Aceito até essa parte, pegou a mão dela e colocou em seu membro, ela, por sua vez, começou a masturbá-lo, enquanto eu continuava a massagear seus seios, e morder suavemente seu pescoço, ele fez questão de me mostrar que ela o masturbava, para deixar claro que ele não havia forçado e que ela estava querendo, eu assenti com um movimento de sim com a cabeça, e ele disse a ela uma única frase, "fique tranquila, vou usar camisinha", ela também fez que sim com a cabeça, e ele tentou levá-la para um canto da sala, dizendo que iria comê-la em pé, só encostada na parede, eu queria que todos vissem aquela potranca sendo coberta, e fiz questão de os conduzir para um sofá no meio daquela sala, posicionando-a. Ela ficou de pé, somente inclinada para a frente, e apoiando as mãos no sofá, com sua bunda empinada para cima, e a bucetinha completamente molhada exposta. O rapaz penetrou-a por trás imediatamente e iniciou o vai e vem, nesse momento o sósia do ator, se aproximou puxando Patrícia pelos cabelos para que chupasse seu pau, enquanto ela recebia as estocadas do outro na sua buceta, se negando a mamar nele, ela apenas o masturbou, enquanto seu corpo pulava num vai e vem em decorrência do ataque que recebia. Com 5 ou 6 minutos nessa posição, dando uma metida burocrática o primeiro gozou enchendo a camisinha. Antes que passassem dois segundos de que o primeiro havia tirado seu pau de dentro dela, VD assumiu o seu lugar. Começou a chegar mais gente na sala e se formou uma fila de candidatos para continuarem após o VD, todos impressionados com a beleza dela, faziam comentários e passavam a mão pelo corpo dela, tanto homens como mulheres. VD, fazendo justiça ao que se esperava de um cara fortão, logo de início não hesitou, bem dotado, aproveitando a posição dela e o caminho aberto que o anterior havia deixado, após posicionar a cabeça de seu pau na entrada daquela grutinha recém comida pelo outro, não fez cerimônias, em uma única estocada, meteu toda sua pica enorme e grossa dentro da, até então, apertada gruta da Patrícia, fazendo-a urrar com o golpe, enfiou até o fundo de uma só vez. Não satisfeito, antes que ela estivesse refeita do ataque, com as mãos firmemente segurando-a pelos ombros, impedindo que ela pudesse escapar para a frente, puxou-a com toda energia contra o seu púbis, forçando a entrada dos poucos centímetros daquela tora que ainda restavam de fora, era possível notar que naturalmente não caberia mais nada dentro dela, entretanto, com toda força empregada as entranhas dela cederam e conseguiram acolher toda largura e extensão daquele pau, sentindo seu saco colar no clitóris dela, imediatamente VD começou a estocar da maneira mais violenta (a palavra é violenta mesmo) que eu já vi na minha vida (inclusive mais que em qualquer filme erótico). Eu que não sou de ficar só olhando, tentei achar uma ocupação, rs.. mas a fúria dos movimentos só me permitia massagear os seios dela, e a segurá-la firmemente pelos cabelos de modo que olhasse para mim, enquanto o VD se mantinha sem diminuir o ritmo do começo ao fim, eu imaginava que ela iria pedir para ele parar ou chorar, a única reação dela foi gemer gruturalmente a cada estocada, e se ajeitar melhor no sofá, o cara parecia uma máquina, confesso que não sei como os dois aguentaram, ele pelo esforço físico que aplicava naquilo, ela pela maneira bruta e veloz que tinha sua xoxota “violentada”. Com uns 10 minutos do início da penetração do VD, percebi que ele já entrava com mais facilidade, ela aparentemente havia tido um orgasmo, lubrificando mais a penetração e relaxando, ele, percebendo que havia menos resistência pela vagina, que é bem apertadinha, aumentou a violência das estocadas, puxava ela, ora pelas ancas, ora pela cintura, fazendo muita força e metia com a nítida determinação de arregaçar o útero dela (posteriormente ela confessou que tinha a impressão de estar levando socos de um punho que entrava lhe rasgando a buceta a toda velocidade, e só parava ao bater violentamente no útero, para repetir e