Da mensagem ao cinema

Por: gabriel-310 • 11/07/2026 • 17412 leituras
Capa do conto
“Olá, tudo bem?
Sempre tive curiosidade de conhecer um cinema porno. Tenho adiado satisfazer esta minha fantasia, por medo. Sempre tive medo de entrar no cinema e ser forçada a fazer sexo com os homens com os quais eu não quisesse, embora adore sexo de todas as maneiras, odiaria ser forçada a faze-lo. Mas ao falar disso a um amigo, ele mostrou-me os teus contos aqui, e desafiou-me a falar contigo, para saber mais detalhes e realizarmos esta minha fantasia. Percebi pelos teus contos que, dentro do cinema, por norma, os homens respeitam o limite de cada um, e não farão nada que eu não queira.
Gostaria de falar um pouco mais contigo, espero que aceites.”
Esta foi uma das mensagens com que me deparei a abrir o email do site, à qual respondi afirmativo e deixei o meu contacto. Passado uns dias recebo um telefonema, a pessoa apresenta-se e esclarecemos todas as duvidas que tinha. Despedimo-nos mas não sem antes dizer que precisa; de pensar, de falar com o amigo, etc.. Passaram-se mais uns dias e recebo um sms, a pedirem-me as coordenadas exactas do cinema, pois iam lá essa noite, 22h e a convidarem-me a estar presente, sentar-me na fila atrás deles garantindo que só interagiria se fosse convidado a tal. Indicações dadas, com total disponibilidade de ajuda para qualquer eventualidade, e que estaria no café até eles entrarem, e assim também poderiam saber quem era. Chegaram 5 minutos depois do filme começar, e subiram directamente, fazendo-me sinal para os acompanhar. Ao chegar na porta ainda hesitaram, mas não voltaram atrás. Entraram e sentaram-se e eu fiz o mesmo de seguida. Ela ficou numa ponta, para ninguém sentar-se ao seu lado, o seu amigo sentou-se ao seu lado protegendo-a e eu sentei-me atrás dela coma havíamos combinado. Ela começou a olhar para todos os lados a ver o que se passava. Era a única mulher na sala. Também não existiam muitas pessoas, maioria gays chupando-se uns aos outros. Quando finalmente se acalmou começou a prestar atenção ao filme, e pelos movimentos vi que estavam a ficar excitados. Ela já tinha a saia completamente subida e ela a mão no meio das pernas dela. A excitação dela deveria ser tanto que se ouvia os dedos dele nos seus líquidos. A festa ia animada entre os dois quando eles começam a segredar um ao outro, e logo ela levanta a blusa mostrando os seus seios, enquanto ele lhe chamava de putinha safada, e incentivava a mostrar mais os maravilhosos seios que tinha, ela estava excitadíssima e ia olhando para trás para mim a sorrir, e eu retribuía e incentivava também, até ao momento que ela me convidou a participar. O amigo continuava a chamar-lhe de putinha safada ao que ela respondia que sim, que se estava a sentir uma verdadeira puta. Enquanto isso eu comecei a beijar-lhe o pescoço e a apalpar-lhe os seios, não demorei muito a levantar-me e a passar para o corredor para os poder por na boca enquanto ela procurava o meu pau, não demorou muito a ficar com os dois na mão. Deslocaram-se ambos uma cadeira e sentei-me ao lado dela, tinha agora ela dois paus na mão e duas mãos na cona que pingava. Inclinou-se e começo a chupar o amigo, enquanto eu a acariciava, depois trocou, ficou nisso um pouco até que nos pediu que nos puséssemos ambos em pé, para nos poder chupar mais facilmente. Dois homens aproximaram-se e ficaram a ver e a masturbarem-se, na esperança de serem chamados, mas não aconteceu, ela fez-nos vir os dois na sua boca e saímos os três para um motel. Ela estava tão excitada que pediu que lhe comêssemos o cuzinho ainda virgem. Depois de várias posições saímos os três com a promessa dela de querer repetir, mas diz que da próxima vez gostava de ficar de 4, para quem quiser a foder, mas com segurança claro e nós os dois como seus protectores. Não vejo a hora de ela voltar…

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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