Naquela tarde de três meses atrás, o sol batia forte na janela da sala. Caio chegou sem avisar, como sempre. Matheus estava no trabalho. Ludmila abriu a porta de short jeans curtinho e uma blusinha fina, sem sutiã. Os bicos rosados marcavam o tecido.
- Oi, cunhado... entra. O Matheus só volta mais tarde.
Ela ofereceu café. Quando passou a xícara, a mão dela deslizou devagar pela dele, apertando de leve. Caio sentiu o pau latejar dentro da calça na hora. Aqueles peitinhos pontudos, o pacotinho da bucetinha marcando o short justo... porra, ele ficou doido. Tomou o café rápido, disse que ia embora, mas quando ela se aproximou para se despedir, ele não resistiu. Puxou ela pelo braço e a abraçou forte.
Ludmila não recuou. Pelo contrário. Se grudou nele, ergueu o rosto e colou a boca na dele. O beijo começou quente, línguas se enrolando, saliva misturando. Caio sentiu os peitinhos duros dela apertando contra o peito. Seu cacete já estava trincando de duro, roçando na barriga dela.
- Porra, Lu... você tá me matando faz tempo – ele murmurou entre beijos.
- Eu sei, Caio... eu quero você. Quero pra caralho – ela respondeu, a voz já rouca de tesão.
Eles trombaram na mesa, nas cadeiras, se agarrando desesperados até cair no sofá da sala. Caio puxou a blusinha dela para cima. Os peitinhos brancos saltaram, bicos rosados duros como pedrinhas. Ele abaixou a cabeça e mamou um inteiro, chupando forte, mordiscando o bico enquanto a mão apertava o outro. Ludmila gemeu alto, arqueando as costas.
- Aiiiii, caralho... mama mais, cunhado... chupa esses peitinhos que são seus agora...
Ele desceu a mão e agarrou o shortinho. Tirou com dificuldade, o tecido apertado grudando na pele suada. A calcinha azul fio-dental estava enterrada no rabinho dela, marcando a bundinha branca. Caio virou ela de costas, ajoelhou e começou a lamber aquele rabo delicioso. Beijou as nádegas, lambeu a pele macia, enfiou a língua no fio da calcinha, sentindo o cheiro e o gosto dela misturado com suor.
- Que cu gostoso, porra... sua cunhadinha safada – ele rosnou, puxando o fio para o lado e lambendo o cuzinho enrugadinho.
Ludmila tremia, empinando a bunda para ele.
- Lambe meu cu, Caio... ai, que delícia... você é louco...
Ele tirou a roupa rápido. O pau babando, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando. Ludmila sentou no sofá, puxou ele de pé e engoliu a pica até o fundo. Mamava com fome, babando nas bolas, chupando uma de cada vez enquanto a mão batia punheta no eixo grosso.
- Caralho, que pauzão... gostoso demais... quero ele todo na minha boca – ela disse entre chupadas molhadas.
Caio deitou ela, arrancou a calcinha azul e abriu aquelas coxas branquinhas. A bucetinha depilada brilhava de tesão, grelinho inchado pedindo atenção. Ele enfiou a língua, lambendo o clitóris em círculos rápidos, chupando os lábios carnudos, depois desceu e furou o cuzinho com a ponta da língua.
- Aiiiii, meu Deus... chupa minha buceta, Caio... lambe meu cu... tô louca de tesão!
Eles montaram um 69 perfeito. Caio embaixo, devorando a bucetinha molhada enquanto ela engolia o pau dele até a garganta, babando, engasgando de tesão. Gemidos abafados enchiam a sala.
Depois de minutos naquela loucura, Ludmila se ajoelhou no sofá, empinou a bundinha e olhou para trás com olhos pidões.
- Vem, cunhado... me pega. Enfia essa pica grossa na minha bucetinha.
Caio se posicionou atrás, esfregou a cabeça do pau na entradinha quente e molhada, depois empurrou devagar. Centímetro por centímetro, sentindo as paredes dela apertarem.
- Ahhh... que delícia... tá entrando todinho... me fode gostoso, cunhadinho!
Ele começou a bombear, primeiro lento, depois mais forte. O som de pele contra pele ecoava. Ele segurava os quadris dela, metendo fundo, batendo as bolas na buceta.
- Porra, Lu... sua buceta é tão apertada... tô comendo a mulher do meu irmão... que tesão do caralho!
Ludmila gemia desesperada, o rosto enterrado no sofá.
- Mais forte... me arromba... aiiiiii, aiiiiii, caralho... tô sentindo você no fundo... vou gozaaaaar!
