Como eu virei a putinha do meu primo e seus amigos

Por: matheus-195 • 24/07/2026 • 8280 leituras
Capa do conto

Eu fiquei o final de semana inteiro com o cuzinho ardendo, depois que o meu irmão Valdir me enfiou aquele pau dele enorme (Leia o meu conto: Chorei de Verdade no Pau do meu outro Irmão) e arrombou as minhas últimas pregas. Lá em casa, na semana todos iam para o roçado e minha irmã Nair e eu íamos para a escola pela manhã e a tarde ficávamos em casa. Numa dessas tardes eu fui até a casa da nossa tia Isabel (irmã do meu pai) pedir ao Zezeca, filho dela que fizesse um carrinho de lata de óleo para mim. Eu já tinha implorado um monte de vezes para ela fazer, mas ele cobrava e eu não tinha dinheiro. Eu queria muito um carrinho daqueles, porque era a febre da rua, todos os meninos tinham, só que eu nem os meus irmãos não sabíamos fazer... aí depois de implorar, mais umas 10 vezes e ele me dizer não... que só pagando; eu falei a frase mágica: se tu fizer um carro pra mim eu te dou um pouquinho de cu! Na hora ela parou o que estava fazendo e me chamou lá para dentro de casa, (ele fazia os carrinhos numa casinha lá no fundo do quintal) e quando entramos ele me perguntou: tu me dá mesmo a bunda se eu fizer um carrinho pra ti? Falei: dou... só uma vez, mas tem que ser uma caçamba. Ele disse tá bom e já foi fechar a porta da frente da casa pra não entrar ninguém e pegar a gente no flagra. Quando ele voltou já veio de pau duro apontando na bermuda e me puxou para o quarto da mãe dele. Perguntei pela tia Isabel e ele falou que tinha ido para a roça com o pai dele e enquanto falava já foi tirando a bermuda e mostrando o pau dele para mim. O Zezeca tinha praticamente a mesma idade do Valdir, talvez uns meses a mais de diferença, mas o pau dele era bem menor que o do Aldair, talvez desse uns 16 centímetros. Quando ele pôs o pau para fora eu peguei nele e fiquei alisando e o bicho foi ficando ainda mais duro, aí eu me sentei na cama e trazendo ele mais para perto de mim cheirei o pau dele (até hoje eu adoro esse cheiro de pica) e depois comecei a lamber e enfiei todo na boca. Comecei a chupar a cabeça do pau dele igual se chupa um pirulito (foi assim que o Aldair me ensinou a fazer) e ele gemeu dizendo: aiiiii tá gostoso... onde tu aprendeu a fazer isso? Eu não falei nada porque estava com a boca ocupada e só fiz: unnrrummm... unnrrummmmmm! E continuei lambendo e chupando. Quando parei já tirei o meu calção, me segurei na beirada da e ele veio afoito querendo enfiar o pau em mim, aí eu falei: cospe um pouco e passa na minha bunda. Ele cuspiu me lambuzou todo e ficou procurando a entrada do meu rabo; eu me empinei mais e ele achando o meu anelzinho que nessa hora já piscava de tesão, foi enfiando a cabeça do seu pau no meu cu. Quando o pau entrou até a metade eu gemi mais de prazer do que de dor. Ele deu uma paradinha, eu empinei mais a bunda e fui de encontro ao pau dele até entrar tudo. Pensei, hum que gostoso! Dar o cu para o Zezeca era um passeio perto do Valdir e do Aldair. Ele segurou em meus quadris com força e começou o ploc-ploc metendo em meu rabo. Ai que delícia que estava; o meu cu começou a esquentar, aquela sensação de falta de fôlego misturada com as estocadas em mim; me deixavam nas nuvens... o meu pau estava super duro, parecia que eu ter uma vertigem e aí do nada o pau dele escapole do meu cu. Aproveitei para colocar os dois joelhos em cima do colchão da cama e me empinei bem e vi que minha bunda ficou bem na altura do pau dele, que veio por trás novamente, cuspiu mais uma vez e meteu agora com força, me fazendo gemer alto e recomeçando o ploc-ploc no meu rabo, mas dessa vez ela não demorou muito e enfiando tudo de uma vez bem fundo, soltou um jato de gala dentro de mim. Zezeca me abraçou por trás e me puxou para ele e com uma mão passou a alisar os meus peitinhos e com a