Corneando numa boa,

Por: ipsilon-trianda-2 11/07/2026 173706 leituras
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Corneando numa boa.

- Porra João tira, tira, tira logo!!! Caralho cara olha quem está chegando, o meu marido.
- Foda se Maria, agora eu não vou parar...porra já estou quase gozando.
- Então mete rápido safado, meu cu está ardendo.
- Você é uma vadia mesmo, já gozou horrores nessa bucetona, já engoliu monte de porra e... porra a parte que mais gosto...não vai me sacanear não!!!
Foi um apressado vai e vem naquela sacada do casario, a Maria se segurava para não gemer mais alto e rebolava feito sambista, adorava aquele monstra atolada do rabo, a foda não seria boa se não se sentisse cheia de porra.
- Caralho João...aaaaiiiii, porra to gozando feito a mimosa, rsrsrsrs. Finca até o talo essa mandioca.
- Se você me desconcentrar demoro mais dentro dessa arrombado...deixa o corno nos ver.
- Ta louco homem, nos mata, mete rápido filho de uma quenga.
Atarracado naquele rabo grande e negro ele se deliciava e segurava o gozo, adorava aquela situação de perigo, ficava mais excitante.
- Se esse corno subir...vou enrabar ele também.
- Se cala homem e fode, ce é bom de cacete, adoro essa branquela no meu cu. Rebolou frenética enquanto com o rosto entre as balaústras espiava o marido que apeava do cavalo e disse.
- João ce tá de sacanagem, já senti esse cacete estufar duas vezes e oce não gozou, vou te deixar na mão...fode meu delicioso, minha buceta esta pingando, ela quer mais dessa mandioca.
- Então vou gozar aqui e dar uma moscadinha nela, que acha minha safada?
- Ce é louco mesmo, só muda um pouquinho e despeja esse leite nela, faz isso. Foi uma operação arriscada, mas ele resolveu dar umas boas estocadas que tirou som daquela bunda enorme e...
- Tooo too gozandooo, uuuaaaiiii que cu delicioso.
Foi bem na hora.
- Maria cadê ocê minha flor de formosura? Gritou o marido.
O João já estava atolado dentro daquela bucetona alagada e ela resmungou.
- Que porra de homem, isso é hora de voltar. João vou ter que descer.
- Caracas, responde baixinho, vou gozar rapidinho.
- Num da seu porra ele vai olhar...aiaiaiai caralho to gozando...voce é foda.
- To descendo amor. Disse a meia voz assim que viu o marido pegar o arreame para guardar. – Mete logo filha da mãe, meteteee, porra to gozando demais.
- Que buceta se tem, cruz credo como é boa, minha caceta ta atoladinha, pelo com pelo.
De novo o marido.
- Veja amor, trouxe um presente pro ce! To chegando fofura.
Os dois se arvoreceram e Maria beijou o danado de chupar a língua e depois a marvada pela qual ela traia o marido, sugou toda porra, beijou e levantou a roupa e escutaram os passos do corno no corredor.
- Ve se enfia atrás do armário e logo. Sorriu. Branquelo delicioso.
- To aqui amor. Saiu pela porta da lateral do quarto. Ele sorriu feliz e disse.
- Minha neguinha eu trouxe um perfume pro ce, veja que cheiro bom.
- Hummm! Você tem gosto. Se beijaram e ele disse sorridente.
- To com tanta vontade que senti o gosto da bixinha (xaninha) ai nos seus lábios.
- Eita homem arretado, nem bem desapeou e já quer montar de novo. Riram e ele já vou desfazendo da roupa e a safada não esperou para segurar naquela vara negra que de tão grande ficava pouco mais de meia bomba. – Ce tem um cacete de jegue e isso faz minha buceta baba, veja só como ta a tadinha, cheia de saudade?
Levou a mão dele para sua melecada buceta.
- Tá mesmo arretada e chega ta escorrendo, deixa eu aproveita isso.
Caiu de boca naquela bucetona, a língua enorme tirava gemidos e gritinhos da esposa que olhava desavergonhada para o amante que espiava por detrás do armário e disse.
- Homem se é bom demais, já pensou se existisse dois assim, me mataria para ter juntos numa mesma fodelancia, hahahaha, caralho meu nego, se ta fazendo eu gozar.
Ele ajeito a vara enorme e disse.
- Se é uma mulher de respeito e num deve nem falar uma bestagem dessa, ora, oras, igual a minha é só mesmo a do João, precisa ver o danado quando tira a baita pra urinar, cruz credo, acho que é maior que aminha.
- Agora é ocê que está falando bestagem, jamais aquele branquelo pode ter uma vara maior que a sua.
Ele direcionou a manjuba negra para a alagada buceta, deslizou suave até encostar os pelos, deu algumas estocadas, gemeu e disse.
- Ele tem a metade da minha idade, se muito um ou dois anos mais que ocê, ta com todo vapor. Mais algumas estocadas e gozou.
- Porra meu homem, só o ce mesmo para ter tanto leite, minha buceta está transbordando. Mentirosa, a vadia já estava alagada.
