Dando de Mamar à Filha

Por: marcos-384 • 24/07/2026 • 2633 leituras
Capa do conto

Olá a todos, meu nome é Luiz Gustavo (pode ser falso), sou dermatologista e tenho 32 anos. Bem, acho pouco provável de que algum conhecido vá ler este relato, mas tomarei medidas para proteção de todos. Então, tenho o corpo definido devido à minha frequência na academia durante a faculdade, mas agora vou apenas duas vezes na semana. Sou alto, branco, moreno e barba aparada bem rente ao rosto. Aos 21 anos, arrumei uma namorada e por um descuido com a camisinha, acabamos tendo uma filha, a Bianca. Meu relacionamento com a mãe da minha filha durou apenas 5 anos, pra falar a verdade nós não gostávamos de verdade um do outro, nós até nos dávamos bem, éramos amigos, mas entramos no relacionamento por causa de Bianca mesmo. Até que chegou um dia onde um disse para o outro ir viver a vida. Assim, seguimos em frente, eu curtindo minha solteirisse enquanto fazia faculdade e a mãe de Bianca, arrumando um novo namorado na qual realmente gostava dela e vice-versa. Bianca, atualmente com 10 anos, é uma menina muito linda, delicada e muito animada, está sempre cantando e pulando pelos cantos da casa. Branquinha, boquinha rosada, o corpo entrando em formação e bem evoluída como a mãe. Sempre fui um pai presente, embora separados, a mãe de Bianca e eu ainda somos amigos. Eu sempre ficava com Bianca quando sua mãe precisasse, mas nunca passava de 5 dias, até porque Bianca e a mãe eram super agarradas uma com a outra. Enfim, a mãe de Bianca casou novamente e foi passar a lua de mel/férias fazendo um passeio pela Europa, assim fiquei designado a cuidar de Bianca pelas duas semanas, talvez até mais. Como nunca tinha ficado com minha filha mais de 5 dias, a mãe de Bianca estava super preocupada, achava que eu não ia dar conta, até que eu disse pra ela relaxar e curtir a viagem, pois estaríamos bem. Assim, levei Bianca para o meu apartamento.Nossos horários sempre batem, Bianca estuda de manhã (às 8h) e eu vou para o consultório neste mesmo horário. Ela volta da escola às 13h e fica com a minha empregada até a hora que eu volto, às 16h. Em vários dias, eu adiantava alguns pacientes e conseguia sair mais cedo, às vezes 14:30 ou então 15h. Assim, chegava em casa, dispensava a empregada e passava a cuidar da minha filha. Assistíamos televisão, jogávamos vários jogos, brincávamos e fazíamos um monte de coisa. Nós sempre dormíamos juntos, até mesmo quando eu trazia ela antes e, sempre tudo normal. Eu não ficava de cueca na frente dela, exatamente para respeitá-la, mas eu sempre andava sem camisa e de short, sem cueca, como costume desde pequeno. Enfim, um dia, algo mudou entre nós. Neste dia, eu estava dando banho em Bianca, então quando fui lavar sua genitália, ela ficou arrepiada e deu um gemido bem baixinho. No momento, eu achei engraçado e fofo, mas depois eu fiquei pensando sobre aquilo.No dia seguinte, aquilo ainda não saía da minha cabeça, fiquei até receoso na hora de dar banho nela novamente. Então, quando eu fazia o mesmo procedimento higiênico na genitália de Bianca, demorei mais enquanto ensaboava sua periquita, queria ver como ela reagiria. Minha filha fechou os olhos e deu um leve gemido enquanto eu ensaboava sua periquitinha e como eu estava curioso pra ver uma nova reação, continuei. Bianca segurou minha mão e disse que estava fazendo cócegas, eu sorri pra ela e perguntei se ela estava gostando, enquanto eu esfregava os lábios de sua genitália, então rindo, Bianca respondeu que estava gostando sim. Fiquei ali esfregando a periquitinha da minha filha por mais um tempo, quando me dei conta, já estava fora de mim, ali eu não estava mais como pai de Bianca, percebi que meu pau estava duro como pedra dentro do short, então tentei disfarçar, mas talvez ela já tivesse visto. Terminei de banhá-la e logo saí me sentindo culpado, evitando trocar olhares com Bianca. Ela agia normal, animada como sempre, mas eu estava me sentindo culpado.

