No começo do namoro, as coisas eram suaves. Dentro do carro dele, estacionado num lugar escuro e discreto, eles se beijavam por horas. Os beijos começavam leves, línguas se tocando devagar, mas logo viravam um duelo molhado e desesperado. - Ah, Douglas... você me deixa louca assim – Sheila sussurrava entre um beijo e outro, o corpo pequeno se apertando contra o dele.
Com o tempo, as mãos dele ganharam coragem. Primeiro, apalpando os seios por cima da blusa, apertando aqueles montinhos macios até os bicos ficarem duros como pedrinhas. Sheila gemia baixinho, sentindo o calor subir pela barriga. Depois, as carícias desceram. A mão grande dele deslizava pela coxa dela, por baixo da saia, e começava a esfregar a bucetinha por cima da calcinha fina. Ela ficava encharcada rapidinho, o tecido molhado colando nos lábios inchados, o grelinho latejando pedindo mais.
- Porra, Sheila, você tá toda molhadinha... – Douglas murmurava rouco, os dedos circulando devagar sobre o pano, sentindo o calor que saía dali.
Ela abria as pernas o máximo que o espaço do carro permitia, o bumbum avantajado se remexendo no banco. Timidamente, Sheila arriscava a mãozinha pequena por cima da calça dele, sentindo o pau duro latejando. Apalpava devagar, subindo e descendo o contorno grosso, imaginando como seria ter aquela pica toda dentro dela. Mas não passava disso. Douglas não tirava a calcinha, não enfiava dedo, não comia ela como ela tanto queria. Ela gozava quase todo dia nos dedos dele, tremendo, mordendo o ombro dele pra não gritar, mas depois ficava frustrada, a buceta piscando vazia, louca por uma penetração de verdade.
- Eu te odeio por me deixar assim, seu bobão... – pensava ela, mas nunca tinha coragem de falar alto. O tesão acumulava, dia após dia.
Certo dia, o auge da sessão. O carro estava embaçado, o cheiro de sexo no ar. Douglas com a mão dentro da saia dela, esfregando forte a bucetinha por cima da calcinha encharcada. Sheila com a perna aberta, a mãozinha apertando o pau dele por cima da calça, sentindo ele pulsar. Ela estava quase gozando, o grelinho inchado roçando contra os dedos dele, quando o celular tocou. Era o pai dele, urgente.
- Merda... – Douglas resmungou, parando tudo na hora.
Ele a deixou em casa, o corpo dela pegando fogo. Sheila entrou, o coração batendo forte, a buceta latejando, escorrendo mel pelo interior das coxas. Trancou a porta do quarto, pediu pra família não incomodar porque tinha "trabalho importante". Sentou na frente do computador, pernas bem abertas na pontinha da cadeira, saia levantada até a cintura. A calcinha molhada foi puxada pro lado e os dedinhos começaram a brincar leve no grelinho enquanto abria um site de contos eróticos.
A história que escolheu era perfeita pro momento: uma garota no ginecologista, o médico safado começando a mexer no clitóris dela, enfiando dedo fundo na buceta enquanto ela fingia que não queria. Sheila lia devagar, imaginando a cena, os dedos dela circulando o grelo sensível, descendo pra espalhar a lubrificação que não parava de sair.
Foi então que sentiu. Uma respiração quente, pesada, bem embaixo da saia. Algo gelado e úmido roçando na entrada da vagina. Olhou pra baixo, o coração disparando: era o Ted, o pastor alemão grande e peludo da casa. Ele estava todo elétrico, focinho enfiado entre as pernas dela, cheirando a buceta molhada como se fosse o melhor cheiro do mundo.
- Ted... sai daí, seu safado – ela tentou dizer, levantando a mão pra afastar ele.
Mas no exato segundo em que a mão subia, Ted deu uma lambida longa, quente, áspera. Daquele cuzinho apertado até o grelinho latejando. A língua grossa passou devagar, pressionando os lábios inchados, abrindo eles, coletando todo o mel que escorria.
Sheila congelou. Um arrepio violento subiu pela espinha, o tesão explodindo como bomba. - Ai, porra... que delícia... – murmurou baixinho, paralisada de prazer. Em vez de afastar, ela se ajeitou melhor na cadeira, escorregando a bunda pra frente, abrindo as coxas grossas o máximo possível.
Ted não precisou de convite. A língua áspera atacou de novo, lambendo com fome. Longas passadas que cobriam toda a buceta, do cu até o grelo, penetrando um pouco na entradinha apertada. A textura áspera raspava gostoso nas paredes internas, fazendo ela se contorcer. - Hmm... continua, Ted... chupa minha bucetinha assim... – ela gemia baixinho, uma mão segurando a cabeça peluda dele, puxando pro fundo.
A buceta dela piscava, batendo palminhas, escorrendo tanto que o focinho do cachorro ficava brilhando. Ted enfiava a língua fundo, escavando, girando dentro do canal virgem, lambendo as paredes quentes e molhadas. Sheila se debatia na cadeira, os seios subindo e descendo rápido, os bicos duros roçando na blusa. O grelinho inchado recebia lambidas diretas, rápidas, a língua áspera batendo exatamente onde ela mais precisava.
- Aiiii, meu Deus... que língua enorme... tá me comendo toda... – sussurrava desesperada, o corpo pequeno tremendo.
