CONFISSÕES E CONVERSAS COM UMA GP III 3º Continuaç

Por: ana-133 • 13/07/2026 • 55339 leituras
Capa do conto
Continuação do conto anterior….
A Yvonne e eu encontramo-nos no bar do hotel um pouco antes da hora combinada com Monsieur X. Ele tinha telefonado a cada uma de nós pedindo que fossemos vestidas de preto e com roupa interior também preta. Disse que mais tarde explicaria o porquê.
Enquanto esperávamos por ele tomámos uma bebida (o garçon não era o mesmo da véspera). Conversámos sobre várias coisas, falámos sobre clientes e combinámos quando houvesse oportunidade alinharmos em conjunto com outros clientes. Ela disse-me que gostava que eu conhecesse o namorado dela e que também gostaria de conhecer o Michel. Ficámos de combinar para breve.
Monsieur X chegou pontualmente ás 8 horas da noite. E também todo de preto vestido. Achou que estávamos muito bonitas e vestidas com muita classe. Pediu uma garrafa de champagne Veuve Clicquot e revelou-nos a surpresa.
Íamos a uma festa privada num castelo nos arredores de Paris. Festa com mais de cem pessoas. Cada homem podia levar 2 mulheres. Dizia ele que assim muitos homens podiam levar a mulher e a amante (risos). A festa era organizada por uma sociedade secreta europeia que reúne em ambientes luxuosos gente interessada em sexo a três, quatro, cinco, dez. Um homem para ser membro desse clube sofre um rigoroso processo de selecção tal como para entrar num clube da alta aristocracia. Para lá da quantidade de zeros na conta bancária é necessário preencher requisitos como posição social, grau académico e profissão. Colégios que frequentou, clubes de que é sócio, etc.
É da total responsabilidade dos membros a qualidade, nível e comportamento, beleza e elegância das suas acompanhantes. E cada um tem o direito de se fazer acompanhar por duas mulheres. A palavra de ordem é a elegância. Começa na escolha e decor do espaço e passa pelo dress code. Seria servido um jantar volante e depois começaria uma orgia. O dress code era todos vestidos de preto e uso obrigatório de máscara que nunca se podia tirar. As duas ficámos excitadíssimas com a surpresa. Eu já tinha estado em várias orgias com muita gente mas em locais públicos. Festas privadas só com pequenos grupos de amigos.
Subimos ao quarto para experimentar as máscaras que ele tinha comprado. Tinha comprado quatro modelos para vermos as que gostávamos mais, mas de cada modelo havia três iguais para irmos os três de igual e nos conhecermos sempre.
As expectativas de uma grande noite eram enormes. Saímos do hotel com o motorista, ouvindo uma fantástica música clássica interpretada ao piano pela inconfundível pianista Maria João Pires (minha patrícia e hoje naturalizada brasileira). O tal castelo ficava a 50km de Paris. Durante a viagem ele explicou que íamos encontrar na festa pessoas muito importantes, banqueiros, ministros, políticos e industriais, bem com advogados e médicos célebres. Toda a gente usava um nome falso e não se podia fazer perguntas sobre a identidade de ninguém. Quem tirasse a máscara, homem ou mulher, seria expulso de imediato. Seria servido um jantar volante.
Chegámos ao nosso destino. Uma casa muito antiga e linda, de sonho mesmo, um parque automóvel impressionante e um batalhão de motoristas e seguranças. Logo à entrada é necessário o membro dizer a senha a duas funcionárias lindas, nuas e com máscaras servindo taças de champagne. Uma das moças procura numa lista o nome do membro e confere username.
Como no início de qualquer festa, a conversa antes de se entrar no tema flui por banalidades que evitam silêncios constrangedores. Fala-se de tudo desde o tempo que faz, política restaurantes, filhos, e até dos animais de estimação. Mas estamos numa festa de uma sociedade secreta dedicada ao erotismo, e logo um casal começou a introduzir temas mais picantes. Uma sensação estranha, toda a gente falava com toda a gente sem saber com quem falava. Tal como as nossas, não havia máscaras de cara inteira, eram mascarilhas que deixavam a boca descoberta. Não havia só franceses, também alemães, inleses e italianos. Havia mulheres muito elegantes e com corpos divinais. Algumas com muita plástica. Não sei se eram bonitas porque não dava para ver as caras. Tudo gente bem disposta, simpática e sem preconceitos. Os olhares se cruzam mais do que o aceitável em outro tipo de ocasião. De resto, tudo é muito mais discreto do que se poderia imaginar. Os frequentadores parecem empresários ou profissionais liberais, gente que você encontraria em um almoço de negócios ou em um restaurante de alta gastronomia. A meio do jantar, servido em pé numa enorme sala, já havia gente meia despida ou mesmo nua. Ainda durante o jantar vi arrancar o vestido a uma e vi-a gozar entre três homens e duas mulheres.
Toda a gente fala baixinho. Os homens quase todos de terno preto e a elegância é nota predominante. Nós, também de vestidos pretos e rendas. Algumas de nós com vestidos compridos. E alguns decotes bem arrojados como o meu e o da Yvonne. Fomos aos poucos tendo a oportunidade de ver algumas lingeries bem eróticas e também quem tivesse optado por nada usar por baixo dos vestidos. Começámos também a ver casais a transarem ainda vestidos. Cenas bem quentes e que mexiam com o meu líbido. Na sala contigua, casais se esparramam pelos sofás e conversam e bebem animadamente como se estivessem em uma mesa de bar.