No dia seguinte, enquanto eu dava banho em Bianca novamente, já tinha passado a culpa, eu já estava lá com o dedo na rachinha da minha garotinha. Meu pau já duro dentro do short, estava escapando, quando Bianca virou-se e perguntou: "O que é isso, papai?". Envergonhado, eu disse que não era nada. Naquele dia eu não resisti, me masturbei pensando na rachinha da minha filha. Eu já havia tido uma experiência com uma garota nova, mas a menina tinha 16 anos, era muito mais evoluída.

Num sábado, nós estávamos muito entediados, Bianca estava doida pra ir à praia, pois sua mãe não a levava há muito tempo, então resolvemos ir. Neste dia, a praia não estava tão cheia como de costume, chegamos, montei dois guarda-sóis, coloquei minha cadeira embaixo de um e estendi uma toalha para Bianca ficar brincando na areia, também embaixo do guarda-sol. Passei protetor em nossas peles e ficamos lá por um bom tempo. Eu estava de sunga estampada e Bianca usava um biquíni na qual eu não me recordo da cor e detalhes, mas sei que me privilegiava de ter uma visão ampla de suas nádegas arrebitadas. Depois de um tempo, eu já tinha levado Bianca pra dar um mergulho, já tínhamos comido, eu estava bebendo uma lata de cerveja e Bianca construía um castelo com seu baldinho, ou tentava... Fiquei ali observando minha filha, quando percebi que seu biquíni estava frouxo, deixando sua periquita escapar um pouco, então chamei minha filha e a sentei no meu colo de frente pra mim. Fiquei ali brincando um pouco com ela e fui arrumar seu biquíni. Então, aproveitei que estávamos embaixo do guarda-sol, ajudei a Bianca tirar as areias que estavam no fundo de sua calcinha. Aos poucos comecei a alisar sua perereca, me fazendo ficar excitado. Ela estava já cansadinha, deitou no meu peito e ficou conversando comigo, enquanto isso, meu pau pulsava por debaixo da sunga, pressionando sua rachinha debaixo do biquíni. Olhei para o lado e tinha um cara nos observando, fiquei um pouco receoso, porém nós dois usávamos óculos de sol, então não dava pra ter certeza se ele nos observava mesmo. Não demorou muito e se aproximou uma menina, mais baixinha que minha filha, não sei dizer a idade, mas era bonitinha, moreninha. Ele a puxou para o seu colo, devia ser sua filha, e a colocou com as costas dela colada em sua barriga, abriu um pouco as pernas da menina e começou a conversar com ela. De onde eu estava não dava pra ouvir, mas sei que comentavam sobre minha filha e eu, pois a menina ficou nos procurando, depois apontou e foi repreendia por seu pai que puxou sua mão para baixo. Então vi que aquilo estava começando a ficar muito estranho e como Bianca estava cansada, esperei minha ereção abaixar, arrumamos nossas coisas e fomos para o carro.