Minutos se passaram assim, Ted incansável, lambendo, chupando, enfiando o focinho mais fundo. Sheila escancarou as pernas, uma perna por cima do braço da cadeira, a buceta totalmente exposta. O focinho grosso pressionava, entrava um pouco, a língua fundo dentro, acariciando cada fibra interna. O cheiro de buceta molhada enchia o quarto, misturado com o bafo quente do cachorro.
O orgasmo veio forte, incontrolável. - Ahhh... tô gozandooooo... Ted, não para... porraaa! – gritou baixinho, mordendo o lábio pra não acordar a casa. O corpo dela se arqueou, as coxas apertando a cabeça do Ted, puxando o focinho inteiro pra dentro da vagina. Sentiu o nariz frio e o focinho grosso invadindo o canal apertado, a língua ainda se mexendo lá dentro. Gozou jorrando, mel escorrendo pelo focinho dele, pernas tremendo violentamente, olhos revirando.
Ficou ali, ofegante, o peito subindo e descendo, a buceta ainda contraindo em espasmos ao redor do focinho do Ted. Depois de alguns minutos, empurrou ele com carinho. Ted ficou latindo baixinho a noite toda, o pau vermelho duro balançando entre as patas traseiras, louco de tesão.
Sheila pensou em deixar ele penetrar, em sentir aquela pica canina grossa e vermelha entrando na bucetinha virgem, mas a coragem faltou. Até hoje pensa nisso.
Mas a rotina mudou pra sempre. Todo dia, depois do namoro frustrante com o Douglas, ela sentava na frente do computador, saia levantada, calcinha pro lado. Ted já sabia. Vinha mansinho, focinho frio roçando primeiro, depois aquela língua mágica começando o serviço. Ela abria as pernas, gemia alto agora que sabia que ninguém ia entrar, puxava a cabeça dele. - Chupa minha buceta, Ted... lambe meu grelinho assim... enfia essa língua grossa toda... ahhh, que delícia, seu cachorro safado...
As lambidas ficavam mais intensas a cada dia. Ted aprendia, focinho enfiando mais fundo, língua girando dentro, lambendo o cu também, fazendo ela gozar duas, três vezes seguidas. Sheila se debatia, bumbum avantajado tremendo, seios pulando, gemidos desesperados enchendo o quarto: - Tô gozando de novo... porra, que língua... me fode com ela... não para, não paraaa!
Mesmo depois que o Anderson, o namorado atual, tirou o cabaço dela há uns seis meses, nada mudou. Anderson é ótimo de cama, come gostoso, faz diabruras, enfia a pica grossa fundo, chupa o grelinho dela até ela gritar. Mas a verdade é que Sheila goza muito mais forte com a língua do Ted. Quando trepa com o Anderson, sente prazer, mas é com o cachorro que ela se entrega de verdade, pernas escancaradas, buceta pulsando, gozando como uma vadia desesperada.
- Anderson fode bem, mas ninguém lambe minha xoxota como você, Ted... – ela pensa, sorrindo safada enquanto o cachorro trabalha.
E quando casar, o Ted vai na bagagem. Um amante secreto, peludo, com língua enorme e áspera que sabe exatamente como devorar aquela bucetinha ruiva, sardenta, molhada e gulosa. Nas noites em que o marido dormir, ela vai se sentar na pontinha da cama, abrir as coxas grossas, e deixar o Ted escavar fundo, lambendo até ela gozar jorrando, gemendo baixinho: - Isso, meu cachorro... chupa minha buceta toda... me faz gozar de novo...
A rotina continua intensa. Sheila aprendeu a se posicionar melhor, às vezes de quatro no chão do quarto, bumbum empinado, buceta e cu expostos. Ted lambe de baixo pra cima, língua passando pelo cu piscando, descendo pros lábios inchados, enfiando fundo. Ela empurra a bunda pra trás, esfregando no focinho dele. - Lambe meu cu também, Ted... enfia a língua nesse cuzinho apertado... ahhh, que tesão...
Os gemidos são desesperados, o corpo pequeno se contorcendo, suor escorrendo entre as sardas, cabelos ruivos grudados no rosto. Goza tanto que o chão fica molhado, as pernas fracas. Depois, ainda tremendo, ela acaricia o pau vermelho dele às vezes, mas nunca deixa passar do ponto. O prazer é na língua, na sensação daquela boca quente devorando sua intimidade sem pudor.
Dia após dia, o tesão só cresce. Mesmo depois de uma foda boa com o Anderson, onde ele mete forte, goza dentro dela, Sheila espera ele dormir e chama o Ted baixinho. - Vem, meu amor... limpa essa buceta que o Anderson sujou... lambe tudo...
A língua áspera recolhe o gozo misturado, lambendo fundo, fazendo ela gozar mais uma vez, mais forte que com o pau do namorado. É viciante, proibido, intenso pra caralho. Sheila sabe que nunca vai largar isso. A bucetinha ruiva, o grelinho sensível, o cu apertado... tudo pertence às lambidas famintas do Ted agora.
E assim a história continua, noite após noite, gemidos abafados, corpo pequeno se entregando ao prazer animal, sem limites, sem vergonha. Só tesão puro, molhado, desesperado e delicioso.