Eu e minha esposa somos míssíonáríos de uma igreja evangélica,e fomos para o nordeste como voluntários de um projeto que tinha como objetivo evangelizar uma comunidade quilombola,eu tenho 50 anos e ela 45,temos duas filhas casadas, nos moramos sozinhos,somos do rs. Ela uma mulher alta e bem branquinha mas não é loira,muito conservadora e casou virgem,fomos morar em uma cidade que fica a cinco kms do quilombo,na primeira visita descobrimos que não chega carro na comunidade parte do trajeto tem que ser a pé ou de charrete,então combinamos com o ancião lider que ele mandaria alguém nos pegar e assim foi feito,quem sempre vinha era o "Juma"(apelido)era um rapaz feio com caractéristicas rudes e a cor da pele muito escura de poucas palavras e cheiro forte de trabalhador braçal porém ,muito pontual,sabiamos pouco sobre ele,morava só em uma chopana e tinha poucos amigos,três meses depois eu não podia ir para o quilombo pois tinha que cuidar de atividades na igreja, eu levava minha esposa até o lugar e juma levava ela e trazia da comunidade, até o local e eu ia pegar ela e trazia de volta pra casa,e já se passava cinco meses nessa normalidade,então uma noite aconteceu um fato que mudou minha vida para sempre,eu acordei no meio da noite com minha esposa gemendo como quem estava gozando, eu fingi que estava dormindo, mas ouvi claramente ela falar o nome juma,dessa noite em diante eu mudei completamente tentando entender aquela cena,não era possivel uma esposa conservadora,evangelica,mãe de familia, esposa de um pastor, fiel,podece se masturbar em um ato pecaminoso,e pensar em outro homem,então eu fiz um teste com ela ,comprei uma revista de sexo em que uma mulher branca transava com um negro, e coloquei em um quartinho que tinha no quintal da casa, cheio de tralhas que foi do antigo morador, pois eu sabia que ela ia fazer uma limpesa no local,pra minha surpresa a revista desapareceu e depois a encontrei dentro de uma gaveta que só ela abria,foi ai que eu comecei a desconfiar e observar melhor a minha esposa,nossa vida sexual ia norma uma ou duas veses por mês, pra que tem 27 anos de casados,certa noite no calor da transa eu tive um pensamento estranho,eu fantasiei ela transando com um negro,eu fiquei com muito tesão e gozei como nunca,e toda vez era isso,nossa vida sexual melhorou 100%, porém certa vez quando o juma foi buscar ela eu notei um olhar malicioso dela sobre ele,então resovi seguir os dois, como eu já conhecia o trageto, liguei o carro como se eu fosse embora, mas parei mais na frente e voltei a pé por uma vereda que tinha,e fui seguindo de longe,mais adiante tinha um velho engenho de cana de açucar abandonado,e a charrete estava parada ao lado,com muito cuidado me aproximei e ouvi um gemido de mulher, era minha esposa de perna aberta e o negro juma com um cacete que parecia um braço atolado na boceta dela,eu em vez de ficar com raiva, fiquei com um tesão descomunal meu pau ficou tão duro que doia na cueca,e bati uma punheta e gozei feito um cavalo,quando ouvi ela pedir pra ele gozar fora,ele obedeceu e gozou em cima de uma telha,ela gozou duas veses pois o tempo era curto,se vestiram e sairam, quando já estavam longe,fui no local e vi o equivalente a meio copo descatavel de gala grossa em cima da telha,seti o cheiro da gala meu pau ficou super duro em saber que ele comeu o boceta branca da minha esposa,comecei a bater punheta de novo, fiquei tão louco que lambi toda a gala da telha,não sou homosessual,foi uma tara que não sei explicar,e hoje eu fico sonhando chegar a sexta feira, pra levar minha mulher para os braços do negro juma, comedor da boceta branca da minha esposa com seu caralhão preto e deixar uma telha cheia de gala grossa para o corno aqui lamber e bater punheta com meu cacetinho de corno.
corno de negro quilombola
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