Enquanto eu arrumava as coisas dentro do carro, percebi que aquele homem se aproximava de nós. Disfarçadamente, mandei Bianca entrar no carro. O homem se aproximou de mim e se apresentou: "Fala aí, tranquilo?", educadamente respondi "Tranquilo", até apertei sua mão. "Não pude deixar de notar que você tem uma filha, quantos anos ela tem?", perguntou o homem. Dei uma encarada pra ele e respondi: "10 anos, por quê?". "Não, não, é que minha filha é sozinha, a mãe dela é alcoólatra, tenho que cuidar delas, mas ela não tem com o que se distrair...", ele meteu uma história sofrida da filha dele pra no final perguntar se eu não tinha interesse em ir a um churrasco na casa dele. Se fosse qualquer um, eu já tinha mandado ele se afastar, mas ele tinha dito que me conhecia do consultório, tinha feito um tratamento comigo há um ano atrás, me reconheceu e veio falar. Mas eu realmente não confiaria nesse cara, disse que agradecia mas minha filha era muito sistemática e não fazia amizade fácil. Ele insistiu, disse que elas se dariam bem, mas eu realmente não confiaria, disse que ele não a conhecia, pois ela era realmente muito seca (mentira, tudo isso pra afastar o cara). Então a filha dele se aproximou, enquanto ele estava saindo e eu me aproximando da porta do carro. Quando a filha dele chegou mais perto, ele voltou e quis me apresentar sua filha. Disse seu nome, sua idade, mandou ela me dar um beijo na bochecha, elogiou a menina e então, diminuindo o tom a voz, perguntou se eu não tinha interesse. Me assustei, interesse em quê? Isso mesmo, ele queria que eu comesse a filha dele. Me fiz de desentendido e disse que tinha que ir embora. O homem insistiu novamente, disse que podia ser em um local que eu escolhesse, nós trocávamos as filhas e deu um sorrisinho sacana. Imediatamente, com uma expressão séria e com a voz rouca, disse que se ele não saísse de perto de mim, eu o denunciaria. Então o rapaz se afastando disse: "Eu sei que você come sua filha, não adianta fingir!". Ignorei, entrei no carro e saí rapidamente, voltando pra casa. Depois, me lembrei o nome desse homem, Rodolfo Al***, ainda tinha a ficha dele.

Enfim, acho que perdi um pouco o foco. Desculpem-me. Voltando, eu estava a cada dia mais atraído por minha filha, eu tentava, mas não resistia a ela. Então, um dia acordei de pau duro, Bianca dormia feito uma princesa, eu cheguei mais próximo dela e rocei meu volume nela. Naquela manhã eu estava doido pra comê-la, mas tinha certeza que isso não aconteceria nem se ela pedisse.

Durante a noite, ela reclamava de calor, o ar tinha quebrado então estávamos usando ventilador. Ela chegou a reclamar duas noites do calor, chegou a ficar com bolhas de alergia. Então na noite seguinte, já pensando por dois sentidos, disse que era melhor ela dormir só de calcinha. Assim, ela fez. Então durante a noite, eu aproveitava pra dar umas roçadas na bundinha dela, na rachinha e ainda chupava os peitinhos se formando. Um dia, resolvi tirar meu short pra roçar nas suas partes e depois de gozar no meu peito, me enrolei num lençol e dormi daquele jeito mesmo. Então de manhã quando acordei, estava com o pau apontando pra cima, devido a ereção matinal e fui surpreendido pela curiosidade de Bianca, que tentava tirar meu lençol. Eu já estava cheio de tesão, então não me aguentei, foram dias de tortura, tirei meu lençol e já apresentei meu pau à minha filhinha. Respondi algumas perguntas e logo disse que era uma mamadeira, se ela mamasse ia ter leitinho quentinho em sua boca. Minha filha não esperou muito pra experimentar. Colocou a boca na cabecinha e já começou a sugar. Como não tinha experiência, nem sabia o que estava fazendo, ela não chupava normalmente, como se faz, abocanhando o pau e empurrando ele até a goela. Ela chupava como se realmente fosse uma mamadeira, com a boquinha na pontinha, tentando sugar o leitinho, Aquilo era muito excitante e gostoso, melhor boquete da minha vida, tratei logo de gozar dentro daquela boquinha, enchendo tudo de leitinho quente.

Ela de começo não gostou, mas depois foi se acostumando. Fizemos um trato e expliquei a importância dela não comentar aquilo com ninguém, muito menos a mãe. Até hoje quando ela vem ficar comigo, me mama atrás de leitinho, eu queria comê-la, mas eu arrebentaria minha filha, meu pau é um monstro pra suas partes, então lá eu só uso o dedo e a língua mesmo. Pretendo continuar com isso até ela fazer uns 13 anos, daí vou parar.

Se vocês quiserem, posso contar como procurei aquele cara e a filha dele depois daquele dia. Digam aí nos comentários, estarei observando.
Me dêem ideias de passeios e coisas que posso fazer com minha filha.
Meu consultório fica no RJ, interessados... hahaha

Abraços, até breve.

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