No outro dia, quase 11 horas um carro para na frente do portão e buzina me chamando, era ele, já fiquei nervoso, ele desceu do carro e veio até o portão que minha tia já estava abrindo, ele chamou ele pra entrar e começaram a conversar, perguntou onde era a casa, ele informou que era um apartamento, deu endereço, que provavelmente iríamos passar a tarde jogamos game, e me traria a noite. Ele estava bem. Arrumado, falou que teve que passar no trabalho antes, por isso demorou (essa parte não era mentira) justificando tbm a ausência da sua “esposa”, conversaram bastante, tomou café, e falou -melhor irmos, pra não voltar muito tarde, trocaram número de telefone, caso acontecesse alguma emergência, e fui em direção ao carro, não olhei pra trás como estava nervoso, achei q ela poderia perceber algo, quando dobramos a esquina ele falou -Pode respirar, vc está muito tenso- seguimos direto pro apt dele, 10 min já estávamos lá, prédio bonito, de frente pra praia, estava bem ensolarado, o quarto estava com o ar ligado, e bem silencioso, tão silencioso que perguntei pq, ele falou que por ser próximo da praia as janelas eram anti-ruidos, que eu poderia gritar e rio desabotoando a manda da camisa que estava
- Quer beber alguma coisa, suco, refrigerante, já que álcool vc n pode pela idade.
- Ué, álcool eu n posso mas mentir pra vir aqui fazer outras coisas pode? Kkkkk
- Quer algo mais forte? – perguntou rindo
- Pode ser refrigerante.
O apartamento era enorme, sala grande, cozinha grande, uns 3 quartos (não olhei todo o apartamento), olhava ao redor enquanto ele passava a mão pela minha costas e apalpava minha bunda, o pau já marcava embaixo da calça mas eu ainda estava nervoso pela adrenalina da mentira e de estar ali com ele. Tirou o copo da minha mão, e começou a me beijar apertando minha bunda firme, durante a conversa falei pra ele que não era muito “carinhoso” , quando ele colocou a mão na minha nuca, segurou meu cabelo e beijou meu pescoço fiquei mole, ele foi me encaminhando na direção do quarto me abraçando por trás, sentia o pau na minha costa, já no quarto ele tirou minha camisa, e voltou a me beijar enquanto tirava a dele, enfiou a mão por dentro da bermuda e apalpou forte minha bunda, me virou e me inclusos sobre a cama (que era bem alta) deixando minhas pernas pra fora, abaixou minha bermuda e deu um tapa na minha bunda que ficou a marca dos dedos dele, afastou as negadas com a mão e enfiou a cara no meu, lambia, beijava, mordia minha bunda, chupava forte, não só com aponta da língua, empinava a bunda deixando fazer o que queria, ele foi aumentando a força mostrando que iria me fuder mesmo, segurando pelos meus cabelos me fez levantar da cama e abaixar na sua frente, parecia que a calça iria estourar, comecei a abrir a calça dele e a cueca já estava melada de líquido lubrificante, abaixei a cueca e o pau pulou pra fora batendo no meu rosto.
-18cm? – perguntei sem acreditar
- Não quis assustar vc – clamente o pau tinha pelo menos 20 e bem grosso – põe a língua pra fora – quando coloquei, ele segurou na base do pau e veio pra frente fazendo uma gota de lubrificante pingar na minha língua, pau brilhava de tanta baba, coloquei a cabeça na boca e suguei toda baba e comecei a tentar mamar, o tronco era mais grosso do que a cabeça, não entrava na boca, ele segurando com as duas mais na boca ficava controlando 1/3 do pau dentro da minha boca (o restante não entrava mesmo), eu mamava o que podia, ele intercalava o pau e enfiava dois dedos até o fundo da minha garganta e voltava a enfiar o pau, batia na minha cara e mandava abrir a boca, estava com o rosto quente já de tanto apanhar, ele segurava minha nuca e enfiava os dedos até o fim esperando eu me engasgar, me levantou novamente pelos cabelos, me segurando firme pincelou o pau no meu cu já tentando forçar – Assim não! – gritei já em desespero – E muito grosso, não entra assim – ele pegou o lubrificante e deitou na cama, passou bastante no pau e me mandou sentar, fui pra cima dele, e comecei a TENTAR sentar, fazia um tempo que eu n dava, e cada milímetro estava doendo bastante, ele apertava meus mamilos com força até começar a mamar, fiquei uns min até entrar a cabeça, mas quando chegou na parte mais grossa, não conseguia descer, ele dava leves estocadas enquanto segurava meu rosto vermelho, meu pauzinho doia e babava de tão duro, ele tentou pegar quando segurei a mão dele e coloquei na minha cintura, acho que ele chegou no limite do tesão dele, me virou na cama e passou bastante lubrificante no pau dele e no meu cu – empina – mandou dando um tapão na minha bunda, engatou a cabeça e entrou até onde já havia entrado, deitou sobre mim e ficou me comendo com a primeira parte do pau, na terceira estoca senti ele entrar mais e cu abrir, queimava, ardia, e sentia ele entrar e sair, e não estava nem na metade ainda, a cada estocada ele afundava mais, me segurando, eu já estava sem ar com ele em cima de mim me segurando e por causa da dor, até que senti ele entrar todo, ele ficou parado dentro de mim enquanto gemia e pedia pra ele tirar, tentava me soltar, mas ele segurava minhas mãos e fazia peso em cima de mim – Tá doendo? – falou tirando o pau quase todo e afundando de uma vez me fazendo ver estrelas, meu corpo tremia inteiro, me arrancando um grito fino – Tá doendo? – e fez novamente me fazendo gritar algo – Pode gritar, grita! – falava ele dando estocadas violentas, segurando minhas mãos ele levantou o corpo, e começou a meter, eu gritava, gemia, tudo ao mesmo tempo.
- Tá doendo? – eu respondi sim – Quer que pare? – eu respondia que não, ele soltou minhas mãos, e eu tentei tampar a boca, o que ele não deixou eu me agarrava no lençol, enquanto ele apoiava suas mãos, uma no meu da costas me fazendo empinar e outra no meu rosto, sentia meu cu arder, a única hora que ele amenizou foi pra passar mais lubrificante, senti o lubrificante ser despejado dentro de mim, estava realmente arrombado, logo em seguida ele já afundou até o fim, sentia os ovos, cada vez q ele metia – Abre a bunda! – usei as mãos e afastei a bunda, ele lentamente começou a olhar o pau sumir e aparecer dentro de mim, aumentando a velocidade, larguei a bunda pq estava indo mais fundo, ele bateu na minha cara – Segura a bunda viadinho – segurei e se eu gritava agora eu estava mais gritando ainda mais, de tanto levar rola estava quase gozando sem tocar, comecei a afastar mais a bunda e empinar ainda mais, gritando feito uma garota – Eu viu gozar, eu vou gozar! – ele metia mais forte, e enquanto eu gemia ele urrava feito um urso, cravou o pau até o talo, senti o pau dele pulsar gozando, enquanto meu cu contraia gozando junto, sentia meu cu de porra, senti a porra vazar com o pau dele dentro de mim, meu corpo tremia e ele tendo os últimos espasmos. Ele deitou só lado e deu um tapa na minha bunda -Era essa surra que vc queria levar ? – fiz que sim, com cara de dor levando a mão até a bunda e rindo sem graça.