Ela tremeu inteira, a bucetinha contraindo forte no pau dele, esguichando um pouco de tesão. Caio não aguentou. Enterrou até o saco e gozou forte, jatos grossos enchendo a bucetinha da cunhada sem camisinha nenhuma.
- Tô gozando dentro de você... toma meu leite, vadia...
Eles caíram ofegantes no sofá, corpos suados colados.
Desde aquele dia, virou rotina. Sempre que Matheus saía para trabalhar, Ludmila mandava zap: “Vem logo, tô molhada pensando em você”. Caio ia correndo. Às vezes comia ela na cozinha, outras no quarto do casal, outras no banheiro. O tesão só aumentava.
Numa manhã, duas semanas depois da primeira vez, Caio chegou cedo. Ludmila estava de baby doll transparente. Mal fechou a porta e já estava de joelhos chupando ele.
- Quero seu pau na minha boca todo dia... me usa, cunhado.
Ele fodeu a boca dela com força, segurando os cabelos longos pretos como rédea. Depois jogou ela na mesa da cozinha, abriu as pernas e meteu fundo na buceta encharcada.
- Que bucetinha gulosa... tá sempre pronta pra mim, né?
- Sim... sou sua putinha agora... fode mais... me enche de porra!
Os gemidos dela eram desesperados, quase soluços de prazer. Caio metia com tudo, batendo o pau no fundinho da buceta. Gozaram juntos de novo, ele enchendo ela.
Mas o cu dela era o próximo nível. Uma tarde, depois de chupar ele até quase gozar, Ludmila se virou, empinou e pediu:
- Agora quero no meu cuzinho... vai devagar primeiro, mas quero sentir você me arrombando.
Caio cuspiu na rola, esfregou na portinha enrugada e foi empurrando. Ludmila gemia alto, mordendo o braço.
- Aiiiiii, caralho... tá abrindo meu cu... dói gostoso... enfia mais!
Quando entrou todo, ele começou a bombear devagar, depois mais rápido. A bundinha dela apertava o pau como um punho quente.
- Que cu apertado... porra, Lu... tô fodendo seu rabinho... que delícia!
Ela se tocava no grelinho enquanto ele metia.
- Me fode o cu... sou sua vadia... goza dentro do meu rabinho, por favor!
Caio acelerou, segurando a cintura fina, metendo com força bruta. Ludmila gozou primeiro, o corpo todo tremendo, cu piscando no pau dele. Ele explodiu logo depois, enchendo o intestino dela de porra quente.
- Toma tudo... seu cu tá me ordenhando...
Eles ficavam horas assim. Às vezes ele filmava de leve com o celular, só pra rever depois. Ludmila estava apaixonada, isso era claro. Olhava pra ele com aqueles olhos brilhantes, sorria diferente. Matheus não desconfiava de nada. Saía cedo, voltava tarde, e a mulher dele era comida pelo irmão no sofá, na cama, no chão da sala.
Numa tarde quente, Caio chegou e encontrou ela só de calcinha, de quatro na cama do casal.
- Vem logo... tô louca pra sentir sua pica grossa de novo.
Ele tirou a roupa, deitou atrás e enfiou na buceta sem aviso. Metia forte, batendo fundo.
- Aiiii, aiiii, aiiii... assim... me rasga... tô viciada no seu pau!
Depois trocou pro cu, alternando buracos. Ludmila gemia sem parar, voz rouca:
- Fode os dois... buceta e cu... sou sua putinha particular... goza onde quiser!
Caio gozou na boca dela dessa vez. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios.
- Delicioso... quero mais... sempre mais.
Três meses se passaram assim. Encontros furtivos, trepadas intensas, segredos sujos. Caio sabia que era perigoso, que podia destruir a família do irmão. Mas Ludmila era gostosa demais, o tesão falava mais alto. Ela gemia o nome dele enquanto gozava, apertava ele dentro dela, pedia pra ele gozar dentro. E ele fazia. Todo dia que podia.
A paixão dela crescia. Num dia, depois de uma foda especialmente braba no sofá, ela abraçou ele forte, suada e com porra escorrendo pela coxa.
- Eu te amo, Caio... sei que é errado, mas não consigo parar. Quero você sempre.
Ele beijou a testa dela, sentindo o pau meio duro ainda roçando na bundinha.
- Eu também tô louco por você, Lu. Essa buceta e esse cu são meus agora.
Eles sabiam que era complicado. Mas enquanto o tesão queimasse daquele jeito, ninguém ia parar.