outra começou a me punhetar. Que coisa deliciosa que eu estava sentindo: o pau dele ainda estava duro dentro de mim e ainda pulsava! Ele me punhetava me fazendo sentir um prazer tão gostoso, era algo tão bom... tão bom... que foi crescendo, tomando conta de mim e de repente eu me vi gemendo alto e esfregando mais o cu na pica dele para ver se entrava mais. Ele acelerou a punheta e do nada eu fui ao céu e voltei parecendo que estava caindo. Fiquei molinho nos braços dele ouvi ele dizer no meu ouvido: tu gostou rapidinho! Eu abri os olhos e senti ele ir tirando o pau do meu cu! Falei que precisava me limpar e ele deu a ideia de irmos tomar banho no rio. Não precisávamos ir longe, pois o rio passava no fundo do quintal deles e fomos juntos. Quando já estávamos na água, ele mergulhou deu uma dedada em meu cu e chegando bem pertinho de mim, me perguntou se eu daria para ele outra vez e eu falei que sim, mas que ele não falasse para ninguém ele prometeu que não contaria nada e que eu fosse buscar o carro no outro dia. Na outra tarde quando cheguei da escola, antes de almoçar já fui lá na casa do Zezeca buscar o meu carrinho e adivinhe o que aconteceu? O carro estava pronto, mas ele comeu o meu cu outra vez e ainda me fez sentir aquela sensação gostosa, me punhetando outra vez: o curioso é que não saía nada do meu pinto, mas a sensação final era tão boa que eu comecei a fazer isso sozinho quando me batia o tesão e ficava esfregando meu cu em alguma coisa imaginando que alguém estava me comendo e até hoje eu gosto de me masturbar, só que hoje eu enfio algo no meu cu para gozar bem gostoso, mas foi o Zezeca quem me fez gozar a primeira vez e me ensinou a bater punheta de verdade, porque antes eu só me alisava e não sentia nada. Mas como nem tudo é como a gente quer o safado do Zezeca naquela mesma tarde contou para o Reinaldo e outro moleque da rua que havia comido o meu cu e quando foi à noite ele mesmo foi me chamar para brincarmos de esconde-esconde e na hora da gente se esconder ele me arrastou para um canto bem escuro e quando a gente chega lá, quem vem mais atrás? O Reinaldo e o Zé João e aí já vieram passando a mão na minha bunda e querendo abaixar o meu calção e eu falei que não ia dar para eles, mas aí já sabe como é que é, né? Eles me colocaram contra a parede dizendo que ou eu dava ou eles iam espalhar para mais gente e eu tive que ficar de quatro e servir os três. O primeiro foi o Reinaldo que veio cuspiu no meu cu e no pau dele e enfiou com tudo no meu cu. No início eu estava meio chateado de dar para ele, mas depois de umas seis ou sete bombadas dele em mim eu já estava de pau duro e passei a gemer no pau dele até que ele gozou. Depois veio Zé João e meteu meio sem jeito, parecia que era a primeira vez que ele comia um cu, mas em compensação o cara demorava gozar demais. O meu cu começou a arder e o meu pau amoleceu, porque ele estava me machucando de tanto que metia. Eu tive que implorar para ele gozar logo e quando ele gozou eu dei graças a deus e só ainda dei o cu para o Zezeca porque não tinha como fugir. Como cada um que gozava se vestia e ia embora, ficamos só eu e o Zezeca e então ele veio limpou o meu cu que estava só gala do dois e depois meteu no meu rabo, mas meteu com carinho, passando o dedo com cuidado enquanto me limpava e depois que meteu em mim, me puxou pra ela, apertou os meus mamilos, beijou minha nunca e falou em meu ouvido que eu era a mulher dele. O meu pau ficou duro na hora e ele me comeu gostoso, metendo devagar, saboreando o meu cu e eu saboreei a pica dele a cada vez que entrava e saía de mim. Aiiii que delícia, sentir o Zezeca dentro do meu rabo! Ele me comia e me tratava de um jeito diferente e no final me levou ao céu outra vez. Foi ali que surgiu a minha primeira paixão de cu.

Nascimento Silva

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