgando meu cu... que delícia ao mesmo tempo -.
Eu fui metendo centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertando minha pica como nunca, quente, seco no começo, depois molhado da porra que escorria da buceta. Quando enterrei tudo, ela tava tremendo, o corpo todo suado. Eu comecei a meter devagar, depois mais rápido, o cu dela fazendo aquele barulho molhado agora, ploc ploc ploc. A Juliana se acabava, gemendo desesperada - aaahhh porra, fode meu cu, mete fundo, tô sentindo tua pica toda dentro de mim -. O prazer foi tomando conta, a dor virando puro tesão. Ela rebolava contra mim, empinando a bunda, o cu engolindo minha pica até os bagos baterem na buceta molhada.
Eu metia cada vez mais forte, segurando os quadris dela, vendo a pica entrar e sair do cu apertado, brilhando. A Juliana gozou de novo, forte pra caralho, o corpo convulsionando, o cu apertando minha pica como se quisesse ordenhar - aaahhh tô gozando pelo cu, porra, não aguento mais -. Ela gritava agora sem controle - se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, amor... mas não para, goza, enche meu cu de porra -.
Eu não aguentei. Meti fundo, sentindo os bagos apertarem, e gozei jorrando dentro do cu dela, jatos grossos e quentes enchendo o intestino. A Juliana gritava - aaahhh porra, tô sentindo tua porra quente no meu cu... vou me cagar, amor, tô gozando de novo - o corpo dela tremia inteiro, outro orgasmo louco enquanto eu ainda jorrava dentro.
Quando eu tirei a pica devagar, ainda dura, o cu dela ficou aberto um segundo, piscando, e aí ela começou a rebolar devagar, empinando a bunda. De repente saiu tudo: um jato de porra branca misturada com merda marrom, escorrendo grosso pelo cu, pela buceta, pingando na bancada e no chão. Ela rebolava, gemendo baixinho - aaahh porra, olha o que você fez, tô cagando tua porra misturada... que delícia safada -. O cheiro forte encheu a cozinha, mas a gente tava tão louco de tesão que nem ligou. Eu olhei aquilo tudo, a buceta ainda pingando, o cu aberto e sujo, e senti a pica latejar de novo.
A gente ficou ali um tempo, ofegando, suados, sujos, o chão da cozinha uma bagunça de porra, mel, suor e merda. Depois a gente limpou tudo rindo baixinho, ainda com aquele fogo no corpo. Na manhã seguinte, quando fomos pedir desculpa pra minha mãe, ela só sorriu daquele jeito safado de novo e disse que não tinha nada pra se desculpar, que ficou chocada mas não se importou. E piscou pra gente como quem sabe que a noite foi foda pra caralho.

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