Nós as duas não descolávamos de Monsieur X. Aguardávamos a iniciativa dele. Havia mais mulheres do que homens e iam-se formando grupos. Um homem e uma mulher começaram a conversar com a Yvonne , riam muito, fizeram saúdes e afastaram-se. Monsieur X pegou-me no braço e dirigiu-se a duas mascaradas que estavam sozinhas. Começámos a conversar eram francesas e simpáticas. Fui ao banheiro e na sala contigua, casais se esparramavam pelos sofás e conversando e bebendo animadamente como se estivessem numa mesa de bar. Aí cruzei-me com a Yvonne que já estava completamente nua e enrolada com o casal com quem se tinha afastado. Também eles já estavam despidos.
Quando voltei, Monsieur X disse-me que estavam à minha espera e que íamos para o 1º andar. Numa antecâmara despimo-nos e entrámos numa sala onde estavam umas dez pessoas. Em segundos, forma-se um emaranhado de braços e pernas e os casais vizinhos trocam de parceiros. Por vezes, mãos buscam os corpos dos parceiros originais, como que para reafirmar alguma fidelidade. Sentados na enorme cama, eu e Monsieur X temos uma visão privilegiada dessa etapa da orgia. Podemos acompanhar também a transa de uma moça ruiva com seu parceiro à nossa esquerda – ela, só de corpete, se posiciona de costas para ele, sentada em seu colo. A coisa está quente e é bem difícil ficar indiferente Durante mais de duas horas estivemos intensamente envolvidos com várias pessoas. Fui penetrada em todas as posições, pela frente e por trás, chupei muitos e variados paus, fui chupada e chupei vários paus e xoxotas. Bem por perto esteve sempre Monsieur X em grande actividade e envolvido com várias mulheres. A suruba está instalada e paira no ar um cheiro de corpos e bons perfumes Pediu-me para procurar a Yvonne pois gostava que ela se juntasse a nós. Levantei-me, saí daquela sala e nos corredores, escada e salas já toda a gente estava despida e envolvida em grupos. Demorei tempo a satisfazer o pedido de Monsieur X pois pelo caminho vários homens me agarraram e se envolveram comigo. Finalmente encontrei a Yvonne, envolvi-me com ela e com o grupo com quem ela estava. Louca, disse-me nunca ter tido uma experiência como aquela. Estava dorida e já tinha gozado muito. Eu, não estava dorida, mas como estava com muita atenção a tudo o que se passava em meu redor, pois estava verdadeiramente fascinada ainda não tinha gozado com nenhum dos muitos parceiros que já me tinham penetrado. Voltámos para junto de Monsieur X que rodeado de mulheres estava muito ocupado. Durante algum tempo brincou muito com a Yvonne e comigo. Enrabada por ele finalmente gozei e gozei muito. Acho que ele também gozou mas nunca se veio. Ao contrário de muitos homens que ali estavam e bem mais novos do que ele sempre o vi bem erecto. Um homem invulgar.
Fui de novo ao banheiro e quando voltei vi a Yvonne encostada a uma parede beijando uma mulher num longo linguado e sendo chupada por outra. À volta delas um grupo de homens (entre eles Monsieur X). Ela dizendo que estava a gozar.
A festa terminou perto das quatro da manhã. Voltámos para Paris. Como ele partia no dia seguinte de manhã, pediu-nos para subirmos ao quarto só para uma última bebida. Apesar de saber que tínhamos ali os nossos carros, achou e bem que tínhamos bebido muito e mandou o motorista esperar para nos levar ás respectivas casas.
Subimos, pediu uma garrafa de champagne, bebemos, cada uma de nós o chupou e acabou por se vir nas nossas caras pois estávamos as duas a chupá-lo alternadamente. Adorou.
Muito generoso a fazer contas, pagou-nos uma pequena fortuna. Disse que a partir daquele momento sempre que viesse a Paris ia querer estar sempre com nós as duas em conjunto.


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