Ele a beijou feliz e disse.
- Você é uma formosura e tá na flor da idade...sou muito feliz por ter você como companheira. Beijou aqueles lábios grossos e sensuais. Num se acanhe em dizer se quer algo mais. Sorriu. Quem sabe um dia num faremos uma beberagem aqui e convidamos o branquelo, você vai se assustar, rsrsrs.
- O ce me satisfaz e muito, mas...se quiser fazer isso um dia, sei lá como vai fazer pra trazer ele aqui...aquilo é arisco como esquilo, rsrsrs, mas fico até imaginando isso que falou, num é possível que o branquelo seja maior que o seu, num é mesmo. Espiou rapidinho e viu o danado do branquelo balançando sua mandioca bem atrás do marido dela, fez ar de riso e beijou o marido. – Igual a sua num é, tem sabor e jorra leite igual teta de vaca. Vamos descer e comer alguma coisa, estou esfomeada.
Saíram e o João pode descer pela escada lateral e de la do terreiro gritou.
- Ei seu Jeremias, ta em casa?
O homem se arrumou nas roupas e respondeu.
- Se achega menino João, nós tava falando de você.
A mulher se aproximou do marido e o beliscou, ele sorriu com o aperreio da esposa e desconversou.
- Veja se assentar que a minha Maria vai passar um café.
- Fica pra outra hora, só quero saber se devo banhar a mula.
- Faça isso. Maria por traz do marido sorriu para o amante e fez um gesto com a mão, mostrou dois dedos, os dois.
- Parece que o senhor está feliz, fez bom negócio na rua.
Orgulhoso o homem olhou para a esposa que estava colocando a água no fogo.
- Tenho tudo para estar feliz, dinheiro, terra, amigos e uma linda mulher, que mais um homem pode desejar.
- Tem razão, eu desconheço quase tudo, não tenho terra e menos ainda dinheiro, mas tenho amigos, isso é bom.
- Tem que arrumar uma mulher, bonita igual a minha, não acha ela bonita?
O safado estava armando o jogo que outro colocou no tabuleiro e agora ia mexer na pedra certa.
- Quem tem uma beleza dessas só pode ser feliz, num tive ainda a minha vez, espero que chegue esse dia.
Maria sorriu ao ver que amante estava colocando as coisas no lugar, e passou a mão no meu da perna molhada de porra e lambeu olhando para o safado.
- Acho que deve deixar a mula pra depois, tome um café e vamos conversar, quero sua opinião para um presente que quero dar pra minha esposa.
O safado pousou a mão na mandioca que estava querendo reagir e notou que o patrão olhou aquele gesto.
- Bem se é de sua vontade vou esperar esse café, se isso não for atrapalhar dona Maria, as mulheres bonitas gostam de estar sossegadas com seus homens.
- Num faz o menor atrapalho, na verdade eu e o meu marido já conversamos um bocadinho. Disse sorrindo e homem estufou o peito.
- Foi sim, um bom dedo de prosa nós tivemos, acho que vai ser bom ter você aqui, num é fofura?
- É sim, mas enquanto os homens tomam café e papeiam, eu vou me banhar.
Saiu rebolando aquele bumbum de tanajura, deixou os dois babando. Demorou o tempo preciso e voltou toda faceira num vestido florido que deixava uma parte da coxa a mostra, seus peitos grandes e duros pareciam querer rasgar aquele pano e pular naquelas bocas avidas e famintas, abraçou o marido por detrás e piscou para o amante.
- Sente o perfume meu homem, delicioso num acha?
O marido cheirou o cangote dela e respondeu.
- Me arrepiou de tão bom! Senta aqui no meu colo para que eu possa cheirar mais.
Mais uma piscadela e se soltou o corpo naquele colo e sentiu que o marido estava no ponto, sua mandioca tomava forma de jiboia.
- Tu tá demais minha neguinha, inda mais nesses panos.
O malandro do joão se levantou sabendo que a marca da sua roluda já endurecendo ia marcar a roupa e disse.
- Vou deixar o casal a vontade. Notou que os dois olharam para sua cintura e deu um passo rumo a porta.
- Você num quer sentir o cheiro do perfume que dei a ela?
Quase empurrou a mulher que se fez de acanhada.
- Homem! Homem! Num ta vendo que o branquelo esta avexado.
- Num vai fazer uma desfeita dessa pra minha mulher, ou vai?
O corno era brabo. – Nem pensar, se aproximou e de longe sentiu o perfume e fez muitos elogios e o marido disse. Vamos tomar uma caninha em comemoração a isso. Depois de umas duas o homem abriu o jogo dizendo.
- Tu saber que se for preciso eu mato um cabra, e agora o que vou dizer morre aqui, entendido!?
Os safados fizeram cara de espanto, e mais quando o homem pediu.
- João quero mostre sua coisa...porra...o cacete para ela.
Ficou um meio clima tenso, mas a cachaça e a insistência caíram como luva para os safados.
CURIOSOS!!!!!!
Se gostarem continuarei, beijão a todos.

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