Vou contar como começaram meus fetiches sexuais, incesto e exibicionismo.
Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.
Vou contar tudo desde o início, conforme lembro e tentar separar por "tópicos" para facilitar.
Quando eu era bem pequena, já nasci bundudinha, e meu pai por isso não me deixava sentar no colo de mais ninguém. Não me lembro muito bem a idade que eu tinha, mas um dia, sentada no colo do meu pai, senti algo endurecer embaixo de mim, mas logo ele me tirou pra frente. Tentei voltar a sentar em cima e sentir novamente, mas ele brigou com tom sério comigo, falou que nunca era pra eu sentar assim no colo de homem nenhum. Como tinha muito medo e respeito por ele, acatei.
Passando um tempo, alguns anos aliás, brincando na sala, resolvi fingir uma aventura e o braço do sofá era meu cavalo e nele simulava os solavancos do cavalo, meus pais viram, acharam fofo e deixaram.
Então uns dias brincando disso, o braço do sofá que era bem macio, foi gastando a espuma e o que antes era fofinho foi aos poucos ficando duro.
No primeiro dia que senti a parte do reforço da madeira raspando embaixo de mim, senti uma sensação ótima, não sabia descrever e comecei a fazer com força, não sei porque na hora lembrei dia quando menor que senti no colo do meu pai algo duro assim, deu uma leve coceira embaixo, coloquei a mão e parecia inchada, gostei da sensação e continuei lembrando do meu pai. Minha mãe apareceu na sala, senti vergonha como se estivesse fazendo algo errado e saí correndo. Ela não entendeu nada, tentou falar comigo e só falei que ela ia brigar por eu estar brincando de cavalinho.
Ela não brigou, disse que na infância dela ela tinha um cavalinho de cabo de vassoura e perguntou se eu queria um, eu disse que não, que queria no sofá que eu gostava muito, ela me disse que podia brincar e que não era pra brincar quando meu pai estivesse em casa. Não entendi o motivo, não questionei e fui.
Passando os dias, já nem lembrava mais que a brincadeira era inicialmente de cavalinho, ficava lá raspando por horas se deixasse, adorava sentir lá embaixo bem inchadinho e depois ficava passando a mão quando tava deitada.
Um dia eu no meu cavalinho e meu pai chegou mais cedo, abriu a porta, me viu lá, eu fiquei como se estivesse fazendo algo errado, gaguejando e ele sem entender o motivo de eu estar nervosa, me pôs em seu colo e sem brigar, com jeitinho, tentava me fazer falar.
- Porquê você não quer que eu te veja brincando de cavalinho?
- Porque não posso! - não queria dizer que minha mãe falou pra não deixar ele ver, ia dar ruim pra mim.
- Tá bom, mas me conte como é a brincadeira?
- Não posso pai, por favor, não posso falar.
- Tudo bem, já que não pode falar, pode mostrar?
Acabei aceitando, mas não sei por qual motivo, não mostrei no sofá, e sim nele.
Falei:
- Sento lá e faço assim...
E comecei a me esfregar no colo dele com força.
Ele arregalou os olhos, ficou sem reação em quase todo o corpo, apenas pude sentir algo endurecendo, fui me empolgando, fazendo mais forte, esfregando como nunca esfreguei, com a respiração mais forte, cada vez mais forte, meu pai tentando se segurar me segurou pelos ombros, mas meu quadril não parava, era movido separado pela cintura, ele desceu a mão para a cintura tentando me fazer parar e eu soltei:
- Te amo muito paizinho.
E soltei um leve gemido.
Ele me abraçou, me deu um beijo na testa, falou que também me amava muito e acabou me deixando continuar mais, até que se tremeu todo e pediu pra eu parar, me tirou rápido do seu colo e foi correndo para o banheiro.
Não entendi nada.
Estava toda encharcada, e 100% satisfeita.
Fiquei sentada, sem ar, até meu pai voltar.
Ele pediu desculpas por sair correndo, pediu para não fazer mais isso, disse que me amava muito e que depois que pensasse bem iria conversar comigo sobre o assunto.
Eu fiquei sem entender nada e demorou muito tempo pra fazer de volta novamente no braço do sofá.