repetir, furiosamente os golpes), ela fez um gesto, para que eu me aproximasse e falou ao meu ouvido, imaginei que iria pedir para ele parar, na realidade, vendo que a fila aumentava, apenas disse que quando ele acabasse ela não iria fazer com mais ninguém. Com uns 5 minutos do orgasmo dela, ele gozou escandalosamente, enchendo a camisinha, e, ela permaneceu ali visivelmente transtornada com o ataque que acabara de sofrer, tive que ajudá-la a se erguer e a vestir-se, praticamente tendo que a carregar para fora do local, podendo perceber que ela tinha as pernas bambas e estava desorientada. A caminho do hotel, ela ainda em transe, confirmou minhas suspeitas, pela primeira vez na vida havia gozado com outro homem. Parecia envergonhada por ter tido um orgasmo naquela situação, que era praticamente um estupro, ela relutava em detalhar o que havia sentido. Chegamos ao nosso hotel, e ele foi tomar banho, embora eu tivesse uma enorme vontade de transar, com minha mente invadida por flashs daquele trepada cinematográfica, imaginei que ela não aguentaria mais nada e fiquei quieto mexendo em meu notebook, ao sair do banho ela veio até meu lado nua, ficando de cócoras para procurar uma calcinha em sua mala, vendo aquele corpo lindo, não resisti, e corri suas costas com a mão, passando pela sua bunda, e atolei um dedo na bucetinha dela, que estava quente como uma brasa. Fui surpreendido por um gemido dela seguido de um estremecer de seu corpo, e uma ordem "quero que coma meu cuzinho", fiquei louco com aquilo, depois de ter sido "violentada" ela queria fazer sexo anal comigo, atendi prontamente seu pedido. A posicionei como se fossemos fazer o tradicional "Frango Assado", mas em sua vagina coloquei o vibrador que sempre carregamos conosco, lubrifiquei seu rabinho, encaixei meu pau ali e violentamente, tentando imitar (na medida do possível) o tratamento que ela recebera 30/40 minutos antes, iniciei a penetração anal, enquanto eu enterrava meu pau inteiro em uma maravilhosa penetração anal, sua xoxota estava preenchida com o consolo, a cada estocada naquele rabinho apertado, eu empurrava com meu púbis o vibrador inteirinho em sua vagina, foi nessa dupla penetração que ela teve um orgasmo super intenso, não demorei muito e a segui gozando em múltiplas golfadas em seu rabinho delicioso. Tomei uma rápida ducha, e ao voltar para cama ela me atacou chupando meu pau com determinação, até que ele estivesse duro novamente, ela me puxou para cama e montou, encaixando meu pau em sua xoxota, que a esta altura estava folgada, e iniciou uma cavalgada digna de uma amazona, eu podia sentir sua buceta ardendo, literalmente, era uma temperatura que eu nunca tinha sentido nela, perdi a noção de quanto tempo ficamos transando, eis que estávamos alucinados com tudo que ocorrera naquela noite, até que ela anunciou outro orgasmo, gozamos juntos, ela se deitou sobre o meu peito sem tirar meu membro de dentro, e me beijou até adormecermos. No dia seguinte, depois de muita conversa ela me confessou, que na noite anterior, sentira um conflito enorme, entre o quanto aquele ato, de ser oferecida, e se deixar possuir como um animal, na frente de todos, a fazia se sentir transformada em um simples objeto sexual, e como essa mesma situação, e o fato de possuída violentamente por um e desejada por outros tantos, lhe dera a maior excitação que já havia sentido. Ainda com vergonha, disse que o “estupro” pelo “ogro” (como ela passou a se referir a ele) foi, em termos de sexo puro e selvagem, sem qualquer sentimento ou romantismo, a mais radical trepada de sua vida, e complementou, dizendo que este estilo lhe agradou muito, transar alucinadamente, sem dar uma palavra, sem o menor envolvimento. Sexo puro. Fiquei feliz por dois motivos, por ter propiciado essa experiência a ela, e porque, agora era a minha vez, ela não podia mais me negar o direito de também ter experiências com outras mulheres. Mas isso é outra história, (quem sabe ela escreve).
(fotos reais)
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