Brasileira, tenho 15 anos, moro em Portugal, e meu padrasto é português, tinha já contado aqui como ele me preparou para foder, agora tirou meu cabaço
Se quiser pode ser a 1ª parte - /2021/03/como-me-iniciei-no-sexo-com-meu-padrasto-e-mamae/ - vomeço precisamente onde fechei. Paínho foi fazendo carinho na minha perereca, até que começou me lambendo com a língua dele, quente, meio áspera, sei lá, aquilo me começou a deixar fraquinha das pernas. Paínho me mandou, tirar a saia e a calcinha. “Deixa tudo à vontade, tu vais delirar minha linda. Já alguém brincou assim contigo?”, perguntou. Eu timidamente disse que não. “Mas estás a gostar, vê-se bem, e vais adorar ainda mais”.
Paínho me mandou deitar na cama, puxou a colcha e deitei nos lençóis liso verde clarinho, me puxou a blusa e começou sofregamente a chupar os meus biquinhos, um pouco altinhos, mas nada como as mamas de mamãe. Ele se foi despindo, largando as roupas no chão, eu fui sentindo o calor do seu corpo, o arrepio dos seus pelos roçando no meu corpo magrinho, ele me lambendo toda com aquela língua grande e quente, até chegar na xaninha.
EU só gemia e dizia “ai paínho está bom demais, não para, faz feliz a tua filhinha”. Ele abrandou, se levantou e me deu o caralhão (nossa que mastro!) para eu chupar. “Vai chupa, abre bem a boca e não me machuques com os dentes, engole o mais que conseguires”. Eu bem tentei, mas a piroca é bem grossa e não consegui e até tive vómito. Paínho, tirou e disse, “pronto, pronto, minha bebé pequenina, não está habituada a caralho mesmo né? Lambe só ele, deixa-o bem molhadinho”. Respirei fundo e comecei lambendo aquele caralho gostoso, sinceramente eu estava gostando. Toda nua, paínho fazendo carinho na minha xaninha, e eu lambendo aquele pirocão gostoso, eu estava gostando, não era a 1ª vez que chupava um pau, tinha feito com meninos da escola, mas umas coisinhas bem mais pequenas, mas não me assustei com o pauzão do Souza.
Painho me mandou abrir bem as pernas e começou a chupar o meu grelinho, metendo a sua língua, eu já só gemia, estava como que aflita para fazer xixi, e ia gemendo mais e mais até que, num repente se levanta, quando eu estava perto de gozar, cospe no caralho e o vai enfiando dentro de mim, minha xoxota começou a doerm eu gritei mesmo, “ai,não estou aguentando”, mas ele continuou até que senti uma dor mais agyda e o paínho dizer, “já está, já foste, tu viraste mulher, acabei de estourar o teu cabacinho, aguenta!”. Eu estava não sei onde, indescritível a dor e a sensação, ao mesmo tempo um gozo enorme, o Sousa continuava metendo e eu só fizia para ele continuar, “vai rasga mesmo paizinho gostoso, estou querendo”, até que sinto uma outra quentura dentro de mim, era paínho se esporrando dentro de mim, eu sentira já o sangue quente da minhas desfloração escorrendo Paínho tirou aquele mastro enorme sacudiu em cima da minha barriga e disse: “Já foi para o espaço sua virgindade, afora és mulher e vou-te foder sempre que eu quiser, és gostosa demais como a tua mãe, fiquei sequinho”. Nos lençóis ficou a marca da minha desvirginação, uma mancha bem viva de sangue e restos da porra do meu padrasto. Ele me enrolou nele me beijou e tirou umas fotos com o telemóvel, eu toda aberta, com a xaninha suja de sangue e leite dele, toda aberta, e seu pau estava ainda meio bomba. Em seguida ele me deu banho e abriu bem a minha coninha e meteu um dedo no cu e me disse, “temos também de torrar esse cabacinho anal”.
Ele mandou as fotos para a minha mãe, que quando chegou, toda feliz, e me deu os parabéns. “É algo que nos vai unir para sempre. Tu estás bem, primeira vez custa um pouco, mas é tão bom foder e o Sousa é um mestre”. Eu estava ainda meio zonza, vesti a camisola de dormir e nem vesti calcinha pois me ardia ainda, mamãe fez questão de ver as minha xaninha. “Está linda toda abertinha, mas depois vai ao lugar, seu padrasto tem um caralho de cavalo e você ainda virgem, sangrou muito?”. Paínho que estava por perto disse: “Sangrou sim, como uma donzela deve sangrar, sujou o lençol, mas eu já mudei, está na máquina de lavar se tu quiseres verificar”. Mãe acariciou a minha xaninha recentemente inaugurada e foi ver os lençóis, depois disse vamos comemorar e jantar fora. A Costa de Caparica onde moramos em Portugal tem muitos bons restaurantes. Nós fomos e paínho comentou, “até parece que farejam, olha só o empregado de mesa tirando as medidas à miúda”. O camareiro é um gato, mas eu ando de olho noutro macho e agoora vai ser facim, facim.
Nessa noite dormi de pernas abertas e mamãe colocou um saco de gelo, mas estava tão empolgada que não conseguia dormir, mas também, não podia bater uma siririca, mas lá consegui dormir.